Preços de principais hortifrutis comercializados no país têm tendência de queda
Os preços dos principais hortifrutigranjeiros
comercializados no país em geral apresentam tendência de queda. Mas este
comportamento não é homogêneo. Enquanto alface, cenoura, batata,
banana, laranja maçã e melancia demonstram diminuição nos valores médios
comercializados, cebola e tomate registraram alta no último mês. Já o
comportamento do mamão não apresentou padrão entre os estados
analisados. É o que revela o 2º Boletim Conab/ Prohort – Comercialização
de Hortigranjeiros e Frutas nas Centrais de Abastecimento, divulgado
nesta quinta-feira (21).
Entre
as frutas analisadas, a maior queda foi verificada na melancia ( - 27%)
em São Paulo, Já a banana teve aumento em todos ou mercados
pesquisados, onde ES e PR tiveram índice de acréscimo nos preços da
ordem de 23%.Esse aumento se deve, entre outras coisas, às condições
climáticas que prejudicaram a oferta do produto. Já o mamão não
apresentou um padrão, registrando tanto pequenas elevações ou
diminuições nos preços, a depender do mercado pesquisado.
Hortaliças
– Entre as hortaliças, o principal destaque foi o tomate, que chegou a
apresentar alta de 68% na Ceasa Minas. Apesar deste ser um período de
alta nos valores, a elevação foi superior a expectativa. Isso se deve,
em parte, a problemas enfrentados na safra de inverno em algumas regiões
produtoras. A cebola também registrou alta nos valores comercializados
em abril, mas para o mês de maio apresenta tendência de estabilização do
preço. Alface, batata e cenoura registraram queda nos preços.
O
boletim atualiza os preços médios das principais frutas e hortaliças
comercializadas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas), além de explicar
o comportamento do mercado, as origens dos produtos, sua localização
conforme as bacias hidrográficas, séries históricas e informativos
localizados para as culturas produtivas. O levantamento é feito nos
mercados atacadistas por meio do Programa Brasileiro de Modernização do
Mercado Hortigranjeiro (Prohort), executado pela Conab. O documento
considerou, nesta edição, os entrepostos localizados nos estados de São
Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal e
Paraná. Confira o estudo completo no site da Conab.
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