domingo, 30 de dezembro de 2012



Liberdade, Igualdade e Fraternidade

- Manoel de Oliveira e Saramago são prémios especiais


O tema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” vai servir de mote para o PortoCartoon - World Festival de 2013.
O convite à participação acaba de ser lançado aos cartunistas de todo o mundo.
Como se pode ler no Regulamento do PortoCartoon 2013, (
http://www.cartoonvirtualmuseum.org/eventos/pc/xv/xvportocartoon_regul.pdf), “vivem-se tempos difíceis e controversos, com o mundo ainda longe dos ideais da revolução francesa: liberdade, igualdade e fraternidade”. Acrescenta o documento, justificando o tema: “O velho mundo está em crise e os chamados 'países emergentes' escondem muita miséria e falta de liberdade real”. Apesar de alguns aparentes 'oásis', lê-se, o individualismo aumenta e, por tudo isso, “vale a pena empunhar, de novo e sempre, os ideais que mudaram o mundo em 1789”.

Excecionalmente são instituidos, nesta edição do PortoCartoon, dois prémios especiais de caricatura, pela sua oportunidade. Um para celebrar os 104 anos do realizador Manoel de Oliveira que continua filmando. É o mais velho cineasta do mundo no ativo. O outro, para evocar José Saramago, premio nobel da literatura, que teria 90 anos, se fosse vivo. 

Esta será a 15ª edição de uma iniciativa do Museu Nacional da Imprensa que tem estado no pódio do cartoon mundial e que começou em 1998, precisamente com o tema das “Descobertas”, na altura inaugurado pelo Presidente Jorge Sampaio.
Georges Wolinski, um dos mais credenciados cartunistas da actualidade, voltará a ser o presidente do Júri, reforçando assim a qualidade selectiva que tem sido apanágio do PortoCartoon.
No conjunto das catorze edições anteriores participaram mais de 7000 cartunistas, dos cinco continentes.
O PortoCartoon tem tido a particularidade de ser subordinado anualmente a um tema de grande relevo internacional. A última edição foi dedicada aos “Ricos, pobres, indignados” e contou com o Presidente da república Cavaco Silva na inauguração. Das edições anteriores poderemos destacar: a Água, a Mudança de Século/Milénio, o Desporto, Gutenberg, a Globalização, Direitos Humanos, as Crises, ‘Aviões e Máquinas Voadoras’ e ‘Comunicação e Tecnologias’.

Prefeitura recebe construção de Centro de Educação 

 

 

Prefeito Gerson Araujo assinou a escritura pública de permuta; área construída  tem 610,71 metros quadrados
O prefeito de Londrina, Gerson Araujo, assinou hoje (28), a escritura pública de permuta com a Associação Metodista de Ação Social (AMAS). A solenidade foi feita no centro de educação infantil recém-construído, na rua Salin Sahão, nº60, no jardim Alto da Boa Vista, região norte.

Como parte da permuta com o Município, a AMAS construiu um Centro de Educação Infantil com  610,71 metros quadrados, num terreno de 1.297,93. O local vai abrigar  as crianças  do Centro de Educação Infantil Antonieta Trindade que serão transferidas para o novo centro que comporta 200 crianças de 0 a 6 anos.

O prefeito Gerson  Araujo disse que a obra foi um presente e parabenizou a todos pelo novo local. ”Parabéns para quem construiu e para quem recebe. É uma obra belíssima e a Prefeitura deveria adotar como modelo, como um padrão para os próximos centros.”

A secretária municipal de Educação, Maria Inês Galvão de Mello, explicou que o local passará a ser um Centro Municipal de Educação Infantil  e deve começar a funcionar em 2013. ”Londrina tem uma demanda reprimida na educação infantil e a região norte tem também essa demanda. O novo centro é muito importante. É um belíssimo trabalho, um presente para a cidade e para as crianças.”

O presidente da AMAS, José Carlos Fioratte, contou que a entidade já manteve três  creches na cidade e esta é a última que mantinham. “A Associação Metodista sai hoje da área educacional, mas continuaremos nossa luta pela assistência social, com ainda mais força e mais ênfase, já  que essa é nossa vocação.”

Além de representantes da AMAS Metodista e da Educação, a solenidade contou com a presença do vereador Rony Alves.

Paraná lidera adesão ao Plano de Agricultura de Baixo Carbono

No Plano Safra 2012/13, foram liberados financiamentos no valor de R$ 174,9 milhões, correspondentes a 572 contratos estabelecidos com produtores paranaenses. Outros 220 contratos, que somam R$ 65,4 milhões, estão em avaliação nos bancos.

Copel conclui lançamento de cabos subaquáticos no litoral


aCom investimentos de R$ 26 milhões, são 22 quilômetros de cabos de energia subaquáticos que irão conectar Guaraqueçaba à Ilha das Peças, Superagui e Ilha do Mel. A ação integra o projeto que leva energia de forma contínua às comunidades das ilhas do litoral paranaense a partir de 2013. Serão atendidas 170 famílias das ilhas que hoje não contam com eletricidade ou tem fornecimento de modo limitado

Governo vai dobrar frota da Polícia Rodoviária Estadual


aO governador Beto Richa autorizou a compra de 118 camionetes transformadas, com cabine dupla, 4x4, sinalizadores acústicos e visuais atualizados e iluminação mais potente, que dará mais segurança ao trabalho da polícia durante as operações noturnas. É a maior aquisição de viaturas para a Polícia Rodoviária nos últimos 20 anos. A licitação, na modalidade de pregão eletrônico, está prevista para janeiro de 2013.

Sanepar bate recorde de ampliação de coleta e tratamento de esgoto


APela primeira vez, em 50 anos de história, a empresa implanta cerca de 100 mil ligações de esgoto em um único ano. Com este acréscimo, ultrapassa o índice de 62% dos imóveis do Estado atendidos com coleta e tratamento do esgoto doméstico. Meta para o ano foi superada há um mês e coloca empresa em destaque no cenário nacional.

Richa enumera resultados e diz estar otimista para o próximo ano


aO governador ressaltou que o Estado vive um novo momento de transparência, diálogo e entendimento e enumerou os investimentos feitos em infraestrutura, segurança pública, educação, habitação e saúde. “No próximo ano, com as finanças organizadas, com os empréstimos internacionais e licitações de obras já realizadas estamos otimistas em avançarmos ainda mais, de forma mais vigorosa e permanente”.

Ordem de serviço da UPA do Jardim do Sol é assinada

 

 

Prefeito Gerson Araujo assina documento para início das obras; expectativa diária de atendimento é de 400 pessoas


O prefeito de Londrina, Gerson Araujo, assinou hoje (28) às 15h, a ordem de serviço para a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim do Sol. A solenidade foi na Avenida Abélio Benatti, 400, esquina com a Rua Saturno, local onde será instalada a UPA. A primeira parte do recurso proveniente do Governo Federal, que corresponde a 10% do montante total, já está no caixa da Prefeitura. No total serão investidos R$ 3.527.735,06, sendo R$ 2.600.00,00 do Governo Federal e R$ 927.735,06 do Município.

Gerson Araujo apontou a importância desse primeiro passo em relação à construção da UPA Jardim do Sol. “Estamos dando a autorização para o início das obras. Essa é uma obra que a população londrinense precisa. Os recursos já estão liberados e a empresa tem o aval para começar a construção. Parabéns aos servidores da Secretaria da Saúde, grandes responsáveis por isso tudo.”

O secretário de Saúde, Edson de Souza, acredita que a nova unidade irá ajudar no desafogamento de outras unidades. “O Pronto Atendimento Municipal, emergências dos hospitais, as próprias UBS, todos trabalham sempre próximos da lotação máxima. Com mais uma Unidade de Atendimento, os enfermos terão um novo local para serem encaminhados, distribuindo melhor essa lotação. A expectativa é de que sejam atendidas cerca de 400 pessoas diariamente.”

Souza lembrou que a obra já está licitada. “Terminamos a licitação e agora com a assinatura dessa ordem de serviço a empresa terá 12 meses para o prazo de execução. Mas como temos a UPA do Jardim Sabará como exemplo, e o projeto é o mesmo, acreditamos que com os aditivos possíveis e os imprevistos, em 18 meses a UPA esteja pronta.”

Souza destacou a experiência com a construção da UPA do Sabará, como algo que pode ajudar na realização de mais uma Unidade de Pronto Atendimento. “Tudo o que aprendemos com a construção da UPA Sabará, nos dá respaldo para corrigirmos os erros que por ventura aconteceram ou fatores que na época não eram possíveis de serem feitos. Por exemplo, enquanto a UPA é construída já vamos nos programar para adquirir equipamentos e contratar pessoal, para que quando a obra for finalizada, já comece a funcionar.”

Manuel Rodrigues do Amaral é líder comunitário e membro honorário do Conselho Municipal de Saúde. Morador do Jardim do Sol, ele comemorou a instalação da UPA no local. “Moro aqui faz 51 anos. Conheço não só o Jardim do Sol como toda Londrina. Acompanhei a primeira construção do bairro e hoje estou aqui para ver a assinatura da UPA. Tenho certeza que será um local que, apesar de construído no Jardim do Sol, irá beneficiar toda a cidade. É um grande presente.”

A UPA do Jardim do Sol será construída em uma área total de 2.068 metros quadrados. O projeto prevê a construção de 16 leitos de enfermaria, seis de urgência e emergência, seis de medicação, seis consultórios, uma sala para atendimento de assistência social e duas salas de classificação de risco. A expectativa diária de atendimento é de 400 pessoas. Além dos recursos de contrapartida, o Município também vai investir cerca de R$800 mil para equipar a nova Unidade de Pronto Atendimento.

Outras ações
O prefeito Gerson Araujo anunciou também a compra de 43 veículos novos para a Secretaria de Saúde, o que representa a renovação de um quarto de toda a frota da pasta, totalizando um investimento de R$ 1.439.239,53. Serão 13 Kombis, uma picape, 26 veículos celta vão substituir os carros mais antigos das Unidades Básicas de Saúde (UBS), que fazem  o serviço Saúde da Família; um veículo celta vai para o programa DST/AIDS e dois veículos corsa vão para o Núcleo de Atenção ao Trabalhador.

Araujo anunciou também a nomeação de mais 47 servidores para a Saúde, sendo 23 deles médicos. O prefeito já convocou também mais 44 servidores para realizar exames e posteriormente ocupar cargos na área da saúde.

Estiveram presentes na solenidade secretários municipais, lideranças comunitárias, servidores da Secretaria de Saúde, moradores do Jardim do Sol e o vereador Rony Alves.

A Conferência deficiente

Por Andrei Bastos
Inclusive - megafone, símbolo de denúncia social.
Por Andrei Bastos *
Seria cômico se não fosse trágico. Quando vi figuras importantes da República dos Deficientes comemorando tolamente felizes, aos risos e tapinhas nas costas, com a mais importante delas até subindo numa cadeira em tentativa de demonstrar autoridade ao ser acusada de golpista, fiquei entre a vergonha alheia e a gargalhada.
Tal cena constrangedora aconteceu quando eram discutidas propostas do grupo de educação da 3ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência. A turma que a protagonizou, que entrou sorrateira e em bloco num determinado momento do dia no plenário, tinha o objetivo claro de votar contra a educação inclusiva.
Mas como é possível pessoas com deficiência serem contra a inclusão pela educação? Ora, isso é o mesmo que perguntar por que negros escravizaram negros, vendendo-os a peso de ouro para os regimes escravagistas, como fez Zé Alfaiate, que depois de comprar sua carta de alforria se tornou o maior traficante de escravos para o Brasil no final do século XVIII.
Por falar em século XVIII, foi logo depois dele, em 1880, que ocorreu o maior retrocesso da história da deficiência no Congresso de Milão, conferência internacional de educadores de surdos, que decidiu excluir a língua de sinais e adotar o oralismo, literalmente amarrando as mãos dos surdos às costas – o que valeu por cem anos.
Pois agora, no século XXI, parece que os “escravagistas” de plantão da 3ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência querem a todo custo superar as marcas de inumanidade e retrocesso relatadas acima e defendem com unhas, dentes e astúcia suas trincheiras de poder político e financeiro. Afinal, tal como Zé Alfaiate, eles procuram manter seus bolsos bem forrados.
E nada pior para assombrar as noites dos “escravagistas” reviventes do que a ameaça de furos nos seus bolsos apresentada pela educação inclusiva – ampla, geral e irrestrita –, especialmente se adotada como política pública federal, de alcance nacional efetivo viabilizado por recursos públicos compatíveis. Com a inversão da equação em que a regra é a ausência de crianças com deficiência nas escolas comuns para a regra da presença maciça dessas crianças em tais escolas, logo estarão extintos os guetos excludentes, segregadores, e altamente lucrativos, que perversamente negam à maioria de tais crianças seu direito ao pleno desenvolvimento cognitivo.
Uma conferência nacional deveria tratar dos aspectos mais amplos e gerais da questão da deficiência e não de situações particulares e de exceção, como são os casos de crianças com deficiência que real e completamente dependem do ensino especial. Tentar transformar em regra geral procedimento cabível apenas em casos excepcionais é defender interesses particulares e inconfessáveis com impudência.
Cabe agora ao Executivo e ao Legislativo a tarefa de reverter este surto de retrocesso, até por inconstitucional, promovido por quem mais deveria querer avançar, mas que, infelizmente, foi manobrado pela manha dos “escravagistas” de plantão contra a inclusão.
* Jornalista.

Inclusão e os labirintos da educação

Por Equipe Inclusive
Labirinto
Por Lucio Carvalho *
Já faz algum tempo que eu desconfio dos trajetos sem percalços. Da realização pessoal custe o que custar. Do sucesso a qualquer custo. Dos resultados, metas, indicadores e dos gráficos-pizza. Desconfio também dos objetivos sublimes e metas solenes. E desconfio mais ainda de qualquer projeto educacional cuja métrica seja meramente cumulativa ou comparativa. Que trate de pessoas como se fossem recipientes de um saber sempre suposto, porque nem na ciência mais avançada há verdades absolutas. Eu quero dizer que estamos historicamente nos utilizando de indicadores equivocados para avaliar as pessoas, na escola e também fora dela. E quero insistir que levar a educação inclusiva por esse caminho compete em um risco imponderável.
Por isso pretendo me tornar, em 2013, um pregador do uso do FIB (Felicidade Interna Bruta) ao invés do PIB (Produto Interno Bruto) como único critério cabível para os estudantes, principalmente as crianças, e para seus pais e professores também. Chega de tanto sequestro de felicidade em nome de “desempenho”. Estamos falando de pessoas, não de “economês”. Pode estar certo que muitos de nós não hesitem em adotar a terminologia do mercado até mesmo para avaliar a própria vida, mas não temos o direito de fazer isso a mais ninguém exceto a nós mesmos. Muito menos a nossos filhos ou alunos.
Eu digo isso porque precisamos lidar com os fracassos, conhecê-los em detalhe, e não fugir deles como o diabo foge da cruz. A impressão que tenho, muitas vezes, é de que estamos impregnados de critérios alienígenas, que sequer aos próprios alienígenas se prestam. Apesar disso, nos últimos anos não posso mais contar nos dedos as histórias de sucesso envolvendo as vidas de pessoas com deficiência sobre as quais tomei conhecimento. Falo aqui especialmente das pessoas com deficiência intelectual de quem se espera, inclusive, que não reportem traços de sua deficiência, num tipo de reconhecimento social bastante típico desta época.
A mensagem que temos deixado é de que é preciso que as crianças, as com deficiência ou qualquer outro tipo de dificuldade, superem as dificuldades, custe isso o que lhes custar. Nos portamos como seus credores, como se tivéssemos algum crédito em manter uma vida tão sem equilíbrio, uma sociedade tão pouco solidária e tão deslavadamente competitiva. Na verdade, não temos nenhum crédito. Gastamos todas as fichas mantendo a estrutura das coisas, os tais paradigmas e também as esferas de poder. Temos nossa culpa, mas não a admitiremos em público. Mais fácil é apontar o erro dos outros. Vamos assim, sem perceber que o erro é uma oportunidade e que, sem ele, não temos onde nos firmar.
Há alguns anos, em entrevista, o escritor italiano Umberto Eco declarou que toda a graça, para o caçador, consiste em ir a caça, não em observar a presa, abatida, definitivamente imóvel. Em nossa tendência de empacotar receitas fácies e venais de felicidade e de decência, temos sido indecentes e infelizes ao imaginar que nossos filhos devam ser um prolongamento de nossa auto-imagem e que tudo que saia desse script seja erro e incorreção. Nossas instituições também são assim, valem-se da mesma ideologia. Lavam as mãos assim como nós lavamos as nossas. Sem culpa. Os erros são sempre alheios, mesmo quando refletem claramente que nossas opções não tem servido nem sequer a nós mesmos.
Eu temo por aqueles que afirmam terem encontrado a receita ideal (obviamente a única certa) de inclusão, de educação inclusiva, de respeito à diversidade e até mesmo de busca por igualdade. Não percebem que estão tocando como se numa escultura de areia que, por mais que possamos mantê-la intocada com o objetivo de contemplação, algo como o vento se encarregará de desmanchar, porque feita igualmente de uma concepção arbitrária, como a que tem pretensão de substituir. Nesse ciclo, haverá certamente novos casos de sucesso que voltarão a ganhar a mídia – por menos espetaculosos que pretendam ser – e tantos outros fracassos, que não serão sequer reportados.
A educação inclusiva está cheia de falhas e erros. E isso, ao invés de fracasso, é um incrível sinal de sucesso. Se tivéssemos de antemão uma educação infalível, nossos resultados – vistos periodicamente pela UNESCO e outros órgãos internacionais – seriam inteiramente outros. Não são. Guiar-se por este modelo, portanto, é como entrar num labirinto, mas sem novelo de lã. Ao invés de ir pelo mesmo caminho, com todos os seus erros e dificuldades, a educação inclusiva continua sendo a oportunidade que falta à educação como um todo em aprender com os erros, ao invés de simplesmente, ano após ano, replicá-los.
* Coordenador-Geral da revista digital Inclusive – inclusão e cidadania (www.inclusive.org.br) e autor de Morphopolis (www.morphopolis.wordpress.com).
Mestrado Profissional em Ciências da Computação inscreve até o dia 8

O Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação da UFPE está com inscrições abertas para os interessados em participar da Seleção 2013 para o curso de mestrado profissional na área de concentração de Sistemas de Informação com ênfase em Gestão em Tecnologia da Informação. As inscrições devem ser realizadas até 8 de janeiro, pessoalmente ou via procuração, na secretaria do Programa, situada na sala D203 do Centro de Informática (Campus Recife), de segunda à sexta-feira, entre 9h e 12h e 13h e 16h.

São oferecidas 20 vagas, além das duas disponibilizadas adicionalmente para os candidatos que concorrerem na condição de servidor da UFPE, conforme estabelece a Resolução No 1/2011 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPE. A seleção, formada por Avaliação do Pré-Projeto de Pesquisa e Avaliação do Curriculum Vitae, será realizada em janeiro de 2013. O resultado final será divulgado dia 28 do mesmo mês e as aulas terão início em 22 de fevereiro.


Handebol brasileiro teve ano de conquistas e reconhecimento


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Handebol brasileiro ganhou o patrocínio dos Correios


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Metodista/São Bernardo conquistou o sétimo título da Liga Nacional Feminina




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Alexandra foi indicada ao Prêmio de Melhor do Mundo

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Seleção Masculina conquistou vaga para o Mundial com a prata no Pan-Americano


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Seleção Feminina obteve melhor resultado da história em Londres



Posição inédita da Seleção Feminina nos Jogos Olímpicos provou o potencial da modalidade em busca de resultados ainda melhores
Santo André (SP) - O ano de 2012 foi de muito trabalho e conquistas para o handebol brasileiro. O final de um ciclo e o começo de outro mostraram todo o potencial da modalidade para a conquista de resultados ainda mais expressivos, inclusive de uma medalha olímpica. Enquanto a Seleção Feminina garantiu a sexta posição, resultado inédito, nas Olimpíadas de Londres e despertou o interesse da mídia e da torcida brasileira, o masculino assegurou a vaga para o Campeonato Mundial da Espanha, em janeiro de 2013, com o vice-campeonato Pan-Americano, disputado na Argentina.

A Seleção Feminina teve um período bastante intenso com a preparação para os Jogos Olímpicos. Sob o comando do técnico dinamarquês, Morten Soubak, a equipe fez várias fases de treinamento no Brasil e na Europa e enfrentou adversários de peso na busca de um melhor condicionamento para chegar aos Jogos, como Noruega, Suécia, Bielorrússia, Turquia, Coreia do Sul, Cuba, Alemanha e Holanda. Na competição, foi a sensação com vitórias sobre equipes consideradas favoritas, como Croácia e Montenegro e o primeiro lugar de seu grupo na fase classificatória. Um tropeço contra a Noruega, nas quartas de final, tirou o sonho de uma medalha do caminho das brasileiras, mas não a esperança de alcançar o resultado em um futuro bem próximo.

O bom desempenho do Brasil chamou a atenção da mídia e dos outros países que passaram a respeitar ainda mais o handebol brasileiro. Com isso, a ponta Alexandra Nascimento foi indicada ao prêmio de melhor jogadora do Mundo pela Federação Internacional de Handebol, ao lado de outras quatro jogadoras, todas europeias. O resultado ainda não foi divulgado.

A Seleção Masculina retornou ao comando do técnico espanhol Jordi Ribera, que esteve anteriormente à frente do grupo no período de 2004 a 2008. O experiente treinador chegou em junho ao Brasil e, no mesmo mês, teve como primeiro desafio a disputa do Campeonato Pan-Americano, na Argentina. Depois de vencer todos os adversários do campeonato, o time sofreu apenas um resultado negativo na final contra os donos da casa e ficou com a prata, mas garantiu uma das três vagas para o Campeonato Mundial, que será disputado de 11 a 27 de janeiro, na Espanha. Por isso, a agenda da equipe não parou. Foram duas fases de treinamento até aqui que terminaram com a série de dois amistosos contra a Coreia do Sul. Nesta quarta-feira (26), a equipe voltou a se encontrar para a última fase no Brasil, antes de partir para terras espanholas, onde irá disputar antes da estreia na competição, um torneio quadrangular com a equipe da casa, Chile e Japão.

Nas areias, o handebol brasileiro brilhou com um duplo ouro no Campeonato Mundial disputado em Omã no mês de julho. Esse foi o terceiro título dos homens e o segundo das mulheres. No feminino, o Brasil, comandado pela técnica Rossana Marques, derrotou a Dinamarca na final e fez uma excelente campanha, com apenas duas derrotas na competição. Já no masculino, o triunfo foi sobre a Ucrânia e a renovada Seleção de Antônio Guerra 'Peixe' teve apenas um resultado negativo na campanha.

No calendário de competições nacionais, o ano também foi agitado. Na principal delas, a Liga Nacional, o EC Pinheiros (SP) conquistou o tricampeonato no masculino, e a Metodista/São Bernardo (SP) foi a campeã pela sétima vez no feminino. Tudo isso, depois de grandes disputas e jogos equilibrados. Além disso, muitos outros campeonatos, tanto da categoria adulta, quanto das de base, agitaram várias partes do país.

Em 2012, o handebol brasileiro também ganhou parcerias que já estão contribuindo muito para o desenvolvimento da modalidade. A primeira delas foi a da Asics que passou a ser a marca esportiva oficial do handebol. Os novos tênis e uniformes já causaram sensação, principalmente com a Seleção Feminina nos Jogos Olímpicos de Londres. E, no mês de dezembro, os Correios passaram a ser o patrocinador oficial do handebol brasileiro. O apoio da marca será muito importante neste próximo ciclo olímpico para alavancar ainda mais o crescimento da modalidade.

"Na nossa avaliação, foi um ano muito positivo para o handebol", frisou o presidente da Confederação Brasileira, Manoel Oliveira. "Conseguimos a melhor classificação da história em Jogos Olímpicos, com a Seleção Feminina. Isso nos deu uma condição de sermos bem avaliados pelo Comitê Olímpico e pelo Ministério do Esporte e, assim, sermos incluídos no plano medalha. Isso tudo nos deixou muito felizes", complementou.

Para o presidente, as conquistas são excelentes motivos para seguir em busca de ainda mais reconhecimento e resultados. "Ainda temos algumas coisas para serem concluídas, como o Centro de Treinamento da modalidade, em São Bernardo do Campo (SP), que será um componente muito importante no desenvolvimento do handebol. Os nossos novos patrocinadores, os Correios e a Asics, que chegaram este ano, foram outras grandes conquistas, assim como o contrato com a Rede Globo e Globosat, como canais oficiais do handebol. Tudo isso somado faz com que nossa expectativa seja a melhor possível daqui para a frente."
Celesc realiza medições na região de Joinville
Florianópolis,


A Celesc informa aos seus consumidores comerciais e industriais, primários e secundários, da Agência Regional Joinville que a empresa Quark Engenharia Ltda. vai instalar medições e aplicar questionário nessa região, usando medidores de grandezas elétricas, durante um mês, a partir de hoje, 26 de dezembro, para efetuar levantamento de dados do projeto de pesquisa Estimação Dinâmica do Comportamento da Demanda de Consumidores.
Informamos que a Quark irá abrir a caixa de medição e instalar um medidor dentro ou fora da caixa, com o uso de transformador de corrente tipo alicate na fiação de ligação, não interferindo na medição normal da unidade consumidora. Todos os projetos Celesc de P&D são regulamentados pela Resolução Normativa 316/2008 da ANEEL. Informações adicionais podem ser obtidas pelo e-mail dvmd@celesc.com.br ou fone (48) 3271-8329.

Prefeito assina lei que melhora transparência e controle social

 

 

A assinatura foi feita  hoje, na presença de representantes do Observatório de Gestão Pública de Londrina (OGLP) e do Movimento Popular Por Amor à Londrina
O prefeito de Londrina, Gerson Araujo, assinou hoje (26), no período da tarde, em seu gabinete, a lei 11.777 que organiza a política municipal de transparência e controle social, institui a Conferência Municipal de Transparência e Controle Social e cria o Conselho Municipal de Transparência e Controle Social.

A assinatura foi feita durante reunião realizada com representantes do Observatório de Gestão Pública de Londrina (OGPL) e do Movimento Popular Contra a Corrupção - Por Amor a Londrina. O objetivo é melhorar ainda mais a  transparência e controle social do Município.

O prefeito de Londrina Gerson Araujo se mostrou contente em poder assinar a lei antes do final do seu mandato. “Fico muito feliz por ter tomado atitudes e realizado ações importantes durante esses meses que fiquei a frente da Prefeitura, como oficializar essa ferramenta importante que é a lei da transparência. É um mecanismo extremamente necessário para Londrina.”

O presidente do Observatório, Waldomiro Grade, ressaltou a importância da assinatura da lei. “Lutamos pelo recurso bem aplicado. Quando procuramos o prefeito Gerson ele nos atendeu prontamente. A próxima administração já pegará essa política implantada. A população vai poder verificar todos os atos da administração.”

A lei organiza, no âmbito do Município de Londrina, a Política Municipal de Transparência e Controle Social, que tem como objetivo debater e sugerir medidas de aperfeiçoamento dos métodos e sistemas de controle e incremento da transparência na gestão do Poder Público Municipal. Integram a Política Municipal de Transparência e Controle Social, o Conselho Municipal de Transparência e Controle Social e a Conferência Municipal de Transparência e Controle Social.

Santa Rita terá Praça dos Esportes e da Cultura

 

 

A Praça  vai ocupar um espaço de aproximadamente 4.500 metros quadrados; objetivo é promover a cidadania e melhorar as condições de vida da população
O prefeito de Londrina, Gerson Araujo, assinou hoje (26), no período da tarde, a ordem de serviço para a construção da Praça dos Esportes e da Cultura (PEC) do Santa Rita 1. A solenidade contou com a presença de representantes da comunidade. A nova Praça será construída na Rua Ângelo Gaiotto, no jardim Santa Rita I.

O prefeito de Londrina Gerson Araujo, apontou a PEC como um espaço de encontro para os londrinenses. “Nós teremos várias opções de esporte e lazer dentro da Praça. É um projeto muito interessante que vai oferecer para região e para toda cidade, mais um local aprazível onde o londrinense poderá levar sua família para desfrutar de bons momentos.”

O vereador eleito, Wilson Bittencourt, agradeceu em nome da população da zona oeste. “Além do lazer, essa obra tem uma importância social muito grande. São muitas favelas e focos de violência na região. Esse projeto vem para ajudar a combater esse problema social. Nossa região é maior que muitas cidades do Paraná e merecia um espaço como esse. Muito obrigado de coração.”

A Praça  vai ocupar um espaço de aproximadamente 4.500 metros quadrados, com os seguintes equipamentos: quadra poliesportiva coberta; pista de skate; aparelhos para ginástica; parque infantil e pista de caminhada. O local permitirá ações das áreas de cultura, lazer, esportes, formação e qualificação para o  mercado de trabalho, além de serviços de assistência social e inclusão digital.

As ações desenvolvidas na praça terão o objetivo de promover a cidadania e melhorar as condições de vida da população local.  O espaço contará ainda com dois blocos com mais de 700 metros de área construída. Um deles terá salas de multiuso e um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). O outro bloco inclui uma biblioteca e um telecentro equipado com 12 computadores e acesso à internet.

A obra segue os padrões específicos para este tipo de construção, com acústica, iluminação, cabine de som e será entregue com todos os equipamentos necessários ao seu funcionamento como aparelhos de áudio, vídeo e mobiliário, entre outros. O custo da obra está estimado em R$ 2 milhões de reais, incluindo o mobiliário e equipamentos. O recurso é proveniente do Governo Federal e do Município. O início está previsto para os próximos cinco dias e o término para  outubro de 2013.

A PEC será construída pela Construtora Terra Roxa Engenharia Ltda., seguindo as diretrizes do Governo Federal.

Dívidas com a Sercomtel podem ser renegociadas até dia 31

 

 

Os descontos variam de acordo com a forma de pagamento (parcelado ou à vista) e o tempo de atraso da dívida

A campanha de negociação de débitos da Sercomtel vale até a próxima segunda-feira, dia 31. A operadora oferece descontos progressivos, que vão de 25% a 80% para pagamento à vista e de 13% a 40% para pagamento parcelado para consumidores que queiram renegociar suas dívidas.

Os descontos variam de acordo com a forma de pagamento (parcelado ou à vista) e o tempo de atraso da dívida. Quanto mais atrasada estiver a dívida, maior será o desconto.

Os pagamentos parcelados podem ser feitos com uma entrada mais 10 vezes sem juros, sendo que a entrada tem que corresponder a, no mínimo, 30% da dívida e as parcelas mínimas são de R$40.

"É uma oportunidade para o cliente aproveitar o 13º salário para quitar suas dívidas com a Sercomtel contando com excelentes descontos", afirma o diretor administrativo-financeiro da Sercomtel, Claudemir Molina.

Os clientes interessados podem procurar as lojas de atendimento da operadora ou ligar para o número 103 43.

*Lojas de atendimento
1- Rua Prof. João Cândido, 555
2- Av. Saul Elkind, 896
3- Shopping Royal Plaza – Loja 223 – Piso 1
4- Catuaí Shopping – Loja 319
HC apresenta balanço de gestão e desafios para 2013
 
Representantes da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e do Hospital das Clínicas (HC) se reuniram, na última quinta-feira (20), no anfiteatro do hospital, com servidores, professores, estudantes, coordenadores dos diversos serviços e membros sindicais para apresentar as ações realizadas e as perspectivas e desafios para 2013. O processo de adesão à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) também foi abordado na reunião. Compuseram a mesa o reitor da UFPE, Anísio Brasileiro, o vice-reitor Sílvio Romero, e o diretor-superintendente do HC, George Telles.
O reitor Anísio Brasileiro - que está finalizando o seu primeiro mandato – iniciou sua apresentação falando, ou melhor, assegurando que nos meses de janeiro e fevereiro não haverá reunião e nenhuma decisão será tomada em relação à EBSERH, empresa pública criada pelo Governo Federal com o intuito de administrar os hospitais universitários federais. No HC, a adesão à EBSERH vem sendo discutida nos últimos meses. “A UFPE é um espaço da diversidade, da pluralidade de ideias e do diálogo. Todas as sugestões serão bem vindas”, afirma o reitor. Em relação aos avanços da universidade, o reitor falou da execução do orçamento e infraestrutura, da construção do novo estatuto da UFPE e do processo de construção do Planejamento Estratégico da Biblioteca Central.
Na apresentação de George Telles (diretor-superintendente do HC) foi possível visualizar as ações da gestão e os desafios para o próximo ano, incluindo as obras de adequação da estrutura física, renovação tecnológica e de administração financeira. Foram reformados, entre outros setores, a pediatria, centro obstétrico, informática, unidade de imagem, centro cirúrgico e o Serviço de Arquivo Médico e Estatística (Same), local onde estão guardados mais de dois milhões de prontuários.
Entre os principais equipamentos adquiridos no ano passado estão ambulância, ressonância magnética, raio x telecomandado, mamógrafo e o densitômetro – primeiro entre os hospitais públicos do Estado. Quando o assunto é desafio, o diretor é enfático: “Precisamos ter um olhar de como vamos garantir e ampliar as habilitações do hospital”.
Diretoria Administrativa – Durante a reunião de hoje (20), foi anunciado o nome do servidor da UFPE, José Lamartine da Silva, 37 anos, como o novo diretor Administrativo e de Controladoria do HC, em substituição a Marcos Pinto de Carvalho. Lamartine, que tomará posse em janeiro, entrou na universidade em 2010 para o cargo de Assistente Administrativo, lotado no HC, e ocupou a chefia da Unidade de Planejamento do hospital por um ano e oito meses.
Ele é graduado em Administração e Comércio Exterior e está cursando pós-graduação em Planejamento Tributário, na UFPE. “Me sinto lisongeado e é um grande desafio assumir essa diretoria. Pretendo fazer uma gestão democrática, de portas abertas a todos os servidores”.
Engenharia Civil inscreve para seleção de mestrado e doutorado
 
O Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil da UFPE está com inscrições abertas para o concurso de seleção de mestrado e doutorado da primeira entrada do ano letivo de 2013. A inscrição, cujo prazo varia de acordo com o curso, pode ser feita pessoalmente, via procurador ou via Sedex.

Os interessados em participar da seleção do mestrado têm até 11 de janeiro para se inscrever. As áreas e vagas oferecidas para esse nível são Estruturas, com 12 vagas; Geotecnia, que oferece 12 vagas; Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos, com 14 vagas; Transporte e Gestão das Infraestruturas Urbanas, que tem 10 vagas; e Simulação e Gerenciamento de Reservatórios de Petróleo, com oito vagas.

Já as inscrições para a seleção de doutorado variam de acordo com a área. Nas áreas de Estruturas, que tem 8 vagas, e de Geotecnia, que oferece 6 vagas, o prazo para se inscrever vai até 25 de janeiro. Nas áreas de Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos, que possui 12 vagas; de Simulação e Gerenciamento de Reservatórios de Petróleo, com 8 vagas; e de Transportes e Gestão das Infraestruturas Urbanas, que tem 4 vagas, a inscrição termina em 21 de janeiro. Uma vaga será oferecida, adicionalmente, no mestrado e no doutorado para servidores da UFPE que forem aprovados.
Mestrado em Biotecnologia Industrial abre inscrições para seleção 2013
 
O Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Industrial da UFPE vai abrir inscrições, a partir de 2 de janeiro, para interessados em participar do concurso público de seleção e admissão ao corpo discente do curso de mestrado acadêmico do ano letivo 2013. A inscrição deve ser feita até 17 de janeiro, pessoalmente ou via procurador, na secretaria do Programa, no Departamento de Antibióticos do Centro de Ciências Biológicas (CCB), no horário das 8h às 12h, ou ainda via correspondência. A seleção contará com prova de conhecimento, prova de idioma, e avaliação de currículo. São ofertadas 15 vagas.

SOBRE O CURSO – O profissional formado pelo Mestrado em Biotecnologia Industrial do Departamento de Antibióticos da UFPE terá formação para o desenvolvimento de processos e produção de produtos biotecnológicos. No contexto de desenvolvimento econômico e industrial do Estado de Pernambuco, esta formação torna-se cada vez mais procurada.

Alguns exemplos de demandas atuais relacionadas à área podem ser observadas e atendidas como, por exemplo, a produção de metabólitos de interesse industrial, como enzimas microbianas e bioetanol, que tem um impacto regional na valorização da biomassa da palha e do bagaço de cana-de-açúcar; a caracterização química e a avaliação farmacológica de bioprodutos, de grande importância para o setor da saúde, com repercussão para o pólo farmacoquímico de Goiana; o desenvolvimento de processos de biodegradação e de biorremediação, além de estudos toxicológicos, para avaliação do impacto ambiental, no contexto regional da construção da refinaria Abreu e Lima, para a busca de soluções de problemas relacionados com possível contaminação ambiental; e a qualificação do Biotecnólogo para atuação na área acadêmica na geração e aplicação de tecnologias.
Professor do Campus Caruaru é coautor em três obras na área educacional
 
O professor Dilson Cavalcanti, do Núcleo de Formação de Professores/Centro Acadêmico do Agreste (CAA), em Caruaru, é coautor em três obras na área educacional. Os trabalhos publicados abordam temas vinculados à formação docente e à Matemática.

Na obra “Formando professores: Caminhos da Formação Docente” (Editora Ciência Moderna), o artigo publicado pelo professor Dilson Cavalcanti, em parceria com os professores Leandro Diniz (UFRB) e Adriana Richit (UFFS), discute a formação do professor de Matemática na UFRB, situando a contribuição da área de Educação Matemática.

Em “Educação Matemática na Bahia: Panorama Atual e Perspectiva” (Editora Universitária da UESB), Dilson Cavalcanti e a professora Teresa Etcheverria (UFS) fazem um histórico do nascimento da Educação Matemática no Recôncavo da Bahia.

No livro “Formação de Professores: Estratégias Inovadoras no Ensino de Ciências e Matemática” (Editora Universitária da UFRPE), o artigo apresenta os resultados de uma pesquisa sobre a Matemática e seu ensino, na perspectiva de estudantes de um curso de Pedagogia. Contribuíram com o trabalho os estudantes Washington José e Thiago Felipe, do CAA/UFPE, além da professora Marly de Oliveira, do Doutorado em Ensino de Ciências da UFRPE.

O professor Dilson Cavalcanti destaca que os dois primeiros livros têm especial importância por relatarem atividades desenvolvidas enquanto docente da UFRB, que implantaram as discussões sobre a  Educação Matemática e constituíram grupo de pesquisa com relevante papel no cenário baiano da Educação Matemática. Já o último livro destaca-se por representar o primeiro trabalho como docente da UFPE e que contou com a participação de estudantes do CAA sob a orientação do professor.

Dilson Cavalcanti possui Licenciatura em Matemática pela AESA, especialização em Avaliação Educacional pela UFPE e mestrado e doutorado (em andamento) em Ensino de Ciências e Matemática pela UFRPE.
Mestrado Profissional em Gestão Pública lança revista interdisciplinar
 
Acaba de ser lançado o primeiro número da Revista dos Mestrados Profissionais, uma publicação interdisciplinar do Mestrado Profissional em Gestão Pública para o Desenvolvimento do Nordeste (MGP) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com periodicidade semestral e distribuição eletrônica. O dossiê inaugural, disponível online, tem como tema estudos interdisciplinares em gestão pública. Já é possível inscrever textos para a segunda edição.

A revista tem por objetivo a divulgação da produção do conhecimento de discentes, docentes ou pesquisadores que atuem em MPs, através de artigos científicos e resumos expandidos oriundos de dissertações. A meta é atuar como veículo de divulgação e integração dos mestrados profissionais. Seu público-alvo são estudantes, docentes, pesquisadores, consultores e profissionais. A avaliação dos artigos é feita por meio de blind-review (vias cegas) pelo Conselho Editorial.

EQUIPE – A editora responsável é a coordenadora do MGP, Alexandrina Saldanha Sobreira de Moura. O editor de texto e gestão de TI é Edson Araújo (UFPE). Compõem o conselho editorial Fabio Assis Pinho (UFPE), Maria do Carmo de Lima Bezerra (UnB), Isolda Belo da Fonte (Fundaj), José Geraldo Eugênio de França (Itep), Neison Cabral Ferreira Freire (Fundaj), Diogo Henrique Helal (UFPB), Marcelo de Almeida Medeiros (UFPE), Jorge Alexandre Barbosa Neves (UFMG), Andrea Maria Calazans Pacheco Pacífico (UEPB), Luiz Honorato da Silva Junior (UFPE), Cibele Maria Lima Rodrigues (Fundaj), Joaquim de Arruda Falcão Neto (FGV) e Luiz Fernando Macedo Bessa (UnB).
Residentes em anestesiologia do HC-UFPE destacam-se em exame nacional
 
Os médicos residentes de anestesiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE) se destacaram na prova nacional realizada pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), no dia 9 de dezembro. O exame, aplicado anualmente, é destinado a todos os médicos em especialização no Brasil.

O HC/UFPE foi o serviço que teve o maior número de médicos residentes entre as três maiores notas de cada ano de residência. Na avaliação em conjunto –  contando com 92 centros existentes – os residentes do primeiro (R1) e terceiro (R3) ano obtiveram a maior média do País. Já os do segundo (R2) ano ficaram na quinta posição.

Na avaliação individual, o R1 José Alfredo Alves Ferreira Júnior obteve a média 8,75, a maior entre os residentes do primeiro ano. Ele será premiado durante o Congresso Brasileiro de Anestesiologia 2013. O segundo lugar ficou com o R1 Cássio Santos Dias da Silva com a nota 8,0.

O HC também ficou com as terceiras maiores notas empatadas Raphaella Amanda Fernandes e Nídia Katarine Fernandes (R1) e Bruna Rietra Rio e Ana Emília Souza de Lorena (R3).

Ligação do autismo à violência causa revolta 

 

 

  Manuela Andreoni
Thais Lobo
Com Agências Internacionais

26/12/2012 — “Por que o Pedro não gosta da gente“. A pergunta surgiu numa plateia cuja faixa etária não ultrapassava os 9 anos, colegas de Pedro, um menino autista, brasileiro, cuja mãe contratara um terapeuta para explicar o que era a síndrome que afeta uma em cada 88 crianças nos Estados Unidos — um estudo recente da George Washington University aponta para uma a cada 38 em idade escolar no mundo. No Brasil, não há estatísticas oficiais. O desconhecimento da doença, entretanto, acompanha as mais diversas gerações, especialmente nos momentos de comoção geral, em que se buscam respostas para o inexplicável — desta vez, o problema está ligado ao massacre realizado por Adam Lanza, 20 anos, na escola Sandy Hook, na cidade americana de Newtown.
No Brasil, uma lei aprovada no Congresso, hoje na fila para a sanção da presidente Dilma Rousseff, ameaça piorar o cenário. Proposta, a princípio, como um avanço, abre perigosa brecha para a exclusão escolar. O perigo está no artigo 7º, que modifica a punição aos agentes escolares que negam o acesso de autistas a instituições de ensino, isentando de castigo os casos em que “comprovadamente o serviço educacional fora da rede regular de ensino for mais benéfico ao aluno”.
Caso seja referendado pela presidente, será apenas o mais novo de uma série de obstáculos enfrentados por autistas como Pedro, que acabou expulso da escola duas vezes, e só voltou por força de uma ação judicial impetrada por sua mãe, Marie Dorion Schenk. Segundo ela, somente com uma ordem judicial foi possível manter seu filho na escola pública (as particula??††??res não o aceitaram devido a reclamações de outros responsáveis).
O preconceito foi reforçado de maneira dramática pelo massacre da última sexta-feira, quando veio à tona a especulação de que o jovem teria um transtorno do espectro do autismo, possivelmente a Síndrome de Asperger. A suspeita nasceu a afirmação do irmão de que o atirador era “um tanto autista” e, até o momento, é corroborada apenas por relatos de vizinhos e ex-colegas de classe. Bastou isso para que se relacionasse o autismo à violência premeditada, gerando uma onda mundial de revolta entre autistas, familiares e ativistas da conscientização sobre a síndrome.
O autismo é uma condição caracterizada pela deficiência de desenvolvimento social, a dificuldade de comunicação e ocorrência de padrões repetitivos de comportamento. Suas raízes, porém, ainda não são bem compreendidas pela comunidade científica — há mais de cem genes mapeados associados à disfunção. Mas sabe-se que é um transtorno do desenvolvimento que pode variar de leve a grave, tendo a Síndrome de Asperger como forma leve. O autismo clássico, por outro lado, envolve atrasos no desenvolvimento mental e na fala, como representado no cinema por Dustin Hoffman em “Rain Man”, num desempenho premiado com o Oscar de melhor ator.
Indivíduos com transtornos do espectro do autismo muitas vezes são vítimas de bullying na escola e no trabalho, frequentemente sofrem de depressão, ansiedade e pensamentos suicidas. Mas especialistas são categóricos ao afirmar que não há evidência de que eles são mais propensos do que qualquer outro grupo para cometer crimes violentos. Nenhuma das gradações do austimo envolve comportamento violento, típico apenas do transtorno de personalidade antissocial, conhecido popularmente como psicopatia.
Nos Estados Unidos, um médico afirmou, em entrevista à Fox News, que um Asperger??††?? pode ter “um colapso associado ao comportamento violento”. No programa “Piers Morgan Tonight”, da CNN, um convidado disse que um sintoma do autismo é que “algo está faltando no cérebro, uma capacidade de empatia, conexão social” — o que para estudiosos está ligado, na verdade, à dificuldade de interação e não à falta de sentimentos. E a conexão feita, numa matéria do “New York Times”, entre o episódio e o diagnóstico também foi alvo de críticas.Grupos de defesa de pessoas com autismo divulgaram notas de repúdio à cobertura do caso de Newtown. A Sociedade Americana de Autismo escreveu: “Subentender ou sugerir que existe alguma ligação é errado e prejudicial para mais de 1,5 milhão de pessoas não violentas que vivem com autismo a cada dia.”
A grave correlação, porém, não se restringiu a este último massacre. Na esteira do tiroteiro em uma sala de cinema em Aurora, o apresentador Joe Scarborough, da MSNBC, disse que atiradores como James E. Holmes estão “em alguma escala do autismo”.
Para mães e especialistas da área, a repercussão do massacre representa uma regressão no trabalho para conscientizar a sociedade sobre o autismo.
— A verdade é que não há nada que indique que um autista é mais violento do que outras pessoas. É tão relevante falar que ele era Asperger quanto dizer que tinha olhos azuis — diz Andréa Werner, mãe de um menino autista de 4 anos.
Um estudo conduzido pelo Hospital Presbiteriano de Nova York durante cinco anos mostrou que entre as centenas de adultos autistas monitorados nenhum esteve envolvido em ocorrências com uso de armas. Entre as mais de mil crianças e adolescentes também analisados, apenas 2% tiveram casos relatados pelos pais por agressividade contra um não parente — índice menor do que num grupo de controle.
— O autista tem dificuldade de controlar seus impulsos. ??††?? Mas essas ações são direcionadas normalmente ao círculo familiar, até pela dificuldade de relacinamento. É uma agressividade menos elaborada, ligada a uma frustração imediata. Pegar uma arma e entrar numa escola para matar crianças não é um ato impulsivo, é planejado — explica Francisco Assumpção, professor do Instituto de Psicologia da USP e envolvido há 35 anos em estudos de saúde mental infantil, principalmente o autismo.
O diagnóstico da Síndrome de Asperger, uma condição na qual os indivíduos têm habilidades normais de linguagem ou inteligência acima da média em determinados assuntos, mas lutam para entender regras sociais, se popularizou muito nos últimos anos. Alguns jovens adultos com a condição nomeiam-se orgulhosamente de “aspies’’. Temple Grandin, engenheira agrônoma de renome, Craig Newmark, fundador da Craigslist, Bill Gates e até personagens da ficção como Sheldon Cooper, o físico que estrela a série “The Big Bang Theory’’, são apontados comumente como portadores da síndrome.
Mas se houve algum abrandamento do estigma para as pessoas com autismo em um mundo que premia aqueles altamente sociáveis, os especialistas preocupam-se com o fato de que os indivíduos afetados podem agora ter mais um motivo para evitar a divulgação de sua condição a professores, patrões e membros da comunidade — muitas vezes o primeiro passo na sensibilização e difusão do conhecimento.
Foram muitas as histórias ouvidas pela reportagem. Uma mãe que desistiu de contar a verdade a seu filho de 14 anos, que pensa sofrer de déficit de atenção, mas na verdade é Asperger. Outra que pediu para o filho não dizer aos colegas da nova escola que é autista, com medo de represálias. Um rapaz que acaba de passar para um concurso da Petrobras tem medo de que seus novos colegas de trabalho o rotulem como agressivo.
Cinco meses depois de perder o p??††??ai, um adolescente Asperger que ficou confuso com o próprio diagnóstico.
— De repente, caiu por terra toda aquela construção que a gente ergueu, tijolinho por tijolinho. — afirma Daniela Laidens, mãe de uma menina autista de 5 anos, referindo-se à psicóloga Elizabeth Monteiro que fez confusão ao misturar, em entrevista no “Domingão do Faustão”, os conceitos de psicopatia e Asperger. — Eu sabia que, naquele momento, aquele público imenso não ia entender de forma clara. O Brasil não conhece o autismo.
A desinformação sobre a síndrome, porém, não se restringe ao preconceito. A dificuldade de diagnosticar uma criança autista, em especial as gradações mais leves, é enfrentada, constantemente, por mães e pais de autistas. Marie Dorion Schenk, a mãe de Pedro e de outro menino Asperger, conta que, ao consultar um “pediatra renomado”, ouviu que seu filho era “mimado”. Ela só obteve o diagnóstico correto quando foi morar nos Estados Unidos. Para Marie, a importância da conscientização dos pediatras é parte da luta contra a estigmatização dos autistas:
— Quando você lê sobre o assunto, fala-se que o autista se isola. Mas a mãe não percebe isso, porque, com você, ele tem vínculo. Tem muita mãe de criança pequena que, sem um diagnóstico correto, entra em negação mesmo percebendo os sinais do autismo.
Segundo Ricardo Halpern, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, o problema já foi identificado há alguns anos. Ele admite que é preciso mais esforços para capacitar pediatras, mas reforça que já são organizados cursos de capacitação e congressos sobre o tema. Segundo ele, a identificação de transtornos prejudiciais o desenvolvimento das crianças é uma das bandeiras da atual gestão.
— Tudo na criança exige tratamento multidisciplinar. ??††?? Não basta apenas tratar os sintomas. A criança está em desenvolvimento. É preciso fazer a interface entre a escola e a família — defende Assumpção.
O diagnóstico precoce é um dos principais desafios. Normalmente, as síndromes do autismo são identificadas em torno dos 5 anos, mas boa parte dos diagnósticos já sai antes 3 anos. Há casos, entretanto, que a criança já começa a apresentar alguns sintomas aos 9 meses. Nos Aspergers, as mudanças são mais sutis.
— A dificuldade está exatamente no fato de os sintomas serem brandos. É uma sociabilidade que pode parecer bizarra, mas é mais próxima da vida real — aponta Assumpção.
O tratamento para a habilitação dos autistas também é um campo que continua a impor desafios diante da variedade de gradações da síndrome. Hoje existirem dois métodos amplamente difundidos: o Teacch (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children), criado na Carolina do Norte em 1964 e voltado para aqueles quadros mais comprometidos, e o ABA (Applied Behaviour Analysis), que trabalha com a análise de comportamento.
— São poucas as drogas para diminuir os sintomas e facilitar as abordagens de reabilitação. Mas não há regressão. Nos quadros autistas, minimiza-se o prejuízo, o que não significa passar de um autismo grave para leve — explica Assumpção. Às incertezas, soma-se o alto custo dos tratamentos.
Segundo Andréa, nos EUA, recomenda-se um acompanhamento de 40 horas semanais, o que para a mãe de Theo é impraticável. Ela paga de R$ 100 a R$ 150 por hora de terapia para seu filho, fora a mensalidade da escola particular. O plano de saúde paga apenas uma cota de horas de terapia. A dela estourou em março.
— Você pode até entrar na Justiça. Mas acho que não vale a pena. O governo não ajuda. Já morei em um prédio em que o port??††??eiro tinha um filho autista. Só para diagnosticar, demorou anos — lembra.
Mas é o preconceito que as mães e os autistas mais temem. Marie, mãe de Pedro, teve dificuldades para convencer a diretora da escola do filho de que era necessário explicar às crianças a síndrome. Conseguiu uma hora apenas na turma do filho. Na sala de aula, a segunda rodada de perguntas foi bem diferente da primeira, quando as crianças queriam entender por que o menino autista não gostava delas. Marie conta que os colegas de seu filho quiseram saber algo bem simples depois de entenderem o que era a síndrome: “como a gente pode ajudar o Pedro?”.
— Depois disso, melhorou muito.
Novo manual para o autismo
A Síndrome de Asperger, um autismo do tipo leve, foi excluída do novo manual de diagnóstico e estatística para transtornos mentais (DSM, na sigla em inglês) organizado pela Associação Americana de Psiquiatria, o DSM-5, que só será publicado em maio de 2013. Agora, os sintomas de Asperger farão parte do novo item “transtornos do espectro do austismo”, já usado por muitos médicos. A nova denominação abarcará todas as formas de autismo, da mais leve à mais severa. As mudanças foram controversas, já que muitos pacientes com Asperger temem perder benefícios conquistados por terem diagnósticos menos comprometedores. A revisão do manual, usado por psiquiatras de vários países, é a mais importante dos últimos 20 anos.

Secretaria disponibiliza 946 vagas de emprego

 

 

Interessados devem procurar as agências do Sine na rua Prefeito Hugo Cabral, 301; Terminal Urbano Central e Centro Lupércio Luppi, na avenida Saul Elkind

A Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Renda divulga as vagas de emprego existentes na cidade. Ao todo, são oferecidas 946 oportunidades de emprego, que são válidas a partir de hoje (21), até a próxima sexta-feira, 28 de dezembro.

Há vagas com requisitos de ensino fundamental, médio, superior completo ou incompleto, sem exigência de escolaridade, com ou sem experiência. Conforme a vaga for preenchida, ela será automaticamente retirada do sistema. Se não houver procura, permanecerá na lista para a semana seguinte.

Os interessados devem se dirigir às sedes da Agência do Trabalhador de Londrina do Sistema Nacional do Emprego (Sine), em três locais da cidade: rua Prefeito Hugo Cabral, nº 301, das 8h às 18h; Terminal Urbano, na rua Benjamin Constant, das 8h às 14h e no Centro Cultural Lupércio Luppi, na avenida Saul Elkind, 790, região norte, também das 8h às 14h.

Todos devem estar munidos de documentos pessoais, certificados de qualificação, de escolaridade e, essencialmente, da carteira de trabalho com o número do PIS. Para mais informações, basta fazer o cadastro no endereço maisemprego.mte.gov.br. O portal possibilita aos interessados procurar todas as vagas de trabalho disponíveis no país, inclusive em Londrina e região.

O cargo que mais disponibiliza vagas é o de operador de telemarketing com 260 vagas, seguido de pedreiro com 57 vagas.

Mais informações com a Secretaria de Trabalho Emprego e Renda pelo telefone 3334-2525.

Vagas

Açougueiro
Agente de segurança
Ajudante de carga e descarga de mercadoria
Ajudante de laboratório
Ajudante de obras
Armador de estrutura de concreto armado
Arrematadeira
Assistente de faturamento
Assistente de logística de transporte
Assistente de vendas
Atendente de Lanchonete
Atendente de mesa
Auxiliar administrativo de pessoal
Auxiliar contábil
Auxiliar de serviço de copa
Auxiliar de almoxarifado
Auxiliar de Contabilidade
Auxiliar de costura
Auxiliar de cozinha
Auxiliar de enfermagem
Auxiliar de escritório
Auxiliar de lavanderia
Auxiliar de limpeza
Auxiliar de linha de produção
Auxiliar de marceneiro
Auxiliar financeiro
Borracheiro
Camareiro de Hotel
Carpinteiro
Carregador (armazém)
Chapista de lanchonete
Colocador de estruturas metálicas
Conferente de controle de produção
Contínuo
Controlador de entrada e saída
Copeiro
Costureira em geral
Cozinheiro geral
Editor de imagem
Eletricista
Emissor de passagens
Empacotador a mão
Empregado doméstico nos serviços gerais
Encanador
Encarregado de almoxarifado
Estoquista
Faxineiro
Garçom
Inspetor de risco
Instalador de alarme
Jardineiro
Lavador de automóveis
Manobrista
Mecânico de manutenção de automóveis
Mecânico de refrigeração
Montador de estruturas metálicas
Montador de móveis de madeira
Motoboy
Motorista de automóveis
Motorista de caminhão
Oficial de serviços gerais
Operador de caixa
Operador de máquina de bordar
Operador de telemarketing ativo e receptivo
Padeiro
Passadeira de peças confeccionadas
Pedreiro
Pintor de Obras
Pintor industrial
Porteiro
Programador de sistema de computador
Projetista eletrotécnico
Recepcionista bilíngue
Repositor de mercadorias
Serralheiro
Servente de limpeza
Servente de obras
Técnico de enfermagem
Técnico de manutenção elétrica
Técnico de manutenção eletronica
Tecnico em segurança do trabalho
Vendedor interno
Vendedor pracista
Vigia
Vigilante
Zelador
Campanha “O Futuro é Agora” recebe doações até o dia 28

As empresas poderão doar até 1% e as pessoas físicas até 6% de seu imposto de renda ao Fundo Municipal dos Direitos do Idoso de Londrina

A campanha “O Futuro é Agora” realizada pela Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria do Idoso, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI), visa incentivar a comunidade a destinar parte de seu imposto de renda ao Fundo Municipal dos Direitos do Idoso de Londrina (FMDI).

As doações devem ser feitas até 28 de dezembro. As empresas poderão doar até 1% do imposto devido e as pessoas físicas até 6%. Os recursos obtidos serão destinados a projetos que beneficiarão a população idosa de Londrina. Só serão beneficiadas instituições devidamente registradas e fiscalizadas pelo CMDI.

Os recursos obtidos serão destinados a projetos que beneficiarão a população idosa de Londrina. Só serão beneficiadas instituições devidamente registradas e fiscalizadas pelo CMDI.

Para participar da Campanha “O Futuro é Agora”, pessoas físicas e jurídicas poderão fazer sua destinação de Imposto de Renda ao FMDI, através do portal do município http://www1.londrina.pr.gov.br.
As 10 principais ações da PGE em 2012
Florianópolis,


1 – PGE atua em 65 mil novas ações
Em2012, aPGE atuou em cerca de 65 mil novas ações judiciais. Desse total, 24 mil correspondem às ações ajuizadas para cobrar dívidas de contribuintes. Outras 39,5 mil são ações de demandas contra o Estado em três diferentes áreas: Administrativa, Patrimonial e Trabalhista, além de 1,5 mil processos da área Tributária.
A Consultoria Jurídica, por sua vez, analisou 651 processos administrativos, que incluíram a avaliação de projetos de lei submetidos ao governador para sanção ou veto, respostas a consultas formuladas por autoridades públicas, além de sindicâncias e processos disciplinares.
2 - Sancionada lei que cria Defensoria Pública em SC
O governador Raimundo Colombo sancionou, em 2 de agosto, a lei que cria a Defensoria Pública de Santa Catarina. A proposta foi produzida pela PGE/SC e aprovada pela Assembleia Legislativa. A instituição contará com 21 unidades regionais distribuídas por todo o território catarinense. Está prevista a nomeação de 60 defensores e 90 servidores, através de concurso público coordenado pela Procuradoria e que já está na sua etapa final, faltando a prova oral e de títulos.
3 - Núcleo garante economia de R$ 1,9 bilhão para Estado
Vitórias judiciais da PGE, por meio do Núcleo de Gestão e Prevenção de Ações Repetitivas, podem evitar que o Estado pague R$ 1,9 bilhão em ações envolvendo servidores públicos estaduais. O cálculo refere-se ao impacto financeiro nos cofres catarinenses, num período de aproximadamente cinco anos, caso a Justiça deferisse seis diferentes pleitos reivindicados por diversas categorias do funcionalismo e que envolvem centenas de ações. Uma das demandas está relacionada ao pedido de Reajuste da Gratificação de Produtividade pela incorporação de abonos.
4 - Execuções fiscais ajuizadas pela PGE garantem R$ 60 milhões para Santa Catarina
Em 2012, Santa Catarina arrecadou R$ 60 milhões graças ao pagamento, por parte dos devedores, das execuções fiscais ajuizadas pela PGE. Os procuradores da Capital concentraram a maior parte da arrecadação, R$ 31 milhões. Em segundo lugar, a Procuradoria Regional de Blumenau, com R$ 6,6 milhões, seguido por Criciúma e Itajaí, R$ 4,4 milhões; Joinville, R$ 2,9 milhões, e Tubarão, R$ 2,7 milhões.
5 - Procuradoria recalcula valor de cobranças judiciais e Estado deixa de pagar R$ 64,9 milhões
A PGE conseguiu diminuir em R$ 64,9 milhões o valor dos pagamentos que o Estado deve fazer a partir de cobranças judiciais de2012. ASecretaria de Cálculos e Perícias (Secap) da Procuradoria analisou 4,4 mil processos. Cerca de 40% - 1,9 mil - tiveram os valores originais impugnados e recalculados. O cálculo é realizado por contadores da PGE, na fase que antecede ao pagamento dos valores devidos pelo Estado. O trabalho é realizado sob a coordenação do Núcleo de Gestão de Execução, criado em 2012, que autoriza o pagamento final, após o cálculo do Secap.
6 - Criada a Câmara de Conciliação de Precatórios
O Estado de Santa Catarina pode começar a fazer acordos para o pagamento de precatórios, diretamente com os titulares desses débitos estaduais. O procedimento foi definido através do Decreto, assinado pelo governador Raimundo Colombo em março. A lei cria a Câmara de Conciliação de Precatórios, vinculada à PGE, que é responsável por fazer os acordos para o pagamento de precatórios da administração direta e indireta.
7 - Instituição comemora os 30 anos de sua criação
Em 28 de junho, a PGE comemorou seus 30 anos. O ponto alto dos festejos foi a sessão solene realizada na Assembleia Legislativa em homenagem à instituição. Na ocasião, 14 ex-procuradores-gerais receberam a Medalha Conselheiro Mafra, concedida àqueles que prestaram relevantes serviços ao Estado na área jurídica. Durante essa semana, também foi descerrada uma placa comemorativa na sede da Procuradoria, foi celebrada uma cerimônia religiosa e houve homenagens aos 10 servidores mais antigos da Procuradoria.
8 - Procuradoria instala Escritório junto ao TJ/SC
Portaria do procurador-geral do Estado, João dos Passos Martins Neto, criou, como Núcleo Especial dos Órgãos de Execução da Procuradoria Geral do Estado, o Escritório da PGE junto ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O procurador de Estado Ezequiel Pires foi designado para exercer a função no Escritório, entre 1º de março de 2012 e 1º de fevereiro de 2014.
9 - A pedido da PGE, TJ suspende 300 liminares relacionadas a horas extras
O valor das horas extras e do adicional noturno (Indenização de Estímulo Operacional) do servidor público estadual do Sistema de Segurança Pública deve ser calculado com base na remuneração normal do trabalhador, sem o acréscimo de abonos, gratificações e adicionais. Fundamentado nesta argumentação da PGE, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu, em abril, suspender cerca de 300 liminares concedidas por juízes catarinenses que determinavam o pagamento das horas extras e adicionais noturnos baseadas na integralidade da remuneração.
10 - TJ atende à PGE e desobriga Estado a pagar indenização de R$ 100 milhões
Atendendo à PGE, o Tribunal de Justiça reformou, em 19/12, sentença de 1ª instância que obrigava o Estado de Santa Catarina a pagar uma indenização de cerca de R$ 100 milhões a uma empreiteira. Na década de 1990, a construtora ganhou licitação para asfaltar uma rodovia de 12,3 quilômetros no Sul catarinense. Após a paralisação da obra, a empresa impetrou ação pedindo indenização pelo custo improdutivo de maquinário e pessoal. Embora a empresa não tenha provado que o maquinário ficou parado, o juízo da Vara da Fazenda Pública, em 2009, condenou o Estado ao pagamento da indenização de R$ 68 milhões, que atualizado chegaria a R$ 100 milhões.
AMOR: ESTA É A PALAVRA QUE ALIMENTA NOSSOS DESEJOS NESTE NATAL

Esta é a última foto de Mariquinha na Área de Medicina Veterinária da SEDA antes de partir para seu novo lar.

A SRD tornou-se nosso exemplo de superação. Ela foi resgatada das ruas com risco de morte, após atropelamento.

Devido à fratura na coluna, Mariquinha perdeu os movimentos das patas traseiras, mas jamais a eperança, a doçura e a solidariedade aos amigos de quatro patas que ficarão conosco até a adoção.

Região Metropolitana de Curitiba tem a menor taxa de desemprego do País

aDe acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, a taxa de desemprego na RMC em novembro foi de 3,7% da população economicamente ativa. É a menor taxa entre as sete regiões metropolitanas investigadas, e bem abaixo da média nacional, que foi de 4,9%. A taxa de novembro na RMC também é a menor para o mês de novembro desde o início da série histórica, em 2002.

Temporada começa com boas condições para banho em todo o Litoral paranaense

aPrimeiro boletim de balneabilidade mostra que, dos 90 quilômetros de orla, apenas 900 metros estão impróprios para banho, o que corresponde a cinco dos 49 pontos monitorados. O veranista do litoral pode acompanhar a qualidade das águas nas bandeiras instaladas na orla e também em 10 novos totens eletrônicos.

Richa entrega 114 casas e autoriza mais 203 moradias no Norte do Estado

aO investimento total na área da habitação no Paraná ultrapassa R$ 1,5 bilhão, e a meta do governo estadual é atender cerca de 110 mil famílias até final de 2014, sendo 10 mil unidades novas na área rural, além de quatro mil com reformas e ampliações. “Nosso compromisso é chegar em 100% dos municípios do Paraná. Um grande esforço para garantir dignidade aos paranaenses”, disse Richa.

Governo dobra estrutura do Samu para garantir bom atendimento no Litoral


aO Serviço de Atendimento Móvel de Urgência contará com mais sete ambulâncias de simples remoção (uma em cada município) e uma de UTI móvel, com base em Guaratuba. Outro avanço para esta temporada é a implantação da Central de Regulação Médica do Litoral, que vai organizar e garantir mais agilidade ao atendimento.

Bloqueio de empréstimo atrasa investimentos em saúde e educação

aEstado projetou investir R$ 2 bilhões em várias ações do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná, que envolve aproximadamente R$ 2 bilhões. O Banco Mundial quer apoiar o governo estadual com um financiamento de aproximadamente R$ 730 milhões. Segundo o governador Beto Richa, é que para cada R$ 1,00 liberado pelo banco o Estado investirá outros R$ 2,00.
Seleção Brasileira Masculina de Handebol vence Coreia do Sul no segundo amistoso



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Amistosos serviram como preparação para o Mundial


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Seleção Brasileira venceu as duas partidas contra a Coreia do Sul


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Diogo Hubner, armador central


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Arthur Patrianova, armador esquerdo


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Oswaldo Guimarães, armador direito


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Torcida brasileira vibrou com a Seleção



Brasileiros fecharam o placar em 34 a 33 e avaliam como positiva mais essa fase de preparação para o Mundial da Espanha
São Bernardo do Campo (SP) - A Seleção Brasileira Masculina de Handebol foi superior nas duas partidas amistosas disputadas contra a Coreia do Sul. Nesta sexta-feira (21), no Ginásio Poliesportivo Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo (SP), a equipe venceu o segundo jogo por um gol de diferença: 34 a 33 (15 a 15 no primeiro tempo), mas saiu de quadra com a sensação de dever cumprido. O grande desempenho do time mostrou que o grupo segue no caminho certo para a disputa do Campeonato Mundial, que tem início no dia 11 de janeiro, na Espanha. Na quarta-feira (19), as duas equipes fizeram o primeiro jogo do Desafio Internacional, também com vantagem dos brasileiros, que fecharam a partida em 27 a 25.

A convocação oficial do grupo que irá representar o País no Mundial seria divulgada esta noite, porém, devido ao excelente desempenho de todos os jogadores na partida, o técnico Jordi Ribera preferiu adiar a decisão, já que a equipe se reúne novamente no dia 26 para a última fase de treinamentos no Brasil antes do Mundial. Eles fazem as atividades novamente no ABC até o dia 29. Depois disso, são dispensados e se encontram no dia 2 de janeiro, quando viajam para a Espanha. Em Madrid, disputarão um torneio quadrangular com o time da casa, o Chile e o Japão, até o dia 7. Na sequência, seguem para Granollers, sede do grupo A, que, além do Brasil, tem França, Argentina, Tunísia, Montenegro e Alemanha.

O jogo desta sexta-feira foi equilibrado do início ai fim. O Brasil começou a partida atrás no placar. Apesar de uma forte defesa, não foi possível segurar os rápidos ataques dos coreanos que chegaram a ter quatro gols de vantagem com pouco tempo de jogo. Arthur Patrianova foi quem abriu o marcador para a Seleção Brasileira. Os minutos seguintes foram importantes para que o time da casa buscasse a recuperação e, pouco a pouco, conseguiu encostar. Aos 20 minutos, Brasil e Coreia do Sul estavam em igualdade de 12 a 12, mas os adversários conseguiram furar o bloqueio mais uma vez e avançar. Sem desistir, os brasileiros buscaram novamente com contra-ataques certeiros e conseguiram igualar novamente ara fechar o placar do primeiro tempo em 15 a 15.

No segundo tempo, o equilíbrio foi maior ainda. A equipe oriental continuou a impor dificuldades, mas o Brasil soube ter paciência para trabalhar as jogadas e não deixou o ritmo cair, mesmo com a velocidade dos adversários. O placar final foi decidido somente nos últimos instantes, depois de estar em igualdade muitas vezes. O Brasil abriu dois gols quando faltavam apenas dois minutos. Os oponentes ainda fizeram mais um, mas não tiveram tempo para buscar a recuperação.

Para o técnico espanhol, que retornou ao comando da Seleção em junho, mais do que o resultado, o importante foi a postura da equipe em quadra, principalmente quando estava em desvantagem. "Sempre ficamos muito felizes com uma vitória e mais ainda quando sentimos que o grupo está com muita vontade de ganhar", frisou Jordi Ribera. "Nos primeiros oito minutos, estivemos atrás. No segundo tempo acreditamos que podíamos ganhar o jogo e fomos buscar", completou.

Jordi destacou principalmente o desempenho de alguns jovens jogadores que passaram a integrar a equipe recentemente. "Os atletas mais novos foram capazes de dar ritmo ao jogo e mostrar um alto nível, que é o que precisamos."

Um desses jovens atletas é o armador Arthur Patrianova, que lembrou a sequência do trabalho pretendida pelo treinador para os próximos anos. "O trabalho do Jordi é muito bem feito e vai muito além do Mundial de 2013. A proposta dele é um trabalho voltado para os Jogos Olímpicos de 2016 e é nisso que estamos pensando", destacou.

O central Diogo Hubner, um dos mais experientes do time, concorda com o treinador quando frisa a importância dos mais jovens durante o desafio. "O Jordi nos alertou que seria um jogo difícil. Tivemos um começo ruim, mas os jogadores mais novos conseguiram impor um bom ritmo e encaixar melhor os ataques. Tivemos uma boa evolução com relação ao primeiro jogo e é isso que queremos, crescer cada vez mais", completou.

O técnico da Seleção da Coreia do Sul, Sang Sup Lee, afirmou que essas duas partidas serviram como preparação para a equipe coreana. "Nós podemos perceber que a parte física dos nossos jogadores é inferior aos brasileiros e, por isso, eles cansaram mais rápido. Acredito que esse foi um dos pontos que fez com que perdêssemos. Vamos trabalhar mais a nossa parte de resistência para estarmos bem preparados para o Mundial", afirmou.

Para o pivô Chang Young Park, a equipe visitante está se entrosando. Ele aproveitou para destacar a parte física dos brasileiros como um diferencial. "Nós estamos treinando bastante para formamos o nosso ataque e a nossa defesa. Estamos nos conhecendo dentro de quadra e isso é muito positivo. Vamos assistir esses jogos com bastante calma para analisarmos os pontos fracos da Seleção Brasileira. Como ponto forte, posso destacar o porte físico dos brasileiros", analisou.

Seleção Brasileira

Goleiros: Cesar Augusto de Almeida (EC Pinheiros-SP), Luiz Ricardo do Nascimento, Leonardo Tercariol (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e (Metodista/São Bernardo/Besni-SP).

Pivôs: Alexandro Pozzer (EC Pinheiros-SP), Emerson Santos Silva (Unimed/UEM/Maringá-PR) e Vinícius Santos Teixeira (Metodista/São Bernardo/Besni-SP).

Armadores: Arthur Malburg Patrianova (EC Pinheiros-SP), Fernando José Pacheco Filho (EC Pinheiros-SP), Francisco Jorge da Silva (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Guilherme Valadão Gama (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Gustavo Colombelli Alessio (Foz do Iguaçu-PR), Gustavo Nakamura Cardoso (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e Oswaldo Maestro Guimarães (EC Pinheiros-SP).

Centrais: Diogo Kent Hubner (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), João Pedro Francisco da Silva (EC Pinheiros-SP) e Thiago Roberto Torres dos Santos (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP).

Pontas: André Martins Soares (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP), Fábio Rocha Chiuffa (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Gil Vicente de Paes Pires (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP) e Lucas Benedito Cândido (TCC/Unitau/Unimed/Tarumã/Taubaté-SP).