sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Jogos da Juventude (Olesc) viram assunto dos atletas nas redes sociais
Criciúma,


A 12ª edição dos Jogos da Juventude Catarinense (Olesc) está chegando à reta final em Criciúma e vai deixando saudade entre os jovens participantes. Iniciada dia 22, sábado passado, com o cerimonial de abertura no ginásio municipal, a Olesc termina neste sábado (29). Ao longo dos oito dias de competição, os Jogos da Juventude Catarinense reuniram 3,7 mil atletas-estudantes de 13 a 16 anos de 83 cidades de Santa Catarina.
Conforme as modalidades encerram ou as disputas eliminam atletas, as delegações voltam para o município de origem e os adolescentes, para casa. É neste momento que começa a bater neles, pelas manifestações observadas nas redes sociais, o que se poderia chamar de “depressão pós-Olesc.”
A rede social mais usada para desabafos dos adolescentes é o Twitter. Os principais “sintomas” demonstrados são tristeza, saudade, sentimento de perda e até lesões pelo corpo. Jéssica Becker, de Luzerna, escreveu após o time ser eliminado da competição: “Depressão pós-Olesc batendo em toda a galera do handebol”.
Os sintomas, porém, não se manifestaram apenas entre a “galera do handebol”. Além das disputas esportivas, a Olesc proporciona aos jovens atletas a oportunidade de conviver  intensamente com os amigos, fazer novas amizades com pessoas de outras cidades, mas da mesma faixa etária, seja nos alojamentos ou nos ginásios.
“Serenata, união, brincadeiras, serenidade na hora certa e a falta dela, abraços, choros, diversão, comida”, resumiu Daniela Muller, do vôlei de Blumenau, sobre a Olesc. “Essa Olesc foi legal até por ter conhecido pessoas novas, mas os jogos também foram legais”, comentou o jovem Flávio Porto. “Quero ter Olesc para sempre!!!!”, definiu Lulu Bianchini, do handebol de Tubarão.
E com a tamanha intensidade de esportes, de adrenalina e de convívio social, a volta para casa exige uma fase de readaptação. “Agora, como sempre, vai ser um pau pra me conectar ao mundo novamente”, antecipou Ana Carolina, de Brusque, sobre o retorno à vida doméstica.
Um dia após voltar para casa e já na vida domiciliar, a blumenauense Daniela Muller desabafou: “Minha mãe me ameaçando "vou te levar de volta pra Olesc!! “Tudo o que eu mais quero!!!”. “Não acredito que estou em Blumenau!! Quero voltar pra Criciúma e ter essa vida de Olesc pra sempre”, desabafou a também blumenauense Gabriela Polli sobre o retorno para casa. “Olesc, por que você não volta?”, questionou a brusquense Ana Carolina. Voltar ao tempo não é possível, mas a própria Gabriela sugeriu uma alternativa para matar saudade da competição: “Vou ver os vídeos da Olesc para tentar matar a saudade”.
Os vídeos no canal do YouTube da Fesporte realmente parecem estar servindo de auxílio nesta fase de transição. Em seis dias, as postagens com cenas da abertura, de provas do atletismo e do ciclismo BMX da 12ª Olesc, publicados em youtube.com/fesporteoficial, tiveram mais de 800 acessos.

Motivos diferentes para sentir saudade da Olesc

Os sentimentos provocados pela Olesc estão em quem foi eliminado precocemente, naqueles que voltaram premiados para casa, entre aqueles que passaram da idade-limite e até mesmo entre aqueles que ainda estão competindo. “Olesc deixando suas marcas”, postou Betina, do basquete de Jaraguá do Sul, acompanhado de uma foto no Instagram mostrando uma lesão.
Quem também publicou uma foto sobre sua participação na Olesc foi criciumense Leo Diaz, que ficou em segundo lugar em sua prova no atletismo. “Olesc, não deu de levar o ouro mas estou muito feliz com o 2°. O que importa é que eu treinei bastante e que veio o fruto”, escreveu.
Há também a saudade do evento por parte daqueles que ultrapassaram a idade limite e não poderão mais participar da competição, como a itajaiense Thainan Schopchaki, tricampeã do katá individual da Olesc. “É o último ano, mas quando uma porta se fecha e você sabe que trabalhou acima de tudo com amor e dedicação, outras portas se abrem”, escreveu. “Fica o sentimento de alegria por ter contribuído para Itajaí, que sempre acreditou em meu trabalho
Aprovação do Código Florestal acabará com a insegurança jurídica no campo, diz Mendes 
 Após aprovação do MP pelo Senado, texto segue para análise do Executivo  
 
 Brasília  O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, elogiou a aprovação da Medida Provisória (MP) do Código Florestal, nesta semana, pelo Senado Federal. De acordo com o ministro, o Governo fará um debate coletivo sobre o novo texto e que a maioria tomará uma decisão que terá seu apoio.
“O texto aprovado no Congresso é o texto da maioria, mas agora o Governo reserva-se no direito de analisá-lo", destaca o ministro. Para ele, a aprovação do Código Florestal é importante para acabar com a insegurança jurídica no campo.
O texto aprovado pelo Senado foi o parecer da comissão mista que analisou a matéria por quase 80 dias. Agora, a MP segue para apreciação da presidenta Dilma Rousseff. "Vamos continuar trabalhando para ter o Código Florestal brasileiro, depois de 20 anos, como uma realidade que o Brasil tanto perseguiu”, ressalta o ministro.
Cantor Danilo Pernambucano é destaque do programa Cena Livre
 
O programa Cena Livre de amanhã (29), às 12h, na TV Universitária, traz uma entrevista com o cantor e compositor Danilo Pernambucano, que está lançando seu segundo CD de músicas forró pé de serra. Confira ainda os bastidores da peça Cleópatra do Morro, que encerra a temporada no Valdemar de Oliveira, e o samba de Neguinho da Beija-flor e da Escola Gigantes do Samba.
A produção do programa radiofônico Conexão UFPE Saúde, da Assessoria de Comunicação da UFPE, também será destaque no Cena Livre. O programa, ao vivo, é transmitido toda sexta-feira, às 13h. No quadro curiosidades, o pesquisador Daniel Bueno dá início a uma séria de comentários sobre Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.
Amamentação é o tema do programa Conexão UFPE Saúde de hoje (28)
 
Amamentação está em pauta hoje (28), às 13h, no programa Conexão UFPE Saúde, veiculado pela Rádio Universitária FM (99.9 MHz). Os convidados do debate são a médica do Hospital das Clínicas Elza Cavalcanti, a orientadora de aleitamento materno em residências Maria de Fátima Teixeira e a professora do Departamento de Enfermagem da UFPE Marly Javorski. Participe, ao vivo, pelo telefone (81) 3423.8124 e mande suas sugestões e dúvidas pelo e-mail conexaoufpesaude@yahoo.com.br ou pelo Twitter @conexufpesaude.

Pesquisa aborda mineração de cronogramas em processos de software
 
“Mineração de cronogramas para descoberta de processos de software” é o tema da dissertação de mestrado profissional de Juliana Brayner Medeiros, aluna do Pós-Graduação em Ciência da Computação. A defesa será na próxima segunda-feira (1), às 14h, no Auditório do Centro de Informática (CIn), no térreo.
Ela foi orientada pelo professor Ricardo Massa Ferreira Lima. A banca examinadora será formada também pelos professores Adriano Lorena Inácio de Oliveira (CIn) e Cristine Martins Gomes de Gusmão (Centro de Ciências da Saúde).
“Mineração de processos permite a descoberta automática de processos em execução nas organizações para avaliação sob diversas perspectivas. É uma técnica baseada na extração de informações dos sistemas transacionais que suportam os processos de negócio”, diz o resumo do trabalho.
Curso de Ciência Política é elogiado por secretário-geral de associação latino-americana
 
O conceito máximo (5) atribuído pelo Ministério da Educação (MEC) ao curso de Ciência Política/Relações Internacionais da UFPE tem reflexos positivos na sociedade. O ex-presidente da Associação Brasileira de Ciência Política e atual secretário-geral da Associação Latino-Americana de Ciência Política (Alacip), professor Gláucio Soares, destaca a qualidade do curso: “Estive diversas vezes na UFPE, nos últimos anos, e tive oportunidade de constatar diretamente a qualidade do ensino e da pesquisa nessas áreas”.
A qualificação do corpo docente e o sucesso dos alunos egressos também são características consideradas relevantes por Soares. Esse conjunto começa a repercutir internacionalmente. Segundo ele, a UFPE foi lembrada por diversos participantes no VI Congresso da Alacip, realizado no mês de junho, em Quito, no Equador. “A participação ativa dos pesquisadores em congressos, assim como a dos melhores alunos, é importante para a inserção em redes profissionais de ponta”, ressalta o professor.
  
Café Intercom UFPE lança primeiro livro na Livraria Cultura
 
Numa parceria entre a UFPE, a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e a Livraria Cultura Recife, será realizada a 8ª edição do Café Intercom UFPE, no dia 8 de outubro, às 19h30, no auditório da livraria. O evento conta com o lançamento do livro “Café Intercom UFPE – Caderno 1”, lançado pela Editora Universitária, e com palestra dos autores.
A obra inclui temáticas debatidas nas edições anteriores do evento, com textos de pesquisadores convidados e estudantes do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE, e organização do professor Rogério Covaleski. A entrada é gratuita. O Café Intercom UFPE promove o encontro entre profissionais, pesquisadores e estudantes de comunicação que busca a troca e o debate de ideias sobre a área. Saiba mais no Facebook e no Twitter.

Curso debate preservação da cultura indígena em Pernambuco
 
O Convento das Dorotéias, no Alto da Sé, em Olinda, abriga de hoje (28) até domingo (30) o III Curso Museus Indígenas e Coleções Etnográficas, do projeto de extensão universitária Museus Indígenas em Pernambuco. O evento é uma realização do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Etnicidade (Nepe) em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Antropologia do Departamento de Antropologia e Museologia da UFPE.
O curso, que será destinado aos representantes da cultura indígena no estado de Pernambuco, contará com a realização de um seminário de planejamento, em que serão apresentados e discutidos diagnósticos museológicos e propostas para a elaboração de políticas públicas para a preservação da memória e do patrimônio cultural indígenas. Na programação do curso, estão previstas as participações dos professores da UFPE Luiz Antonio de Oliveira, Renato Athias, Alexandre Gomes e Edson Silva.
Universidade de Illinois firma protocolo de intenções com a UFPE
 
A Universidade Federal de Pernambuco e o Conselho de Curadores da Universidade de illinois (EUA) firmaram na última quarta-feira (26) Memorando de Entendimento criando possibilidade de as instituições promoverem atividades e programas nas áreas de ensino, pesquisa e intercâmbio de alunos e professores.
Na solenidade, que ocorreu na sede da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), a entidade norte-americana também assinou convênios com o Governo de Pernambuco, intitulado Rios Irmãos (Capibaribe x Illinois), com a Universidade de Pernambuco (UPE) e com o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene).
O evento contou com a presença do governador do Estado de Pernambuco, Eduardo Campos, do governador do Estado de Illinois, Pat Quinn, do vice-reitor no exercício da reitoria da UFPE, Silvio Romero Marques, e do reitor da Universidade Illinois, Phyllis M. Wise, entre outras autoridades estaduais e empresários norte-americanos.
Universidades canadenses visitam UFPE para reforçar estratégias de mobilidade estudantil
 
Representantes dos programas de mobilidade estudantil de diferentes universidades do Canadá visitaram a diretoria de Cooperação Internacional da Universidade Federal de Pernambuco com o objetivo de fortalecer a associação das instituições estrangeiras ao Programa Ciências Sem Fronteiras. Luis A. Kanachi, da Université Laval, e Martin Bouchard, da Université d’Ottawa, vieram representando o Caldo, um consórcio entre quatro universidades de pesquisa no Canadá. Noreen Golfman veio pela Memorial University e Margaux Béland pela Canadian Bureau for International Education.
“Desejamos que os estudantes brasileiros façam parte da sua formação em universidades canadenses, mas também queremos que nossos alunos estudem no Brasil”, explicou Martin Bouchard, que teve o discurso reforçado pelos outros visitantes. A professora Suzana Queiroz Monteiro, diretora adjunta da Cooperação Internacional, reforçou o interesse da UFPE em fortalecer a mobilidade estudantil entre Pernambuco e Canadá no âmbito do programa Ciências Sem Fronteiras.
O programa busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. É fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC) (por meio de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e Capes) e das Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.
Ministro cumpre agenda oficial no RS e destaca tomada de crédito por produtores  
 Mendes destacou as contratações do crédito rural que superaram a marca dos R$ 20 bi em dois meses 
 
 Brasília  Na manhã desta sexta-feira (28/09) o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Mendes Ribeiro Filho esteve reunido na Superintendência Federal da Agricultura (SFA/RS) em Porto Alegre com o secretário de Política Agrícola, Caio Rocha e o superintendente regional Francisco Signor para despachos internos e resolver questões relacionadas ao abastecimento  de grãos, dívidas e crédito. Também discutiram sobre a questão do milho –  que está resolvida no Rio Grande do Sul. Já sobre o endividamento, Mendes classificou como “coisa do passado”, afirmou.
Ainda pela agenda oficial, o ministro despacha normalmente na SFA/RS pela manhã e tem compromissos junto à Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e Ocergs, na Capital gaúcha. Mendes destacou as contratações do crédito rural para a agricultura, que superaram a marca dos R$ 20 bilhões nos meses de julho e agosto deste ano. Para o ministro, este resultado, aliado aos recordes constantes de safra e a disponibilidade de crédito de R$ 115,2 bi pelo Governo Federal demonstram que a agricultura segue em ritmo forte este ano. Segundo Mendes, somente em dois meses, a tomada de crédito do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013 superaram em 21,3% o volume contratado em igual período no ano passado (R$ 16,5 bilhões). “É um resultado importante mostrando que o produtor está apostando na agricultura a partir do financiamento que está disponível”, analisa.
As condições favoráveis do mercado de produtos agrícolas somadas a taxas de juros menores, limites de financiamento mais amplos e uma oferta de recursos maior em comparação com a safra passada foram decisivos para esse aumento das liberações de crédito.
Grupos da UEM se apresentam em evento no Rio de Janeiro

Nos próximos dias 1 e 2 (segunda e terça-feira), os grupos Abaecatu e O Auto da Barca do Fisco, da UEM, se apresentarão no Rio de Janeiro, onde acontece o I Seminário Fluminense de Cidadania Fiscal: Estratégias para a Educação Fiscal e Controle Social dos Gastos Públicos. O evento, promovido pelo Grupo Estadual de Educação Fiscal do Rio de Janeiro (Gefe-RJ), ainda contará com uma palestra show, intitulada A Educação Fiscal, a Constituição, os Tributos e a Construção da Cidadania, a ser proferida pelo professor Marcílio Hubner de Miranda Neto, do Departamento de Ciências Morfológicas (DCM) da UEM.

Mais informações sobre o I Seminário Fluminense de Cidadania Fiscal: Estratégias para a Educação Fiscal e Controle Social dos Gastos Públicos no site
www.educacaofiscal.rj.gov.br.
Segunda etapa da vacinação prossegue a partir de 1º de outubro 
 A previsão do Mapa é de vacinar cerca de 150,5 milhões de bovinos e bubalinos ao longo dessa fase no País 
 
 Brasília - O segundo ciclo da vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa já está em curso no País. Na segunda-feira, 1º de outubro, a próxima região a iniciar a campanha de vacinação é Roraima. Ainda em outubro, no dia 15, será a vez de Rondônia e Amapá imunizarem o rebanho. A previsão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é de vacinar cerca de 150,5 milhões de bovinos e bubalinos ao longo dessa fase no Brasil.
Em virtude das condições ambientais e de manejo do rebanho no Amapá, a vacinação no Estado é realizada anualmente desde 2009, com duração de 45 dias. No restante do País a imunização está prevista para iniciar em 1º de novembro. A exceção é o Estado de Santa Catarina, que constitui uma zona livre da doença sem uso da vacinação. A região do Pantanal de Mato Grosso do Sul será a última a finalizar o processo, em 15 de dezembro.
O agravamento da seca na região do Semiárido Nordestino é motivo de preocupação dos técnicos do Mapa. Conjuntamente com os representantes dos estados, os técnicos do ministério pretendem implementar ações estratégicas para evitar o comprometimento da cobertura vacinal na região. Na maioria das unidades federativas, os rebanhos bovinos e bubalinos de todas as idades devem ser vacinados. Já na Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul (exceto zona de fronteira e Pantanal) Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal apenas os animais com idade abaixo de 24 meses serão imunizados.
Saiba mais:
O Mapa orienta os produtores rurais para que respeitem os cuidados para a correta imunização dos bovídeos. As recomendações são: vacinar dentro do período estabelecido; adquirir vacinas em revendas autorizadas; conservar em temperatura correta (de 2 a 8°C) até o momento da aplicação; injetar na região da tábua do pescoço com agulhas e seringas em bom estado e limpas; e manejar os animais com o mínimo de estresse e nos horários mais frescos do dia. Após o término da vacinação, a declaração deve ser apresentada nos escritórios do serviço veterinário oficial no prazo estabelecido em cada estado.
Arezzo é eleita melhor franquia de 2012


Associação Comercial de São Paulo escolhe a Arezzo no ranking “Melhores dos Maiores 2012”; a escolha partiu da análise de 11 mil empresas
 
A Arezzo foi escolhida como melhor franquia de 2012 pela Associação Comercial de São Paulo, em parceria com a FGV, na 3ª edição do prêmio Melhores dos Maiores 2012. Ao todo, foram analisadas 11 mil empresas, das quais 250 ficaram entre as finalistas. A Arezzo foi a vencedora na categoria Franquias e figurou ao lado de empresas que se destacaram pelo desempenho apresentado no ano, divididas em 19 categorias: alimentos e agronegócios; comércio atacadista; comércio exterior; comércio varejista; distribuidor de carros, motos e utilitários; energia elétrica; farmácias e perfumaria; finanças; franquias; indústria em geral; lojas de departamento, eletrodomésticos, roupas e calçados; mineração; outros serviços; petróleo e gás; química e petroquímica; metalurgia e siderurgia; telecomunicações; veículos e autopeças e supermercados.
A premiação realizada na noite de 24 de setembro, no Hotel Renaissance, em São Paulo, contou com a presença de diversas autoridades, como o presidente da Associação Comercial, Rogério Amato; o vice-governador Guilherme Afif Domingos e o prefeito da cidade de São Paulo, Gilberto Kassab, além de empresários e profissionais do setor.
O CFO da Arezzo, Thiago Borges, recebeu o prêmio e afirma que este reconhecimento é resultado de intenso trabalho de toda a equipe. “A franquia é o canal de maior representatividade da companhia. Temos alguns diferenciais que acabam nos destacando das demais marcas como, por exemplo, um trabalho intenso de treinamento para mais de três mil vendedores em todo o Brasil”.
Durante os discursos, Rogério Amato parabenizou as empresas vencedoras por buscarem constantes inovações e aprimoramento. O prefeito de São Paulo complementou afirmando que a premiação serve de incentivo aos demais. “Sabemos o quanto é difícil alcançar resultados, conviver com uma enorme carga tributária e num país que ainda não se habituou estar ao lado do empresariado”, ressaltou.
Na opinião do vice-governador, o prêmio é um estímulo às empresas para que possam avançar. “Nesta premiação, são destacados aqueles que se incumbiram tão bem da tarefa de empreender e comandar, por meio da livre iniciativa, para construir infraestrutura ao nosso país. O mundo é ávido por oportunidade de investimento com rentabilidade e São Paulo pode dar respostas muito rápidas neste sentido”.
O grupo Arezzo&Co, listado no Novo Mercado da BM&F Bovespa, é composto pelas marcas Arezzo, Schutz, Alexandre Birman e Anacapri. As marcas da empresa estão presentes em mais de 160 localidades, com 50 lojas próprias, 301 franquias e 2.515 pontos de venda.
 
 
Sobre a Arezzo&Co – A Arezzo&Co é líder no setor de calçados, bolsas e acessórios femininos, com as marcas Arezzo, Schutz, Alexandre Birman e Anacapri. Possui 40 anos de história e comercializa atualmente mais de oito milhões de produtos, que se destacam pela qualidade, design, conforto e inovação.
Visite nosso site www.arezzoco.com.br
CMN eleva financiamento para capital de giro de produtores  
 Conselho também libera mais R$ 600 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) 
 
 Brasília - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na última quinta-feira (27/09) o limite de crédito para custeio para avicultores e suinocultores integrados de R$ 70 mil para R$ 150 mil por produtor. O financiamento de não integrados e pecuaristas de gado leiteiro passou de R$ 800 mil para R$ 1,2 milhão. A medida, encaminhada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) visa a minimizar os problemas enfrentados pelos setores. O CMN ainda ampliou o limite de desconto de nota promissória rural pelos citricultores junto aos bancos.
Também foi aprovado pelo Conselho o voto referente ao café. Foram liberados mais R$ 600 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para financiamento da estocagem de café. O Governo já havia liberado, em abril deste ano, R$ 900 milhões para que os cafeicultores pudessem custear as despesas de colheita. O objetivo, na oportunidade era o de evitar pressão nos preços do grão por conta da pressão de venda.
Supermercados paulistas registram aumento nas vendas



O Faturamento Real dos Supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPS – Índice de Preços dos Supermercados da APAS) apontou que, de janeiro a agosto, houve crescimento de 3,40% no conceito de todas as lojas. Este indicador considera todas as lojas criadas no período pesquisado. Já no conceito de mesmas lojas – ou seja, lojas em operação no tempo mínimo de 12 meses – o aumento foi de 6,67%, ambos comparado a 2011. “A alta no rendimento da população diante do aumento do salário mínimo em janeiro deste ano proporciona aumento do poder de compra, que reflete de maneira positiva nas vendas na comparação anual”, informa o diretor do Departamento de Economia da APAS, Martinho Moreira.
         No comparativo mês a mês, em agosto houve aumento de 1,57% no conceito ‘Todas as lojas’ e queda de 2,39% no ‘Mesmas lojas’, comparado a julho. Em comparação a agosto de 2011, neste ano, o aumento foi de 4,49% para ‘Todas lojas’ e de 9,41% para ‘Mesmas lojas’.
O crescimento das vendas no conceito de todas lojas tem relação direta com o crescimento orgânico de uma empresa, ou seja, com a abertura de lojas, por exemplo. Já no conceito mesmas lojas o crescimento nas vendas tem relacionamento direto com o aumento na quantidade comprada pelo consumidor, o que de fato vem se verificando ao longo dos últimos anos.
O setor supermercadista vem apresentando resultados favoráveis em 2012 baseados no tripé de aumento da renda e do emprego e elevação do poder de compra. “Diante do cenário que se vislumbra para os próximos meses, a expectativa com relação ao crescimento do setor em 2012 é projetada em, aproximadamente 5,5% a 6% em relação a 2011”, complementa Martinho.


Nota Metodológica: O Índice de Vendas dos Supermercados tem como objetivo acompanhar e analisar o desempenho das vendas do setor supermercadista no estado de São Paulo através da evolução do faturamento dos Hipermercados e dos Supermercados. A pesquisa é composta por hipermercados e supermercados do estado de São Paulo, os quais possuem uma representatividade de 85% do setor supermercadista. Os indicadores são divulgados tanto em caráter de mesmas lojas (que consideram apenas lojas abertas há pelo menos um ano) e de todas lojas (que consideram todas as lojas criadas no período pesquisado). As análises dos resultados auxiliam os empresários do setor na tomada de decisão com relação a reabastecimento, investimentos, compras, estoque. E de maneira geral auxilia o mercado na análise de tendências, plano de negócios, potencialidades e inserção no mercado.

Sobre a APAS – A Associação Paulista de Supermercados representa o setor supermercadista no Estado de São Paulo e busca integrar toda a cadeia de abastecimento. A entidade conta com 1.200 associados, que somam 2.700 lojas.

Maior evento náutico indoor da América Latina começa nesta sexta-feira
admin 27 de setembro de 2012

Os preparativos para o maior salão náutico indoor da Amércia Latina seguem a todo vapor, na capital paulista, para que tudo esteja pronto até as 13 horas desta sexta-feira, quando os portões do Transamerica Expo Center se abrem para a 15ª edição do São Paulo Boat Show. Pelos sete pavilhões, mais de mil pessoas trabalham sem parar na montagem final dos estandes.

A maioria dos barcos já está devidamente posicionada e quase pronta para receber o público. As mais de 30 mil pessoas esperadas até a próxima quarta-feira, último dia de evento, vão em busca não só das novidades em embarcações, mas também em equipamentos e acessórios náuticos apresentados por 130 expositores.

A edição passada, de 13 a 18 de outubro de 2011, gerou R$ 220 milhões em negócios. Uma das áreas que mais chamou a atenção foi o luxuoso Espaço dos Desejos, que deve repetir o sucesso, já que mais uma vez estará com marcas e produtos encantadores.

Não perca:

O quê – São Paulo Boat Show 2012

Quando – de 28 de setembro a 3 de outubro

Horário – sexta, segunda e terça-feira, das 13h às 21h; fim de semana, das 12h às 22h; quarta-feira, das 13h às 20h

Onde – Transamerica Expo Center (Rua Mario Villas Boas Rodrigues, nº 387, Bairro Santo Amaro, São Paulo).

Pinheiros e Taubaté se enfrentam em São Paulo pela Liga Nacional Masculina de Handebol




Cinara Piccolo/Photo&Grafia
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Jorge Luiz, goleiro do TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté


Cinara Piccolo/Photo&Grafia
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Bruno Santana, do EC Pinheiros



Equipes são, respectivamente, primeira e segunda colocadas da competição
Santo André (SP) - A rodada deste sábado (29) da Liga Nacional de Handebol põe frente a frente os dois primeiros colocados da competição masculina. O EC Pinheiros (SP), atual ponteiro com duas vitórias em dois jogos, recebe o TCC/Unitau/Unimed/Taubaté (SP), vice-líder, com um jogo e um resultado positivo. A partida está marcada para as 11h, no ginásio Henrique Villaboin (dentro do clube Pinheiros), em São Paulo (SP). Complementando a rodada, o Itapema/ACEU/Univali/AMAJ (SC) enfrenta o Força Jovem Esporte Clube (ES), no ginásio de esportes da Univali, em Itajaí (SC), às 18h.

O Pinheiros disputou os dois primeiros jogos da competição fora de casa e, na próxima rodada, faz a primeira partida em São Paulo. Nas rodadas anteriores, os atuais campeões da Liga venceram o Itapema e a Unopar/Londrina/Sercomtel (PR). O próximo adversário costuma dar bastante trabalho aos donos da casa. Os últimos jogos disputados entre os dois times teve o equilíbrio como marca, por isso, o técnico Sérgio Hortelan afirma que o Pinheiros tem que estar bem preparado. "Esperamos uma partida duríssima, que pode ser decisiva. Taubaté é muito forte defensivamente. Os jogos contra eles são sempre muito desgastantes e requerem uma preocupação extrema. Na semifinal do Paulista fizemos um jogo bastante dificil, que ganhamos por cinco gols, mas o resultado poderia ter sido favorável para qualquer um dos lados", analisou o treinador.

A primeira vitória do time do interior paulista também foi sobre Itapema, e agora Taubaté quer deslanchar no campeonato. Para isso, sabe que precisa entrar com tudo em quadra, segundo o técnico Marcus Oliveira, o Tata. "Fizemos um primeiro jogo bastante equilibrado com o Itapema. Contra o Pinheiros esperamos a mesma igualdade. Respeitamos muito a equipe. Já nos enfrentamos várias vezes este ano e nos conhecemos muito bem, tanto na parte tática quanto individual", afirmou.

A Liga Nacional Feminina retorna na próxima quinta-feira (4), com três partidas, após um período de intervalo por conta de outros compromisso das equipes. Além disso, a rodada conta com três jogos pelo campeonato masculino.

Tabela - Sábado (29/09)

Liga Masculina

11h - EC Pinheiros (SP) x TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté (SP)
Ginásio Henrique Villaboin, em São Paulo (SP)

18h - Itapema/ACEU/Univali/AMAJ (SC) x Força Jovem Esporte Clube (ES)
Ginásio de Esportes da Univali, em Itajaí (SC)
SEMANA DA SAÚDE DA MULHER CAMPOMAGRENSE – OUTUBRO ROSA


    Anualmente no mês de Outubro o Brasil comemora a Saúde da Mulher com o OUTUBRO ROSA, mês que se afixou para a conscientização da mulher a sua saúde. Buscando assim a prevenção de muitas doenças femininas. Para incentivar a causa, a Prefeitura através da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Magro, realizará na primeira semana de Outubro do dia 01 ao dia 05 a SEMANA DA SAÚDE DA MULHER

Chevron paga multa de R$ 35 milhões à ANP

Redação -

A Chevron Brasil Upstream Frade Ltda comunicou que pagou multa de R$ 35,1 milhões, estabelecida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente a 24 das 25 irregularidades encontradas durante processo administrativo para apurar as causas do vazamento de petróleo no Campo de Frade, ocorrido em novembro de 2011, que provocou o vazamento de 3,7 mil barris de petróleo no mar. Com isso, a empresa se beneficiou do desconto de 30% previsto no Artigo 4 da Lei 9847 (Lei de Penalidades).
 
De acordo com a nota enviada à imprensa, a companhia afirma que "foi completado o processo administrativo aberto pela agência. A empresa irá implementar melhorias de processo desenvolvidas a partir das lições aprendidas com o incidente".

A Chevron afirma também que foi notificada na última terça-feira (25) sobre a liminar que determina a suspensão de suas atividades de produção e transporte em um prazo de 30 dias. "A empresa está buscando todos os meios legais à sua disposição para cassar a liminar e demonstrar que, em todas as ocasiões, agiu de forma diligente e apropriada", diz a nota. Caso a empresa descumpra a decisão, ela será sujeita a multa diária de R$ 500 milhões.

O TRF-2 também determinou a mesma medida à Transocean Brasil, empresa contratada pela Chevron para fazer a perfuração de poços no campo de Frade. A Transocean tem hoje dez plataformas de perfuração no Brasil, atendendo outras petroleiras, inclusive a Petrobras.

A Transocean não informou até o momento se já foi notificada da decisão da Justiça.


Petrobras apoia juridicamente as duas empresas

Em agosto, a Petrobras afirmou que seu departamento jurídico ajudaria a Chevron e a Transocean na tentativa de cassar na Justiça Federal a liminar que determina a suspensão das operações das duas companhias no país.

“Nós vamos ajudar a Transocean, nós vamos ajudar a Chevron, nesse trabalho de mostrar à Justiça que na nossa visão não há razão para este embargo aqui no Brasil. A nossa intenção é ajudar sim, até porque como vocês sabem nós temos oito sondas contratadas da Transocean...”, disse no dia 15 de agosto o diretor de Exploração e Produção da empresa, José Formigli, durante apresentação do detalhamento do plano de E&P da companhia.

Tecon Salvador bate recorde de importação em agosto

Redação -

O Tecon Salvador, terminal de contêineres do Porto de Salvador operado pelo Grupo Wilson Sons, bateu recorde de importação no mês agosto com a movimentação de 82 mil toneladas de cargas, o que representa um incremento de 18% em relação à média dos meses anteriores. De janeiro a agosto, a movimentação no terminal aumentou em 48 mil toneladas em relação a igual período de 2011. As cargas que mais passaram pelo Tecon nos oito primeiros meses do ano foram químicos e petroquímicos, peças e equipamentos, produtos de varejo, borrachas e seus derivados e minérios. Juntas, estas cargas representaram 55% do total importado de janeiro a agosto.

O diretor do Tecon Salvador, Demir Lourenço Jr., destaca que com a expansão do terminal, que deve ser concluída até o final de 2012, a movimentação deve crescer. “Com a nova realidade trazida pela expansão, receberemos as maiores embarcações em operação do mundo. Com isso, as grandes cargas passam a descarregar direto em Salvador, o que vai manter o alto nível de importações e exportações”, diz o executivo. Atualmente, as importações correspondem a 40% da movimentação do Tecon.

O maior volume de compra tem origem no Extremo Oriente, principalmente da China. De janeiro a dezembro de 2011, a China representou 30% das importações baianas. Até agosto deste ano, o país já superou o realizado em todo o ano passado. A maior parte da carga é composta por produtos de varejo, eletrodomésticos e componentes elétricos.

Já os insumos que chegam por Salvador, destinados à produção de bens de consumo, servem para atender os mercados consumidores do Nordeste e do Sudeste, principalmente. Outra movimentação que se também destacou neste ano foi a importação de minério de cobre do Chile.

Além dos mercados asiáticos e latinos, as importações com origem na União Europeia, em especial Alemanha e Bélgica, e na América do Norte, foram fortes.

Ineje abre vagas para especialização em negócios aduaneiros

Redação -

O Instituto Nacional de Estudos Jurídicos e Empresariais (Ineje) está promovendo o curso Especialização em Gestão de Negócios Aduaneiros e Legislação Aplicada, em Porto Alegre/RS, com a intenção de levar às empresas e profissionais do setor conhecimento aprofundado deste sistema para que possam conduzir com mais agilidade os seus processos. As inscrições estão abertas e as aulas iniciam dia 5 de outubro.

“A queda de mais de 30% no saldo positivo da balança comercial este ano, entre janeiro e a terceira semana de setembro na comparação com o mesmo período anterior, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), pode ser resultado desse cenário, que exige avanços em infraestrutura e economia, mas também em qualificação”, destaca o presidente do Ineje, o doutor em Direito Tributário Luiz Alberto Pereira Filho.

O coordenador da iniciativa, Maxsoel Bastos de Freitas, especialista em Legislação Aduaneira e Comércio Exterior, explica que a abrangência e a forma de apresentar as disciplinas tem formato inédito. “Não há curso assim no Brasil hoje”, observa, e cita alguns temas inovadores: psicologia organizacional, fomento de negócios internacionais - como o importador e o exportador conseguem captar recursos de financiamento no mercado estrangeiro e nacional; construção naval e funcionamento offshore e o que é necessário para desenvolver a cabotagem hidroviária.

Além disso, todas as atividades do dia a dia de quem lida com o amplo universo aduaneiro serão tratadas com a apresentação de casos práticos. O curso vai preparar para o gerenciamento de situações como as greves, que atualmente têm impactado bastante o setor. Também serão abordados pontos polêmicos, como benefícios fiscais, contratos de transporte marítimo, a mediação e arbitragem (prevista e não utilizada), a normatização aduaneira e suas penalidades, que podem provocar perdas das mercadorias, direito portuário e direito ambiental aplicado à esfera aduaneira, regimes aduaneiros especiais, entre outros.

“Será detalhado, ainda, um ponto fundamental para as empresas: a legislação aduaneira e tributária. Existem dois conjuntos bem diferentes de regras que podem incidir sobre a exportação e importação de produtos e que impactam nas alíquotas de impostos: trata-se do Direito Aduaneiro Tributário e do Direito Tributário Aduaneiro. O desconhecimento dessas modalidades pode levar a pagamentos maiores de impostos e a demandas judiciais; e carga parada em porto significa custo de armazenagem”, alerta Freitas.

Com duração de dois anos, o curso é dividido em quatro módulos, com aulas em semanas alternadas - nas sextas-feiras, à noite, e aos sábados. De acordo com o presidente do Ineje, a metodologia utilizada também traz novidades.

“No início de cada módulo, o participante receberá um livro com todos os seminários de discussão do módulo, ou seja, questionários que devem ser respondidos em casa e entregues nas aulas de sextas feiras à noite. Nestas aulas, as respostas dos alunos serão debatidas, com elaboração de um relatório a ser discutido com o professor no dia seguinte”, comenta Pereira Filho, ressaltando que com essa metodologia, o aluno tem contato com a matéria, pelo menos, três vezes: no estudo em casa, ao responder as perguntas do seminário; nos grupos de debate com os seus colegas no seminário; e no dia da aula expositiva.

A Especialização é voltada especialmente para profissionais de administração, logística, comércio exterior, direito, ciências contábeis, agentes aduaneiros, despachantes e consultorias aduaneiras.

Informações pelos telefones 51 3388.8023 e 3084.4224 e email secretaria@ineje.com.br.

Cummins participa do São Paulo Boat Show

Redação -

A Cummins Brasil, pela primeira vez de forma independente no segmento de lazer e recreação, confirma sua participação na 5ª edição do São Paulo Boat Show, que acontece entre os dias 28/09 e 03/10 no Transamerica Expo Center. A empresa exibirá sua gama completa de motores para o segmento.

Por meio da Unidade Cummins Vendas e Serviços (CVS), a companhia, com o fim joint-venture Mercruiser, estabelecida em 1992 entre Cummins e Mercury no mercado global, dá continuidade em sua metodologia independente de oferecer motores diesel e apresenta durante o evento a linha de motores que varia entre 230 hp a 715 hp. A maioria dos produtos é destinada para embarcações com a partir de 30 pés.

No total são cinco famílias (QSB 5.9; QSB 6,7; QSC 8.3; QSL 9 e QSM 11) e 30 opções de motores para o mercado dos sonhos no Brasil, todos importados de Charleston, nos EUA.

Os motores marítimos podem ser aplicados nas configurações Zeus®, o mais avançado sistema de propulsão que possibilita alta manobrabilidade e controle da embarcação, o convencional Inboard, motor com reverse, hélice e eixo e o Sterndrive, conhecido motor de rabeta com hélice fixo e direcionamento do barco por meio do leme.

De acordo com Antonio Colares, gerente de negócios Marine e Óleo e Gás da CVS, a Cummins Vendas e Serviços foi nomeada como canal direto de vendas dos produtos para o segmento com unidades espalhadas em todo o território nacional.

Toda a linha marítima da Cummins atende às mais rigorosas normas de emissões vigentes, IMO Tier II e EPA Tier 2 e são classificados por todas as principais empresas certificadoras. “Consolidada no segmento, a Cummins começou a sua atuação no mercado global, em 1919, destinando 60% de sua produção para as embarcações marítimas de lazer, offshore e naval. Em 1925, introduziu o primeiro motor específico para este mercado”, diz Colares.

Para suportar as embarcações que inclusive já navegam pelo litoral brasileiro, a fabricante de motores Diesel iniciou o processo de nomeação de Postos de Serviço no litoral do país para prestação do suporte técnico necessário, promovendo treinamento aos dealers no quesito engenharia de aplicações, serviços e estoque de peças sobressalentes.


Estaleiros

Consolidada nesse mercado, a Cummins Brasil, ainda na fase da joint-venture Mercruiser, já atendia renomados estaleiros que produzem embarcações modernas e mundialmente conhecidas.

Desde que se instalou no Brasil em 2010, a italiana Azimut iniciou suas atividades com a produção do modelo 43 Fly. Até hoje, cerca de 20 barcos já foram produzidos, em Itajaí (SC), e cada unidade leva um par de motor Cummins modelo QSB 5.9 de 480 hp, totalizando potência final de 960 hp por embarcação na aplicação Inboard.

Segundo Felipe Berra, diretor Industrial da Azimut, a ideia era produzir um barco idêntico ao modelo original italiano 43 Fly que leva também os motores da Cummins na Itália. “E o projeto foi executado. Hoje, essas embarcações já circulam pelo litoral brasileiro, estamos tendo sucesso e boa aceitação nos quesitos qualidade, performance e confiabilidade com os motores”, diz Berra.

A Azimut ainda oferece ao mercado brasileiro o 48 Fly, importado da Itália, dotado de motores Cummins QSC 8,3 de 600 hp.

Fim da guerra dos portos não será adiado

Valor Econômico -

O governo é contra adiar a entrada em vigor da alíquota interestadual de 4% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os produtos importados, informa o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A alíquota de 4% foi fixada pela Resolução 13 do Senado, de abril deste ano, e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2013.
O adiamento da vigência da medida foi defendido recentemente pelo coordenador dos Estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Claudio Trinchão, em entrevista à repórter Marta Watanabe, do Valor, com o argumento de que ainda não existe consenso entre os técnicos em torno da regulamentação da medida.

Para Nelson Barbosa, é possível fazer a regulamentação até o fim de dezembro. "O Confaz já regulamentou questões muito mais complexas do que essa", disse. "É importante preservar a medida, pois ela resultou de uma decisão política dos senadores, que querem criar empregos no Brasil. Não será por dificuldades técnicas que essa decisão não será cumprida", afirmou.
Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais do ICMS, de 7% e 12%, aplicadas também aos produtos importados. A primeira é utilizada nas operações da região Sul e dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com o restante do país. Com alíquotas tão elevadas, alguns governos estaduais foram levados a conceder incentivos fiscais para que os produtos importados ingressem no país por meio de seus portos e, com isso, ampliar as atividades comerciais em seus territórios.

Com os incentivos concedidos, a alíquota efetiva paga é bem inferior aos 12% ou 7% e a empresa que compra o produto leva o crédito do ICMS como se tivesse pago a alíquota cheia. Essa prática foi denominada de "guerra dos portos". O governo federal, os industriais e os presidentes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram contra essa prática, com o argumento principal de que ela prejudica a produção nacional e, com isso, incentiva a criação de empregos fora do Brasil.

O Senado aprovou, então, a Resolução 13, que fixou uma alíquota interestadual de 4% para os produtos com conteúdo importado superior a 40%. Com essa alíquota, acreditam os especialistas, os governos estaduais não terão margem para continuar com a "guerra dos portos". É interessante observar também que a medida é o primeiro passo para a adoção do princípio do destino na apropriação da arrecadação do ICMS, quando as alíquotas interestaduais de todos os produtos serão reduzidas e unificadas em 4%.

Depois da aprovação da Resolução 13, a questão passou a ser como verificar se um determinado produto tem mais de 40% de conteúdo importado. A resolução do Senado diz que o Confaz "poderá baixar normas" para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI).

Vale observar que a participação do Confaz é colocada na resolução como uma possibilidade e não como uma obrigação. Pode-se entender, portanto, que a resolução é autoaplicável pelos Estados e que a participação do Confaz é para definir um regulamento comum que evite maiores transtornos.

O secretário-executivo Nelson Barbosa não vê dificuldade em avaliar o conteúdo importado das mercadorias. Segundo ele, órgãos e instituições financeiras do governo federal verificam, rotineiramente, o componente de nacionalização de produtos antes de conceder alguns créditos ou quando analisam a procedência de mercadorias provenientes de países que fizeram acordos comerciais com o Brasil, como é o caso dos países do Mercosul e do México.

Já existe um grupo de trabalho no âmbito do Confaz discutindo essa regulamentação. O assunto será debatido pelos secretários estaduais de Fazenda, durante a reunião de hoje do chamado pré-Confaz, que será realizada em Campo Grande (MS). No dia seguinte, acontece a reunião do Confaz, propriamente dita. O Ministério da Fazenda quer apresentar, na próxima semana, sugestões para a regulamentação da Resolução 13, de acordo com Barbosa.

A metodologia discutida no Ministério da Fazenda prevê que, na nota fiscal que emitir, a empresa declare se o produto é nacional ou importado, ou seja, se possui conteúdo importado superior a 40%. Depois de um certo prazo (ainda a ser definido), a empresa terá que apresentar à Secretaria de Fazenda do Estado de origem da mercadoria um relatório com o valor do produto vendido e o valor do conteúdo importado.

Como possui notas fiscais da entrada dos bens importados, a Secretaria de Fazenda poderá comprovar a veracidade das informações fornecidas. A Secretaria de Fazenda do Estado de destino da mercadoria terá o direito, de acordo com a proposta de convênio a ser submetida ao Confaz, de solicitar as informações e os devidos comprovantes. Dessa forma, as portas para as fraudes seriam fechadas.

Outro ponto em discussão se refere à incidência da nova alíquota interestadual do ICMS durante toda a cadeia produtiva. O aço importado pagará uma alíquota interestadual de ICMS de 4%. No momento seguinte, ele será utilizado na produção de outro bem industrial. No entendimento do Ministério da Fazenda, o conteúdo importado dessa nova mercadoria terá que ser avaliado quando ela for comercializada para outro Estado. Se o conteúdo de importação continuar sendo superior a 40%, o bem pagará de novo 4% de ICMS.

O governo quer também, segundo Nelson Barbosa, ouvir as empresas sobre essa regulamentação e pretende fazer reuniões para isso nas próximas semanas. O secretário-executivo trabalha com a perspectiva de que o Confaz terá, até o fim de outubro, uma minuta de proposta. O entendimento do Ministério da Fazenda é o de que essa regulamentação não precisa ser aprovada por unanimidade pelos secretários estaduais que integram o Confaz. Isto porque a Lei Complementar 24 determina que apenas a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados, o que não é o caso.

Indústria de máquinas e equipamentos registra crescimento de 0,3%

Agência Brasil -

O faturamento total da indústria de máquinas e equipamentos atingiu R$ 53,6 bilhões, no acumulado de janeiro a agosto, crescimento de 0,3% em relação a igual período de 2011. Em agosto, o faturamento foi 6,8 bilhões, 2,1% a mais do que o registrado em julho, mas 6,6% menor quando comparado com o mesmo mês do ano anterior. Os dados, divulgados na quarta-feira (26), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Em dólares, as exportações acumuladas no ano chegaram a US$ 8.248 milhões, um crescimento de 10% em relação a igual período do ano passado. O resultado foi alavancado pelos setores de máquinas para indústria de transformação (crescimento de 48,7%), e de máquinas para logística e construção civil, que teve elevação de 15,7% no faturamento.

As importações acumuladas de janeiro a agosto totalizaram US$ 20,01 bilhões, uma elevação de 1,9% em relação a igual período do ano anterior. O resultado levou ao recuo de 3,1% do déficit da balança, a primeira redução do déficit da balança comercial no ano, a qual já acumula US$ 11.766 milhões. “É importante frisar a importância do câmbio para esse resultado”, destaca a entidade, em nota.

Já a média mensal do nível de utilização de capacidade instalada caiu para 75,9% em agosto, uma diminuição de 7,1 pontos percentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior.

“Como resultado dessa situação, a indústria de bens de capital mecânico registrou mais uma variação negativa no número de empregados (-0,7%), fechando o mês de agosto com 253.189 trabalhadores”.

CE terá injeção de mais R$ 4,24 bi do PAC2

Diário do Nordeste -

O Ceará terá um acréscimo de R$ 4,24 bilhões de investimentos do governo federal através da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Os dados regionalizados do quarto balanço do programa, com informações de janeiro a abril deste ano, foram divulgados ontem pelo Ministério do Planejamento. De todos os eixos de investimento, somente o de transportes apresentou redução no orçamento. Já a inclusão da Linha Leste do Metrofor foi a principal razão do incremento no bolo geral.
 

O PAC 2 prevê, agora, investimentos de R$ 63,41 bilhões no Ceará - antes, eram R$ 59,17 bilhões. Do total, R$ 28,32 bilhões deverão ser aplicados até 2014, e os R$ 35,09 bilhões restantes para após este prazo. Os dois períodos passam a contar com mais recursos federais.
 

Transportes
 

No caso da área de transportes, o investimento passou de R$ 2,35 bilhões para R$ 2,23 bilhões (R$ 235 milhões a menos), e houve uma elevação nos valores a serem investidos no pós-2014, o que mostra um atraso nos projetos da área. Houve queda nos recursos para rodovias (que estavam, no balanço anterior, de 2011, com todos os valores em revisão) e para equipamentos para estradas vicinais.
 
 
Aeroporto
 

O avanço no eixo, apontado no novo balanço, foi o início das obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Pinto Martins, orçado em R$ 347,1 milhões, a conclusão da dragagem do Porto do Mucuripe e a entrega das retroescavadeiras para estradas vicinais. O novo balanço também incluiu o valor para as obras da entrada de acesso ao Porto do Pecém na BR-222, antes em revisão, e que ficou em R$ 77 milhões.

Fim da guerra dos portos não será adiado

Valor Econômico -

O governo é contra adiar a entrada em vigor da alíquota interestadual de 4% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os produtos importados, informa o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A alíquota de 4% foi fixada pela Resolução 13 do Senado, de abril deste ano, e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2013.
 
 
O adiamento da vigência da medida foi defendido recentemente pelo coordenador dos Estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Claudio Trinchão, em entrevista à repórter Marta Watanabe, do Valor, com o argumento de que ainda não existe consenso entre os técnicos em torno da regulamentação da medida.
 

Para Nelson Barbosa, é possível fazer a regulamentação até o fim de dezembro. "O Confaz já regulamentou questões muito mais complexas do que essa", disse. "É importante preservar a medida, pois ela resultou de uma decisão política dos senadores, que querem criar empregos no Brasil. Não será por dificuldades técnicas que essa decisão não será cumprida", afirmou.
 
 
Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais do ICMS, de 7% e 12%, aplicadas também aos produtos importados. A primeira é utilizada nas operações da região Sul e dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com o restante do país. Com alíquotas tão elevadas, alguns governos estaduais foram levados a conceder incentivos fiscais para que os produtos importados ingressem no país por meio de seus portos e, com isso, ampliar as atividades comerciais em seus territórios.
 

Com os incentivos concedidos, a alíquota efetiva paga é bem inferior aos 12% ou 7% e a empresa que compra o produto leva o crédito do ICMS como se tivesse pago a alíquota cheia. Essa prática foi denominada de "guerra dos portos". O governo federal, os industriais e os presidentes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram contra essa prática, com o argumento principal de que ela prejudica a produção nacional e, com isso, incentiva a criação de empregos fora do Brasil.
 

O Senado aprovou, então, a Resolução 13, que fixou uma alíquota interestadual de 4% para os produtos com conteúdo importado superior a 40%. Com essa alíquota, acreditam os especialistas, os governos estaduais não terão margem para continuar com a "guerra dos portos". É interessante observar também que a medida é o primeiro passo para a adoção do princípio do destino na apropriação da arrecadação do ICMS, quando as alíquotas interestaduais de todos os produtos serão reduzidas e unificadas em 4%.
 

Depois da aprovação da Resolução 13, a questão passou a ser como verificar se um determinado produto tem mais de 40% de conteúdo importado. A resolução do Senado diz que o Confaz "poderá baixar normas" para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI).
 

Vale observar que a participação do Confaz é colocada na resolução como uma possibilidade e não como uma obrigação. Pode-se entender, portanto, que a resolução é autoaplicável pelos Estados e que a participação do Confaz é para definir um regulamento comum que evite maiores transtornos.
 

O secretário-executivo Nelson Barbosa não vê dificuldade em avaliar o conteúdo importado das mercadorias. Segundo ele, órgãos e instituições financeiras do governo federal verificam, rotineiramente, o componente de nacionalização de produtos antes de conceder alguns créditos ou quando analisam a procedência de mercadorias provenientes de países que fizeram acordos comerciais com o Brasil, como é o caso dos países do Mercosul e do México.
 

Já existe um grupo de trabalho no âmbito do Confaz discutindo essa regulamentação. O assunto será debatido pelos secretários estaduais de Fazenda, durante a reunião de hoje do chamado pré-Confaz, que será realizada em Campo Grande (MS). No dia seguinte, acontece a reunião do Confaz, propriamente dita. O Ministério da Fazenda quer apresentar, na próxima semana, sugestões para a regulamentação da Resolução 13, de acordo com Barbosa.
 

A metodologia discutida no Ministério da Fazenda prevê que, na nota fiscal que emitir, a empresa declare se o produto é nacional ou importado, ou seja, se possui conteúdo importado superior a 40%. Depois de um certo prazo (ainda a ser definido), a empresa terá que apresentar à Secretaria de Fazenda do Estado de origem da mercadoria um relatório com o valor do produto vendido e o valor do conteúdo importado.
 

Como possui notas fiscais da entrada dos bens importados, a Secretaria de Fazenda poderá comprovar a veracidade das informações fornecidas. A Secretaria de Fazenda do Estado de destino da mercadoria terá o direito, de acordo com a proposta de convênio a ser submetida ao Confaz, de solicitar as informações e os devidos comprovantes. Dessa forma, as portas para as fraudes seriam fechadas.
 

Outro ponto em discussão se refere à incidência da nova alíquota interestadual do ICMS durante toda a cadeia produtiva. O aço importado pagará uma alíquota interestadual de ICMS de 4%. No momento seguinte, ele será utilizado na produção de outro bem industrial. No entendimento do Ministério da Fazenda, o conteúdo importado dessa nova mercadoria terá que ser avaliado quando ela for comercializada para outro Estado. Se o conteúdo de importação continuar sendo superior a 40%, o bem pagará de novo 4% de ICMS.
 

O governo quer também, segundo Nelson Barbosa, ouvir as empresas sobre essa regulamentação e pretende fazer reuniões para isso nas próximas semanas. O secretário-executivo trabalha com a perspectiva de que o Confaz terá, até o fim de outubro, uma minuta de proposta. O entendimento do Ministério da Fazenda é o de que essa regulamentação não precisa ser aprovada por unanimidade pelos secretários estaduais que integram o Confaz. Isto porque a Lei Complementar 24 determina que apenas a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados, o que não é o caso.

Fim da guerra dos portos não será adiado

Valor Econômico -

O governo é contra adiar a entrada em vigor da alíquota interestadual de 4% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os produtos importados, informa o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A alíquota de 4% foi fixada pela Resolução 13 do Senado, de abril deste ano, e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2013.
 
 
O adiamento da vigência da medida foi defendido recentemente pelo coordenador dos Estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Claudio Trinchão, em entrevista à repórter Marta Watanabe, do Valor, com o argumento de que ainda não existe consenso entre os técnicos em torno da regulamentação da medida.
 

Para Nelson Barbosa, é possível fazer a regulamentação até o fim de dezembro. "O Confaz já regulamentou questões muito mais complexas do que essa", disse. "É importante preservar a medida, pois ela resultou de uma decisão política dos senadores, que querem criar empregos no Brasil. Não será por dificuldades técnicas que essa decisão não será cumprida", afirmou.
 
 
Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais do ICMS, de 7% e 12%, aplicadas também aos produtos importados. A primeira é utilizada nas operações da região Sul e dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com o restante do país. Com alíquotas tão elevadas, alguns governos estaduais foram levados a conceder incentivos fiscais para que os produtos importados ingressem no país por meio de seus portos e, com isso, ampliar as atividades comerciais em seus territórios.
 

Com os incentivos concedidos, a alíquota efetiva paga é bem inferior aos 12% ou 7% e a empresa que compra o produto leva o crédito do ICMS como se tivesse pago a alíquota cheia. Essa prática foi denominada de "guerra dos portos". O governo federal, os industriais e os presidentes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram contra essa prática, com o argumento principal de que ela prejudica a produção nacional e, com isso, incentiva a criação de empregos fora do Brasil.
 

O Senado aprovou, então, a Resolução 13, que fixou uma alíquota interestadual de 4% para os produtos com conteúdo importado superior a 40%. Com essa alíquota, acreditam os especialistas, os governos estaduais não terão margem para continuar com a "guerra dos portos". É interessante observar também que a medida é o primeiro passo para a adoção do princípio do destino na apropriação da arrecadação do ICMS, quando as alíquotas interestaduais de todos os produtos serão reduzidas e unificadas em 4%.
 

Depois da aprovação da Resolução 13, a questão passou a ser como verificar se um determinado produto tem mais de 40% de conteúdo importado. A resolução do Senado diz que o Confaz "poderá baixar normas" para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI).
 

Vale observar que a participação do Confaz é colocada na resolução como uma possibilidade e não como uma obrigação. Pode-se entender, portanto, que a resolução é autoaplicável pelos Estados e que a participação do Confaz é para definir um regulamento comum que evite maiores transtornos.
 

O secretário-executivo Nelson Barbosa não vê dificuldade em avaliar o conteúdo importado das mercadorias. Segundo ele, órgãos e instituições financeiras do governo federal verificam, rotineiramente, o componente de nacionalização de produtos antes de conceder alguns créditos ou quando analisam a procedência de mercadorias provenientes de países que fizeram acordos comerciais com o Brasil, como é o caso dos países do Mercosul e do México.
 

Já existe um grupo de trabalho no âmbito do Confaz discutindo essa regulamentação. O assunto será debatido pelos secretários estaduais de Fazenda, durante a reunião de hoje do chamado pré-Confaz, que será realizada em Campo Grande (MS). No dia seguinte, acontece a reunião do Confaz, propriamente dita. O Ministério da Fazenda quer apresentar, na próxima semana, sugestões para a regulamentação da Resolução 13, de acordo com Barbosa.
 

A metodologia discutida no Ministério da Fazenda prevê que, na nota fiscal que emitir, a empresa declare se o produto é nacional ou importado, ou seja, se possui conteúdo importado superior a 40%. Depois de um certo prazo (ainda a ser definido), a empresa terá que apresentar à Secretaria de Fazenda do Estado de origem da mercadoria um relatório com o valor do produto vendido e o valor do conteúdo importado.
 

Como possui notas fiscais da entrada dos bens importados, a Secretaria de Fazenda poderá comprovar a veracidade das informações fornecidas. A Secretaria de Fazenda do Estado de destino da mercadoria terá o direito, de acordo com a proposta de convênio a ser submetida ao Confaz, de solicitar as informações e os devidos comprovantes. Dessa forma, as portas para as fraudes seriam fechadas.
 

Outro ponto em discussão se refere à incidência da nova alíquota interestadual do ICMS durante toda a cadeia produtiva. O aço importado pagará uma alíquota interestadual de ICMS de 4%. No momento seguinte, ele será utilizado na produção de outro bem industrial. No entendimento do Ministério da Fazenda, o conteúdo importado dessa nova mercadoria terá que ser avaliado quando ela for comercializada para outro Estado. Se o conteúdo de importação continuar sendo superior a 40%, o bem pagará de novo 4% de ICMS.
 

O governo quer também, segundo Nelson Barbosa, ouvir as empresas sobre essa regulamentação e pretende fazer reuniões para isso nas próximas semanas. O secretário-executivo trabalha com a perspectiva de que o Confaz terá, até o fim de outubro, uma minuta de proposta. O entendimento do Ministério da Fazenda é o de que essa regulamentação não precisa ser aprovada por unanimidade pelos secretários estaduais que integram o Confaz. Isto porque a Lei Complementar 24 determina que apenas a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados, o que não é o caso.

Fim da guerra dos portos não será adiado

Valor Econômico -

O governo é contra adiar a entrada em vigor da alíquota interestadual de 4% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os produtos importados, informa o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. A alíquota de 4% foi fixada pela Resolução 13 do Senado, de abril deste ano, e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2013.
 
 
O adiamento da vigência da medida foi defendido recentemente pelo coordenador dos Estados no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Claudio Trinchão, em entrevista à repórter Marta Watanabe, do Valor, com o argumento de que ainda não existe consenso entre os técnicos em torno da regulamentação da medida.
 

Para Nelson Barbosa, é possível fazer a regulamentação até o fim de dezembro. "O Confaz já regulamentou questões muito mais complexas do que essa", disse. "É importante preservar a medida, pois ela resultou de uma decisão política dos senadores, que querem criar empregos no Brasil. Não será por dificuldades técnicas que essa decisão não será cumprida", afirmou.
 
 
Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais do ICMS, de 7% e 12%, aplicadas também aos produtos importados. A primeira é utilizada nas operações da região Sul e dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com o restante do país. Com alíquotas tão elevadas, alguns governos estaduais foram levados a conceder incentivos fiscais para que os produtos importados ingressem no país por meio de seus portos e, com isso, ampliar as atividades comerciais em seus territórios.
 

Com os incentivos concedidos, a alíquota efetiva paga é bem inferior aos 12% ou 7% e a empresa que compra o produto leva o crédito do ICMS como se tivesse pago a alíquota cheia. Essa prática foi denominada de "guerra dos portos". O governo federal, os industriais e os presidentes de centrais sindicais de trabalhadores protestaram contra essa prática, com o argumento principal de que ela prejudica a produção nacional e, com isso, incentiva a criação de empregos fora do Brasil.
 

O Senado aprovou, então, a Resolução 13, que fixou uma alíquota interestadual de 4% para os produtos com conteúdo importado superior a 40%. Com essa alíquota, acreditam os especialistas, os governos estaduais não terão margem para continuar com a "guerra dos portos". É interessante observar também que a medida é o primeiro passo para a adoção do princípio do destino na apropriação da arrecadação do ICMS, quando as alíquotas interestaduais de todos os produtos serão reduzidas e unificadas em 4%.
 

Depois da aprovação da Resolução 13, a questão passou a ser como verificar se um determinado produto tem mais de 40% de conteúdo importado. A resolução do Senado diz que o Confaz "poderá baixar normas" para fins de definição dos critérios e procedimentos a serem observados no processo de Certificação de Conteúdo de Importação (CCI).
 

Vale observar que a participação do Confaz é colocada na resolução como uma possibilidade e não como uma obrigação. Pode-se entender, portanto, que a resolução é autoaplicável pelos Estados e que a participação do Confaz é para definir um regulamento comum que evite maiores transtornos.
 

O secretário-executivo Nelson Barbosa não vê dificuldade em avaliar o conteúdo importado das mercadorias. Segundo ele, órgãos e instituições financeiras do governo federal verificam, rotineiramente, o componente de nacionalização de produtos antes de conceder alguns créditos ou quando analisam a procedência de mercadorias provenientes de países que fizeram acordos comerciais com o Brasil, como é o caso dos países do Mercosul e do México.
 

Já existe um grupo de trabalho no âmbito do Confaz discutindo essa regulamentação. O assunto será debatido pelos secretários estaduais de Fazenda, durante a reunião de hoje do chamado pré-Confaz, que será realizada em Campo Grande (MS). No dia seguinte, acontece a reunião do Confaz, propriamente dita. O Ministério da Fazenda quer apresentar, na próxima semana, sugestões para a regulamentação da Resolução 13, de acordo com Barbosa.
 

A metodologia discutida no Ministério da Fazenda prevê que, na nota fiscal que emitir, a empresa declare se o produto é nacional ou importado, ou seja, se possui conteúdo importado superior a 40%. Depois de um certo prazo (ainda a ser definido), a empresa terá que apresentar à Secretaria de Fazenda do Estado de origem da mercadoria um relatório com o valor do produto vendido e o valor do conteúdo importado.
 

Como possui notas fiscais da entrada dos bens importados, a Secretaria de Fazenda poderá comprovar a veracidade das informações fornecidas. A Secretaria de Fazenda do Estado de destino da mercadoria terá o direito, de acordo com a proposta de convênio a ser submetida ao Confaz, de solicitar as informações e os devidos comprovantes. Dessa forma, as portas para as fraudes seriam fechadas.
 

Outro ponto em discussão se refere à incidência da nova alíquota interestadual do ICMS durante toda a cadeia produtiva. O aço importado pagará uma alíquota interestadual de ICMS de 4%. No momento seguinte, ele será utilizado na produção de outro bem industrial. No entendimento do Ministério da Fazenda, o conteúdo importado dessa nova mercadoria terá que ser avaliado quando ela for comercializada para outro Estado. Se o conteúdo de importação continuar sendo superior a 40%, o bem pagará de novo 4% de ICMS.
 

O governo quer também, segundo Nelson Barbosa, ouvir as empresas sobre essa regulamentação e pretende fazer reuniões para isso nas próximas semanas. O secretário-executivo trabalha com a perspectiva de que o Confaz terá, até o fim de outubro, uma minuta de proposta. O entendimento do Ministério da Fazenda é o de que essa regulamentação não precisa ser aprovada por unanimidade pelos secretários estaduais que integram o Confaz. Isto porque a Lei Complementar 24 determina que apenas a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados, o que não é o caso.