sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Decreto também cria o Comitê de Articulação e Monitoramento das ações de mobilização para enfrentamento ao Aedes aegypti
Em continuidade ao esforço do governo federal para eliminar os eventuais focos do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, chikungunya e Zika – nos prédios públicos e mobilizar os servidores para se engajarem nesta campanha, foi publicado nesta terça-feira (02), no Diário Oficial da União, o decreto que determina adoção de medidas rotineiras de prevenção e combate ao vetor.
Entre as providências estão a realização de campanhas educativas, vistoria e retirada de criadouros do mosquito, além da limpeza das áreas internas e externas e o entorno das instalações públicas. Caberá a cada órgão indicar os servidores responsáveis pela coordenação das ações de sensibilização. 
“O trabalho contra Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue e da Zika, tem que ser permanente e ininterrupta. Só assim, com uma ação continuada, vamos conseguir eliminar os focos do mosquito e impedir a transmissão de doenças, protegendo nossas crianças”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Castro. 
O documento, assinado pela presidente Dilma Rousseff, pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, e pelo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão, também institui o Comitê de Articulação e Monitoramento das ações de mobilização para a prevenção e eliminação de possíveis focos do mosquito. 
O comitê definirá os procedimentos para operacionalização dos agentes públicos, além de acompanhar e avaliar periodicamente o cumprimento pelos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal. A coordenação é do Ministério do Planejamento e será composto também por um representante e um suplente dos ministérios da Saúde e Casa Civil. 
DIA DA FAXINA – Na última sexta-feira (29), o governo federal promoveu uma mobilização nacional dos servidores públicos federais no chamado “Dia da Faxina”, cujo objetivo foi inspecionar e eliminar possíveis focos do mosquito em todos os prédios do governo federal no país. A ação integra o eixo de mobilização do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia e aconteceu em ministérios, autarquias, agências e demais órgãos vinculados, envolvendo cerca de 1,6 milhão de trabalhadores. 
No Ministério da Saúde, o ministro Marcelo Castro se reuniu com os trabalhadores para informar sobre a agenda permanente de combate ao mosquito e convidou os servidores para participarem da mobilização. Em seguida, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Agenor Álvares, participou da ação de inspeção pelos arredores do prédio anexo do órgão com uma equipe de servidores para verificar possíveis focos do mosquito. 
As inspeções de limpeza estão ocorrendo diariamente no Ministério da Saúde e foram intensificadas na última sexta-feira por conta do “Dia da Faxina”. As ações envolvem as empresas contratadas de brigada de incêndio, limpeza, restaurante e manutenção predial do Ministério da Saúde, em todas as unidades localizadas no Distrito Federal. 
Entre as providências adotadas no Ministério da Saúde estão à colocação de grelhas nas saídas de iluminação e ventilação do subsolo para impedir que folhas de árvores possam cair e acumular água, furos nas lixeiras da área externa, limpeza dos refletores e jardins para impedir a proliferação de larvas do mosquito. Foi realizada ainda a limpeza da área dos jardins, retirada e a poda de plantas que acumulam água ao redor dos edifícios. 
Os hospitais, institutos, núcleos estaduais, Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS) e demais unidades ligadas à pasta também foram vistoriados. A ideia é que as ações integrem a rotina de funcionamento das estruturas federais em todo o território nacional. 
O ministro da Saúde, Marcelo Castro, e a secretária de Saúde dos Estados Unidos, Sylvia Burwell, conversaram por teleconferência na tarde desta terça-feira (2). A reunião é um desdobramento da interlocução na semana passada entre a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, e o presidente dos EUA, Barack Obama, para o enfrentamento contra a doença. 
Na conversa, os dois reafirmaram o compromisso dos países no combate ao mosquito Aedes aegypti. Castro e Burbell acertaram que vão buscar cooperação para o desenvolvimento de pesquisas para diagnósticos, vacina e tratamento contra o vírus Zika. Além disso, se comprometeram em acelerar as investigações em curso sobre as infecções causadas por arbovírus, relacionados aos casos de microcefalia e de guillain-barré.
Durante o contato, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) também se colocou à disposição para trabalhar nos aspectos do combate ao mosquito. O órgão norte-americano, desde quando o Brasil decretou emergência de saúde pública de importância nacional no dia 11 de novembro, tem atuado em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil.
Por fim, ficou acertada uma reunião, prevista para o dia 20 de fevereiro, no Brasil, envolvendo técnicos do National Institutes of Health (NIH) e CDC, dos EUA, e técnicos do Ministério da Saúde, do Instituto Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan, entre outros especialistas convidados.
A ação integra o Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia e dá continuidade ao Dia da Faxina realizada na última sexta-feira (29/1). A proposta é envolver as unidades públicas, privadas e filantrópicas do setor em todo o país
Em continuidade as ações de mobilização para enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e o vírus Zika, os serviços de saúde públicos, privados e filantrópicos em todo o país devem realizar nesta quinta-feira (4) a limpeza dos prédios para eliminar possíveis focos do vetor. A ideia é que o conjunto de trabalhadores da saúde promova a ação em todas as instalações, assegurando que os ambientes de trabalho estejam livres do mosquito e garantindo, assim, a segurança de pacientes e seus acompanhantes. A iniciativa integra o eixo de mobilização do Plano Nacional de Enfrentamento ao Aedes e à Microcefalia, coordenado pelo Ministério da Saúde, com envolvimento de mais 19 ministérios e outros órgãos federais.
Para viabilizar a ação, o Ministério da Saúde acionou o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), que enviaram comunicados aos gestores com orientações sobre a mobilização, além da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), Confederação Nacional de Saúde (CNS) e Confederação das Santas Casas de Misericórdia (CMB). O Ministério da Saúde também enviou mensagem para as Salas Estaduais de Coordenação e Controle para o enfrentamento da dengue, chikungunya e Zika.
“O trabalho de combate aos criadouros do Aedes tem de ser permanente. É importante que todos os trabalhadores da saúde continuem engajados nessas ações e façam a limpeza do local continuamente. A melhor forma de enfrentarmos a microcefalia e proteger nossa população é não deixar o mosquito nascer”, destaca o ministro da Saúde, Marcelo Castro. Todas as secretarias estaduais de saúde receberam uma mensagem do ministro convidando para o engajamento na campanha de enfrentamento ao mosquito. A expectativa é de que aqueles que não puderem realizar a ação nesta quinta-feira, que se programem para os próximos dias.
Atualmente a rede de saúde pública conta com cerca de 3 mil hospitais públicos, 1.900 privados sem fins lucrativos e 2.400 privados com fins lucrativos, 400 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), 41 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS), laboratórios e hospitais de excelência. Ao final do dia deve ser realizado um balanço, com registro das ações e adoção de um plano de monitoramento para que cada ambiente continue livre do mosquito, ou seja, uma ação contínua. Os possíveis focos do mosquito, que forem identificados, devem ser repassados à Sala Estadual de Comando e Controle.
DIA DA FAXINA – Na última sexta-feira (29), o governo federal promoveu uma mobilização nacional dos servidores públicos no chamado “Dia da Faxina”, cujo objetivo foi inspecionar e eliminar possíveis focos do mosquito nos prédios. A ação aconteceu em ministérios, autarquias, agências e demais órgãos vinculados, envolvendo cerca de 1,6 milhão de trabalhadores.
No Ministério da Saúde, a inspeção aconteceu dentro e nos arredores dos prédios. Entre as providências que já estão sendo adotadas estão colocação de grelhas nas saídas de iluminação e ventilação do subsolo para impedir que folhas de árvores possam cair e acumular água, furos nas lixeiras da área externa, limpeza dos refletores e jardins para impedir a proliferação de larvas do mosquito. Foi realizada ainda a limpeza da área dos jardins, retirada e a poda de plantas que acumulam água ao redor dos edifícios.
Os hospitais, institutos, núcleos estaduais, Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS) e demais unidades ligadas à pasta também foram vistoriados. A ideia é que as ações integrem a rotina de funcionamento das estruturas federais em todo o território nacional.
Para reforçar as ações de mobilização dos servidores federais, foi publicado no Diário Oficial da União de terça-feira (2), o decreto que determina adoção de medidas rotineiras de prevenção e combate ao vetor em todos os prédios públicos. Entre as medidas estão à realização de campanhas educativas, vistoria e retirada de criadouros do mosquito, além da limpeza das áreas internas e externas e o entorno das instalações públicas. Caberá a cada órgão indicar os trabalhadores responsáveis pela coordenação das ações de sensibilização.
AÇÕES – O crescente número de casos de microcefalia no país, associado ao vírus Zika, é um problema grave que levou o Ministério da Saúde a declarar Situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional em novembro do ano passado. Desde então, o governo federal está mobilizado para estudar e controlar a situação e é importante que essa mobilização se estenda por todo o país.
O Ministério da Saúde encaminhou técnicos para acompanhar a situação nos estados e realiza reuniões periódicas com as secretarias de saúde dos estados e municípios, com divulgação de notas com orientações para gestores e profissionais de saúde. Na última semana, inclusive, todos os prefeitos receberam um vídeo do ministro da Saúde, Marcelo Castro, convocando para uma mobilização nacional de combate ao mosquito.
Também foi formado grupo de especialistas para estudar os casos, além da troca de informações constantes com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS). Profissionais da Atenção Básica e os 18.240 médicos do Programa Mais Médicos também estão envolvidos nas ações de promoção, prevenção e assistência aos pacientes.
Para tratar dos bebês com a malformação, está sendo ampliado o atendimento do plano Viver sem Limite, voltado ao atendimento a pessoa com deficiência, com a implantação de novos centros de reabilitação. Já são mais de 1,5 mil serviços de reabilitação em todo o país, sendo 136 Centros Especializados em Reabilitação (CER). O Ministério da Saúde também está equipando 737 maternidades para a realização do exame PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico), bem como capacitando os profissionais dessas unidades.
Todos os ministérios envolvidos e as Forças Armadas também já estão em ação, reforçando o combate ao Aedes aegypti com 220 mil militares. Funcionários de distribuidoras de energia que fazem a leitura do consumo de eletricidade nas casas e no comércio também passam a integrar a mobilização, identificando possíveis focos do mosquito. E, a partir deste mês, as contas de luz começam a ser distribuídas aos consumidores com informações sobre como evitar focos do mosquito e outras orientações.
O Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério para as ações deste ano, marca presença na folia e vai auxiliar na distribuição de 5 milhões de preservativos 
O Ministério da Saúde vai distribuir 5 milhões de preservativos masculinos, femininos e sachês de gel lubrificante durante o carnaval de rua de 17 cidades, em oito estados e no Distrito Federal. As ações acontecerão nas festas em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Pará, Ceará e Distrito Federal. O Homem Camisinha, personagem criado para a campanha do carnaval deste ano de prevenção ao HIV, Aids e doenças sexualmente transmissíveis, estará presente nas ruas, entre escolas de samba, blocos e trios elétricos. 
A ação integra a campanha de prevenção com foco no carnaval, cujo slogan é “Deixe a camisinha entrar na festa”. A campanha também estará presente em transportes coletivos, TV, rádio e redes sociais. O objetivo é reforçar a importância do preservativo como instrumento de evitar a contaminação, por via sexual, pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. Além dos preservativos, 295 mil abanadores com a mensagem da campanha serão distribuídos aos foliões, e 300 mil filipetas informando sobre a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) estão sendo entregues às unidades de saúde. 
Vídeos da participação do Homem Camisinha na folia de 2016 estão sendo produzidos in loco e serão disseminados nas redes sociais do Ministério da Saúde até o final do carnaval. Já estão disponíveis no Twitter eFacebook os vídeos da passagem do personagem pelo bloco de Preta Gil, ensaio da Portela e pelo metrô do Rio de Janeiro (RJ), na festa pré-carnavalesca do Monobloco, em São Paulo (SP), e em Salvador nas festas Alavontê e de Yemanjá. Os carnavais de rua de Recife, Olinda e Belo Horizonte também terão a presença do Homem Camisinha filmada e postada no Instagram e Youtube, além do Facebook e Twitter. A página oficial da campanha pode ser acessada aqui
Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde referentes ao enfrentamento às DSTs e aids no Brasil apontam que, em 2015, o país bateu recorde de pessoas em tratamento com antirretrovirais: 81 mil brasileiros começaram a se tratar no ano passado, um aumento de 13% em relação a 2014, quando 72 mil pessoas aderiram aos medicamentos. Com o maior número de pessoas com acesso aos antirretrovirais, o país alcançou a marca de 91% das pessoas em tratamento apresentando carga viral indetectável no organismo.   
“O número de pessoas em tratamento representa um recorde histórico. Nunca tanta gente começou a se tratar em um só ano. Isso significa que a campanha realizada pelo Ministério da Saúde no último ano, a #PartiuTeste, funcionou, assim como a campanha do Dia Mundial e as ações que desenvolvemos no âmbito do Programa Nacional de DST, Aids e Hepatite Virais”, comemora o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Fábio Mesquita.    
TESTAGEM E TRATAMENTO - A campanha de Carnaval deste ano reforça o preservativo como a mais importante arma de combate ao HIV e aids, trabalhando a mensagem de prevenção nas ações pré-carnaval e durante as festas. Entre as peças estão filme, jingle para veiculação em rádios e versão estendida da música para os trios elétricos e carros de som. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões na iniciativa. 
O diferencial da campanha deste ano é que, a partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre a profilaxia pós-exposição (PEP). Dessa forma, no período pós-Carnaval, o Ministério continuará incentivando a testagem e o tratamento para os casos de sorologia positiva, completando assim, o tripé da prevenção. 
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO - A profilaxia pós-exposição (PEP) é um procedimento que evita a proliferação do vírus HIV caso o medicamento seja tomado em até 72 horas após a exposição ao vírus, como nos casos de sexo desprotegido. O ideal, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, é que seu uso seja feito nas primeiras duas horas após a exposição ao risco. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no novo protocolo (tenofovir + lamivudina + atazanavir + ritonavir). 
Durante todo o ano de 2015, foram ofertados 42,3 mil tratamentos para Profilaxia Pós Exposição (PEP) em todo o país, um crescimento de 48,7% em relação ao ano de 2014, quando foram dispensados 28,4 mil tratamentos. Os resultados se devem, em grande parte, às ações como o novo Protocolo Clinico de Diretrizes e Tratamento, que simplifica os procedimentos para o uso de medicamentos antirretrovirais após exposição ao vírus do HIV. Publicado em agosto do ano passado, o documento recomenda um esquema único de tratamento a todas as situações. 
Além disso, já está no ar, no site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, uma nova área sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) com informações customizadas para o usuário do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais. O conteúdo inclui a lista das 515 unidades de saúde que ofertam a PEP. 
PRESERVATIVOS – Em 2015, o Ministério da Saúde distribuiu 574 milhões de preservativos (552 milhões masculinos e 22 milhões femininos), superando os 443,8 milhões distribuídos em 2014. Desde novembro, o Ministério emitiu comunicado para que os estados se preparassem para o carnaval. Assim, foram encaminhados, apenas nos meses de novembro e dezembro, 123 milhões de camisinhas. Em janeiro deste ano, nova remessa de 31 milhões foi encaminhada. 
PANORAMA - O total de brasileiros com acesso ao tratamento com antirretrovirais no país mais do que dobrou entre 2009 e 2015, passando de 231 mil pacientes (2009) para 455 mil (2015). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no Brasil. A rede de assistência conta atualmente com 517 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE), além de inúmeras unidades básicas de saúde. 
Atualmente a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,7 casos a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 40 mil casos novos ao ano. Desde o início da epidemia de aids no Brasil – em 1980 –, até junho de 2015, foram registrados no país 798.366 casos de aids. 
O Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para as ações deste ano, marca presença nas festas de rua de Olinda e Recife
O Carnaval de rua de Pernambuco terá este ano a participação do Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para a campanha deste ano de prevenção ao HIV, aids e doenças sexualmente transmissíveis. O personagem estará nesta sexta (05), na festa oficial de abertura do Carnaval de Recife, no Marco Zero da cidade, levando mensagens de prevenção e distribuindo camisinhas aos foliões pernambucanos.
Na capital pernambucana a ação prosseguirá no sábado (06), durante o desfile do Bloco do Galo da Madrugada, e na segunda-feira (08), nos pontos de concentração dos ônibus e shoppings e nas ruas Paralela e Marquês de Olinda. A ação integra a campanha de prevenção com foco no carnaval, cujo slogan é “Deixe a camisinha entrar na festa”.
Em Olinda, o personagem estará animando os foliões na segunda (08) no Camarote Mansão do Bonfim, na Ladeira da Prefeitura, na entrada do Carmo e nas Ladeiras de Olinda. Durante o desfile dos bonecos gigantes de Olinda, o Homem Camisinha vai desfilar em tamanho gigante, ao lado das atrações do evento. Nessas ações, além de material de prevenção, serão distribuídas 360 mil camisinhas.
O objetivo da campanha do Ministério da Saúde para a folia de 2016 é reforçar a importância do preservativo como instrumento de evitar a contaminação, por via sexual, pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. O Homem Camisinha, um ator devidamente caracterizado, vai circular entre escolas de samba, blocos e trios elétricos de Recife, Olinda, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Ouro Preto. Ao lado disso, o Ministério da Saúde prevê distribuir 5 milhões de preservativos durante a festa, inclusive na forma de dispensersinstalados em bares selecionados. A campanha também estará presente em transportes coletivos, TV, rádio e redes sociais. A página oficial pode ser acessada aqui.
Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde referentes ao enfrentamento às DSTs e Aids no Brasil apontam que, em 2015, o Brasil bateu recorde de pessoas em tratamento com antirretrovirais: 81 mil brasileiros começaram a se tratar no ano passado, um aumento de 13% em relação a 2014, quando 72 mil pessoas aderiram aos medicamentos. O país alcançou a marca de 91% das pessoas em tratamento apresentando carga viral indetectável no organismo.  
“O número de pessoas em tratamento representa um recorde histórico. Nunca tanta gente começou a se tratar em um só ano. Isso significa que a campanha realizada pelo Ministério da Saúde no último ano, a #PartiuTeste, funcionou, assim como a campanha do Dia Mundial e as ações que desenvolvemos no âmbito do Programa Nacional de DST, Aids e Hepatite Virais”, comemora o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Fábio Mesquita.   
OS NÚMEROS NO ESTADO - Em 2015, até 30 de outubro, 17.285 pacientes estavam em tratamento com medicamentos antirretrovirais em Pernambuco, um percentual que já era 90% superior ao total de mineiros em tratamento no ano de 2010 (9.068).
Os casos registrados de Aids no estado foram 1.958 casos em 2014. Isso representa uma taxa de detecção (casos para cada grupo de 100 mil habitantes) de 21,1 em 2014. Em relação à mortalidade, foram registrados 612 óbitos no estado em 2014, com coeficiente de mortalidade de 6,4 casos de óbitos a cada 100 mil habitantes.
Em 2015 foram distribuídos pelo Ministério da Saúde 563,8 mil testes rápidos de HIV para Pernambuco. O estado também recebeu 26,7 milhões de preservativos masculinos e 1 milhão femininos. Desse total, 7,04 milhões de preservativos masculinos e 468 mil femininos foram destinados apenas para a capital Recife.
TESTAGEM E TRATAMENTO - A campanha de Carnaval deste ano reforça o preservativo como a mais importante arma de combate ao HIV e aids, trabalhando a mensagem de prevenção nas ações pré-carnaval e durante as festas. Entre as peças estão filme, jingle para veiculação em rádios e versão estendida da música para os trios elétricos e carros de som. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões na iniciativa.
O diferencial da campanha deste ano é que, a partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre a profilaxia pós-exposição (PEP). Dessa forma, no período pós-Carnaval, o Ministério continuará incentivando a testagem e o tratamento para os casos de sorologia positiva, completando assim, o tripé da prevenção.
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO - A profilaxia pós-exposição (PEP) é um procedimento que evita a proliferação do vírus HIV caso o medicamento seja tomado em até 72 horas após a exposição ao vírus, como nos casos de sexo desprotegido. O ideal, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, é que seu uso seja feito nas primeiras duas horas após a exposição ao risco. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no novo protocolo (tenofovir + lamivudina + atazanavir + ritonavir).
Durante todo o ano de 2015, foram ofertados 42,3 mil tratamentos para Profilaxia Pós Exposição (PEP) em todo o país, um crescimento de 48,7% em relação ao ano de 2014, quando foram dispensados 28,4 mil tratamentos. Os resultados se devem, em grande parte, às ações como o novo Protocolo Clinico de Diretrizes e Tratamento, que simplifica os procedimentos para o uso de medicamentos antirretrovirais após exposição ao vírus do HIV. Publicado em agosto do ano passado, o documento recomenda um esquema único de tratamento a todas as situações.
Além disso, já está no ar, no site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, uma nova área sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) com informações customizadas para o usuário do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais. O conteúdo inclui a lista das 515 unidades de saúde que ofertam a PEP.
PRESERVATIVOS – Em 2015, o Ministério da Saúde distribuiu 574 milhões de preservativos (552 milhões masculinos e 22 milhões femininos), superando os 443,8 milhões distribuídos em 2014. Desde novembro, o Ministério emitiu comunicado para que os estados se preparassem para o carnaval. Assim, foram encaminhados, apenas nos meses de novembro e dezembro, 123 milhões de camisinhas. Em janeiro deste ano, nova remessa de 31 milhões foi encaminhada.
PANORAMA - O total de brasileiros com acesso ao tratamento com antirretrovirais no país mais do que dobrou entre 2009 e 2015, passando de 231 mil pacientes (2009) para 455 mil (2015). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no Brasil. A rede de assistência conta atualmente com 517 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE), além de inúmeras unidades básicas de saúde.
Atualmente a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,7 casos a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 40 mil casos novos ao ano. Desde o início da epidemia de aids no Brasil – em 1980 –, até junho de 2015, foram registrados no país 798.366 casos de aids.
O Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para as ações deste ano, anima as festas de rua de Belo Horizonte e Ouro Preto
O Carnaval de rua de Minas Gerais terá este ano a participação do Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para a campanha deste ano de prevenção ao HIV, aids e doenças sexualmente transmissíveis. O personagem estará neste sábado (07) em Belo Horizonte levando mensagens de prevenção e distribuindo camisinhas aos foliões mineiros. A ação integra a campanha de prevenção com foco no carnaval, cujo slogan é “Deixe a camisinha entrar na festa”. No domingo, o personagem estará animando os foliões de Ouro Preto. Nessas ações, além de material informativo sobre prevenção serão distribuídas 573 mil camisinhas (212 mil em Ouro Preto e 361 mil em Belo Horizonte).
O objetivo da campanha do Ministério da Saúde para a folia de 2016 é reforçar a importância do preservativo como instrumento de evitar a contaminação, por via sexual, pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. O Homem Camisinha, um ator devidamente caracterizado, vai circular entre escolas de samba, blocos e trios elétricos de Recife, Olinda, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Ouro Preto. Ao lado disso, o Ministério da Saúde prevê distribuir 5 milhões de preservativos durante a festa, inclusive na forma de dispensersinstalados em bares selecionados. A campanha também estará presente em transportes coletivos, TV, rádio e redes sociais. A página oficial pode ser acessada aqui.
De acordo com os dados mais atualizados do Ministério da Saúde, em 2015 o Brasil bateu recorde de pessoas em tratamento com antirretrovirais, e alcançou a marca de 91% das pessoas em tratamento com carga viral indetectável no organismo. “O número de pessoas em tratamento representa um recorde histórico. Nunca tanta gente começou a se tratar em um só ano. Isso significa que a campanha realizada pelo Ministério da Saúde no último ano, a #PartiuTeste, funcionou, assim como a campanha do Dia Mundial e as ações que desenvolvemos no âmbito do Programa Nacional de DST, Aids e Hepatite Virais”, comemora o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do ministério, Fábio Mesquita.   
OS NÚMEROS NO ESTADO - Em 2015, até 30 de outubro, 33.573 pacientes estavam em tratamento com medicamentos antirretrovirais em Minas Gerais, um percentual que já era 67% superior ao total de mineiros em tratamento durante todo o ano de 2010 (20.092).
Os casos registrados de Aids no estado foram 2.765 em 2014. Isso representa uma taxa de detecção (casos para cada grupo de 100 mil habitantes) de 13,3 em 2014. Em relação à mortalidade, foram registrados 852 óbitos no estado em 2014, com coeficiente de mortalidade de 3,7 casos de óbitos a cada 100 mil habitantes.
Em 2015 foram distribuídos pelo Ministério da Saúde 543,8 mil testes rápidos de HIV para Minas. O estado também recebeu 28,7 milhões de preservativos masculinos e 255 mil femininos. Desse total, 8,1 milhões de preservativos masculinos e 150 mil femininos foram destinados apenas para a capital Belo Horizonte.
TESTAGEM E TRATAMENTO - A campanha de Carnaval deste ano reforça o preservativo como a mais importante arma de combate ao HIV e aids, trabalhando a mensagem de prevenção nas ações pré-carnaval e durante as festas. Entre as peças estão filme, jingle para veiculação em rádios e versão estendida da música para os trios elétricos e carros de som. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões na iniciativa.
O diferencial da campanha deste ano é que, a partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre a profilaxia pós-exposição (PEP). Dessa forma, no período pós-Carnaval, o Ministério continuará incentivando a testagem e o tratamento para os casos de sorologia positiva, completando assim, o tripé da prevenção.
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO - A profilaxia pós-exposição (PEP) é um procedimento que evita a proliferação do vírus HIV caso o medicamento seja tomado em até 72 horas após a exposição ao vírus, como nos casos de sexo desprotegido. O ideal, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, é que seu uso seja feito nas primeiras duas horas após a exposição ao risco. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no novo protocolo (tenofovir + lamivudina + atazanavir + ritonavir).
Durante todo o ano de 2015, foram ofertados 42,3 mil tratamentos para Profilaxia Pós Exposição (PEP) em todo o país, um crescimento de 48,7% em relação ao ano de 2014, quando foram dispensados 28,4 mil tratamentos. Os resultados se devem, em grande parte, às ações como o novo Protocolo Clinico de Diretrizes e Tratamento, que simplifica os procedimentos para o uso de medicamentos antirretrovirais após exposição ao vírus do HIV. Publicado em agosto do ano passado, o documento recomenda um esquema único de tratamento a todas as situações.
Além disso, já está no ar, no site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, uma nova área sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) com informações customizadas para o usuário do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais. O conteúdo inclui a lista das 515 unidades de saúde que ofertam a PEP.
PRESERVATIVOS – Em 2015, o Ministério da Saúde distribuiu 574 milhões de preservativos (552 milhões masculinos e 22 milhões femininos), superando os 443,8 milhões distribuídos em 2014. Desde novembro, o Ministério emitiu comunicado para que os estados se preparassem para o carnaval. Assim, foram encaminhados, apenas nos meses de novembro e dezembro, 123 milhões de camisinhas. Em janeiro deste ano, nova remessa de 31 milhões foi encaminhada.
PANORAMA - O total de brasileiros com acesso ao tratamento com antirretrovirais no país mais do que dobrou entre 2009 e 2015, passando de 231 mil pacientes (2009) para 455 mil (2015). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no Brasil. A rede de assistência conta atualmente com 517 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE), além de inúmeras unidades básicas de saúde.
Atualmente a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,7 casos a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 40 mil casos novos ao ano. Desde o início da epidemia de aids no Brasil – em 1980 –, até junho de 2015, foram registrados no país 798.366 casos de aids.
O Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para as ações deste ano, anima as festas de rua do Rio de Janeiro
O Carnaval de rua carioca terá este ano a participação do Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para a campanha de prevenção ao HIV, aids e doenças sexualmente transmissíveis. O personagem estará nesta sexta-feira (05) na Festa Carnauol; no sábado (06) nos Blocos Cordão do Bola Preta e Banda de Ipanema; no domingo (07) no Bloco Bengala Fumenga; na segunda (08) no Bloco Sargento Pimenta e no Sambódromo da Marquês da Sapucaí durante o desfile das escolas de samba do Grupo Especial. A ação integra a campanha de prevenção com foco no carnaval, cujo slogan é “Deixe a camisinha entrar na festa”. Nessas ações, além de material de prevenção serão distribuídas 1,04 milhão de camisinhas.
O objetivo da campanha do Ministério da Saúde para a folia de 2016 é reforçar a importância do preservativo como instrumento de evitar a contaminação, por via sexual, pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. O Homem Camisinha, um ator devidamente caracterizado, vai circular entre escolas de samba, blocos e trios elétricos de Recife, Olinda, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Ouro Preto. Ao lado disso, o Ministério da Saúde prevê distribuir, em todo o país, 5 milhões de preservativos durante a festa, inclusive na forma de dispensers instalados em bares selecionados. A campanha também estará presente em transportes coletivos, TV, rádio e redes sociais.
Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde referentes ao enfrentamento às DSTs e Aids no Brasil apontam que, em 2015, o Brasil bateu recorde de pessoas em tratamento com antirretrovirais: 81 mil brasileiros começaram a se tratar no ano passado, um aumento de 13% em relação a 2014, quando 72 mil pessoas aderiram aos medicamentos. O país alcançou a marca de 91% das pessoas em tratamento apresentando carga viral indetectável no organismo.  
OS NÚMEROS NO ESTADO - Em 2015, até 30 de outubro, 60.719 pacientes estavam em tratamento com medicamentos antirretrovirais no estado do Rio de Janeiro, um percentual que já era 76% superior ao total de cariocas atendidos no ano de 2010 (34.474).
Os casos registrados de Aids no estado foram 4.793 em 2014. Isso representa uma taxa de detecção (casos para cada grupo de 100 mil habitantes) de 29,1 em 2014. Em relação à mortalidade, foram registrados 1.821 óbitos no estado em 2014, com coeficiente de mortalidade de 9,5 casos de óbitos a cada 100 mil habitantes.
Em 2015 foram distribuídos pelo Ministério da Saúde 519,5 mil testes rápidos de HIV para todo o estado, que também recebeu 39,3 milhões de preservativos masculinos e 275 mil femininos. Desse total, 20,1 milhões de preservativos masculinos e 255 mil femininos foram destinados apenas para a capital.
TESTAGEM E TRATAMENTO - A campanha de Carnaval deste ano reforça o preservativo como a mais importante arma de combate ao HIV e aids, trabalhando a mensagem de prevenção nas ações pré-carnaval e durante as festas. Entre as peças estão filme, jingle para veiculação em rádios e versão estendida da música para os trios elétricos e carros de som. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões na iniciativa.
O diferencial da campanha deste ano é que, a partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre a profilaxia pós-exposição (PEP). Dessa forma, no período pós-Carnaval, o Ministério continuará incentivando a testagem e o tratamento para os casos de sorologia positiva, completando assim, o tripé da prevenção.
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO - A profilaxia pós-exposição (PEP) é um procedimento que evita a proliferação do vírus HIV caso o medicamento seja tomado em até 72 horas após a exposição ao vírus, como nos casos de sexo desprotegido. O ideal, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, é que seu uso seja feito nas primeiras duas horas após a exposição ao risco. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no novo protocolo (tenofovir + lamivudina + atazanavir + ritonavir).
Durante todo o ano de 2015, foram ofertados 42,3 mil tratamentos para Profilaxia Pós Exposição (PEP) em todo o país, um crescimento de 48,7% em relação ao ano de 2014, quando foram dispensados 28,4 mil tratamentos. Os resultados se devem, em grande parte, às ações como o novo Protocolo Clinico de Diretrizes e Tratamento, que simplifica os procedimentos para o uso de medicamentos antirretrovirais após exposição ao vírus do HIV. Publicado em agosto do ano passado, o documento recomenda um esquema único de tratamento a todas as situações.
Além disso, já está no ar, no site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, uma nova área sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) com informações customizadas para o usuário do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais. O conteúdo inclui a lista das 515 unidades de saúde que ofertam a PEP.
PRESERVATIVOS – Em 2015, o Ministério da Saúde distribuiu 574 milhões de preservativos (552 milhões masculinos e 22 milhões femininos), superando os 443,8 milhões distribuídos em 2014. Desde novembro, o Ministério emitiu comunicado para que os estados se preparassem para o carnaval. Assim, foram encaminhados, apenas nos meses de novembro e dezembro, 123 milhões de camisinhas. Em janeiro deste ano, nova remessa de 31 milhões foi encaminhada.
PANORAMA - O total de brasileiros com acesso ao tratamento com antirretrovirais no país mais do que dobrou entre 2009 e 2015, passando de 231 mil pacientes (2009) para 455 mil (2015). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no Brasil. A rede de assistência conta atualmente com 517 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE), além de inúmeras unidades básicas de saúde.
Atualmente a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,7 casos a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 40 mil casos novos ao ano. Desde o início da epidemia de aids no Brasil – em 1980 –, até junho de 2015, foram registrados no país 798.366 casos de aids.
O Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para as ações deste ano, marca presença nas festas de rua de Salvador
O Carnaval de rua de Salvador terá este ano a participação do Homem Camisinha, personagem criado pelo Ministério da Saúde para a campanha deste ano de prevenção ao HIV, aids e doenças sexualmente transmissíveis. O personagem estará no circuito dos bairros nesta sexta (05), em Cajazeiras, e no sábado (06) em Paripe e Periperi; no Circuito Barra-Ondina entre sábado (06) e terça (09) marcando presença na passagem dos trios elétricos; no Circuito Campo Grande, na segunda (08) e na terça (09); no Pelourinho (Largo da Igreja São Francisco), no sábado (06) e na segunda (08), levando mensagens de prevenção e distribuindo camisinhas aos foliões baianos. A ação integra a campanha de prevenção com foco no carnaval, cujo slogan é “Deixe a camisinha entrar na festa”. Nessas ações, além de material de prevenção serão distribuídas 1 milhão e 43 mil camisinhas na capital baiana.
O objetivo da campanha do Ministério da Saúde para a folia de 2016 é reforçar a importância do preservativo como instrumento de evitar a contaminação, por via sexual, pelo vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis. O Homem Camisinha, um ator devidamente caracterizado, vai circular entre escolas de samba, blocos e trios elétricos de Recife, Olinda, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Ouro Preto. Ao lado disso, o Ministério da Saúde prevê distribuir 5 milhões de preservativos durante a festa, inclusive na forma de dispensersinstalados em bares selecionados. A campanha também estará presente em transportes coletivos, TV, rádio e redes sociais. A página oficial pode ser acessada aqui.
Os dados mais atualizados do Ministério da Saúde referentes ao enfrentamento às DSTs e Aids no Brasil apontam que, em 2015, o Brasil bateu recorde de pessoas em tratamento com antirretrovirais: 81 mil brasileiros começaram a se tratar no ano passado, um aumento de 13% em relação a 2014, quando 72 mil pessoas aderiram aos medicamentos. O país alcançou a marca de 91% das pessoas em tratamento apresentando carga viral indetectável no organismo.  
OS NÚMEROS NO ESTADO - Em 2015, até 30 de outubro, 15.497 pacientes estavam em tratamento com medicamentos antirretrovirais na Bahia, um percentual que já era 136% superior ao de 2010 (6.554 pacientes em tratamento).
Foram registrados no estado 1.878 casos da doença em 2014. Isso representa uma taxa de detecção (casos para cada grupo de 100 mil habitantes) de 12,4 em 2014. Em relação à mortalidade, foram registrados 573 óbitos no estado em 2014, com coeficiente de mortalidade de 3,8 casos de óbitos a cada 100 mil habitantes.
Em 2015 foram distribuídos pelo Ministério da Saúde 652 mil testes rápidos de HIV para a Bahia. O estado também recebeu 27,8 milhões de preservativos masculinos e 1,07 milhões femininos. Desse total, 6,3 milhões de preservativos masculinos e 10 mil femininos foram destinados apenas para a capital Salvador.
TESTAGEM E TRATAMENTO - A campanha de Carnaval deste ano reforça o preservativo como a mais importante arma de combate ao HIV e aids, trabalhando a mensagem de prevenção nas ações pré-carnaval e durante as festas. Entre as peças estão filme, jingle para veiculação em rádios e versão estendida da música para os trios elétricos e carros de som. Foram investidos cerca de R$ 14 milhões na iniciativa.
O diferencial da campanha deste ano é que, a partir da Quarta-Feira de Cinzas, serão distribuídos folhetos nos postos de saúde e outdoors sobre a profilaxia pós-exposição (PEP). Dessa forma, no período pós-Carnaval, o Ministério continuará incentivando a testagem e o tratamento para os casos de sorologia positiva, completando assim, o tripé da prevenção.
PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO - A profilaxia pós-exposição (PEP) é um procedimento que evita a proliferação do vírus HIV caso o medicamento seja tomado em até 72 horas após a exposição ao vírus, como nos casos de sexo desprotegido. O ideal, de acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas, é que seu uso seja feito nas primeiras duas horas após a exposição ao risco. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no novo protocolo (tenofovir + lamivudina + atazanavir + ritonavir).
Durante todo o ano de 2015, foram ofertados 42,3 mil tratamentos para Profilaxia Pós Exposição (PEP) em todo o país, um crescimento de 48,7% em relação ao ano de 2014, quando foram dispensados 28,4 mil tratamentos. Os resultados se devem, em grande parte, às ações como o novo Protocolo Clinico de Diretrizes e Tratamento, que simplifica os procedimentos para o uso de medicamentos antirretrovirais após exposição ao vírus do HIV. Publicado em agosto do ano passado, o documento recomenda um esquema único de tratamento a todas as situações.
Além disso, já está no ar, no site do Departamento de DST, Aids e hepatites virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, uma nova área sobre Profilaxia Pós-Exposição (PEP) com informações customizadas para o usuário do SUS, profissionais de saúde e gestores estaduais e municipais. O conteúdo inclui a lista das 515 unidades de saúde que ofertam a PEP.
PRESERVATIVOS – Em 2015, o Ministério da Saúde distribuiu 574 milhões de preservativos (552 milhões masculinos e 22 milhões femininos), superando os 443,8 milhões distribuídos em 2014. Desde novembro, o Ministério emitiu comunicado para que os estados se preparassem para o carnaval. Assim, foram encaminhados, apenas nos meses de novembro e dezembro, 123 milhões de camisinhas. Em janeiro deste ano, nova remessa de 31 milhões foi encaminhada.
PANORAMA - O total de brasileiros com acesso ao tratamento com antirretrovirais no país mais do que dobrou entre 2009 e 2015, passando de 231 mil pacientes (2009) para 455 mil (2015). Atualmente, o SUS oferece, gratuitamente, 22 medicamentos para os pacientes soropositivos. Desse total, 11 são produzidos no Brasil. A rede de assistência conta atualmente com 517 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), 712 Serviços de Assistência Especializada (SAE), além de inúmeras unidades básicas de saúde.
Atualmente a epidemia no Brasil está estabilizada, com taxa de detecção em torno de 19,7 casos a cada 100 mil habitantes. Isso representa cerca de 40 mil casos novos ao ano. Desde o início da epidemia de aids no Brasil – em 1980 –, até junho de 2015, foram registrados no país 798.366 casos de aids.
No Dia Mundial do Câncer, Inca alerta para excesso de peso e sedentarismo como fatores de risco, e lança as estimativas para 2016
Alimentação saudável e prática de atividades físicas são o binômio-chave para a prevenção de vários tipos de câncer – especialmente os de próstata, mama e cólon e reto (conhecido como câncer de intestino). Esta é a mais importante mensagem do Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (INCA), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, para a campanha “Nós podemos. Eu posso”, lançada nesta quinta (04), no Rio de Janeiro (RJ) para marcar o Dia Mundial do Câncer.

“O Dia Mundial do Câncer é uma oportunidade de o Ministério da Saúde e a sociedade brasileira estimularem hábitos de vida saudáveis e uma alimentação saudável. O tema destacado pelo Inca é extremamente importante, pois lança luzes sobre um fator de risco para câncer ainda pouco conhecido da população, que é a obesidade”, enfatizou no evento o Secretário de Atenção à Saúde do ministério, Alberto Beltrame, que também assinou o texto preliminar das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero. O documento ficará em consulta pública por 30 dias a partir da publicação no Diário Oficial da União.

A campanha “Nós podemos. Eu posso” é promovida mundialmente pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), que congrega mais de 800 organizações em 155 países, os quais também adotarão o lema “We can. I can”. O objetivo é estimular a população de todo o planeta a adotar, individualmente ou em grupo, hábitos de vida saudáveis, como não fumar, reduzir o consumo de bebida alcóolica e evitar exposição aos raios ultra-violetas, além de comer de modo saudável e se exercitar.

Segundo estimativas do Inca, cerca de 15 mil novos casos de câncer no Brasil em 2016 deverão ser atribuídos ao excesso de peso e à obesidade, que aumentaram de forma alarmante nas últimas décadas. De acordo com o órgão, os três tipos de câncer responsáveis pela maior parte dos novos casos da doença em 2016 (excluindo o de pele não melanoma) são fortemente relacionados ao excesso de peso e à obesidade: próstata, mama e cólon e reto.

Mudanças no padrão de alimentação tradicional do brasileiro e o elevado índice de sedentarismo, entre outros fatores, criaram condições para a deflagração de uma verdadeira epidemia de obesidade no país, seguindo tendência verificada em países desenvolvidos.

“O brasileiro está trocando o tradicional feijão com arroz e os alimentos frescos por produtos industrializados de toda sorte, fast food, bebidas açucaradas, biscoitos. Esse processo aconteceu ao longo das últimas décadas e já provoca impactos diretos na incidência de câncer”, afirma Luis Fernando Bouzas, diretor-geral do Inca.

Bouzas enfatiza que a mobilização para o controle da obesidade deve ser ampla e contar com o apoio de entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, a Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, entre outras. Ele informou, em sua fala no evento, que o Inca recebeu da International Agency for Research on Cancer um documento oficial considerando o instituto exemplar em ações de conscientização para o controle da obesidade.

ESTIMATIVAS PARA 2016 - O Inca estima que haverá no Brasil este ano 61.200 novos casos de câncer de próstata, que é o tipo mais comum entre os homens, e 57.960 novos casos de câncer de mama, o mais incidente entre as mulheres. Colón e reto será o terceiro mais incidente, com 34.280 novos casos (16.660 em homens e 17.620 em mulheres).

Além desses três tipos principais, há evidências da relação entre o excesso de peso/obesidade com os seguintes cânceres: esôfago, pâncreas, endométrio (corpo do útero), ovário, rim e vesícula biliar.

Endométrio e ovário apresentam posição relevante em determinadas regiões do país. Entre as mulheres, em 2016, o câncer de endométrio será o quinto mais incidente na Região Sudeste (4.180 novos casos), enquanto o câncer de ovário será o quinto mais incidente (530 novos casos) na Região Centro-Oeste.

AVANÇO DA OBESIDADE - As pesquisas sobre a saúde dos brasileiros indicam com clareza o avanço da obesidade nas últimas décadas. Enquanto na década de 70 cerca de 24% da população adulta apresentavam excesso de peso e 6% obesidade (Estudo Nacional de Despesa Familiar - Endef 1974-1975), na primeira década de 2000 em torno de 41% da população com mais de 20 anos apresentavam excesso de peso e 11% obesidade (POF, 2003).

Dez anos depois, a Pesquisa Nacional de Saúde – PNS de 2013 revelou que esses valores saltaram para 56,9% de excesso de peso e 20,8% de obesidade, o que significa que 82 milhões de brasileiros com mais de 18 anos estão acima do peso adequado.

O processo de mudança do padrão alimentar da nossa população é preocupante, afirma o INCA. A quantidade média per capita comprada de arroz polido e feijão caiu 40,5% e 26,4%, respectivamente, no período de 2003-2009 (Pesquisa de Orçamento Familiar 2002-2003; 2008-2009). Por outro lado, a compra de alimentos ultraprocessados - ou seja, caracterizados por densidade energética elevada e alto teor de gordura, açúcar e sódio -, passou de 20% entre 2002-2003 para aproximadamente 28% entre 2008-2009 (POF 2008-2009).

Em 2013, cerca de 22% da população consumiam doces e bebidas açucaradas em cinco ou mais dias da semana (Pesquisa Nacional de Saúde - PNS, 2013) e 63% dos brasileiros não consumiam a quantidade recomendada de frutas e hortaliças (pelo menos 400 gramas por dia). Para completar o quadro, 46% dos brasileiros eram, em 2013, insuficientemente ativos, ou seja, não praticavam atividade física regularmente.

Os focos da campanha “Nós Podemos. Eu posso” são as atitudes individuais e coletivas para prevenir o câncer, ações como alimentar-se bem e praticar atividade física regularmente. Para obter outras informações e participar da campanha, acesse www.inca.gov.br/wcm/dmdc/2016. O site oficial da campanha mundial, em inglês, pode ser acessado aqui.

DEBATE - O evento de lançamento da campanha no Brasil ocorreu nesta quinta (04) na sede do Instituto, no Rio, com a participação de autoridades do governo e presidentes de sociedades médicas. Na ocasião, houve o debate “Nós podemos, eu posso: atitudes saudáveis para o controle do câncer”, que contou com especialistas do Instituto e a presença de Márcio Villar, que superou o sobrepeso e se tornou um atleta de ponta.

“Se eu não gostar de mim, ninguém vai gostar", disse Villar ao relatar sua experiência. Em 2002, ele pesava 96 kg, e foi quando decidiu mudar de vida. Passou a correr, além de “fechar a boca". Treze anos depois, ele acumula recordes e dá palestras em todo o Brasil sobre como sair do sedentarismo. Ele já fez 509 km na Amazônia, 705 km em montanha, e também corre em favor das pessoas com câncer (doações de alimentos por cada quilômetro percorrido) há sete anos.

Neste Dia Mundial do Câncer, o Inca lançou também o desdobramento por estados e capitais das estimativas para novos casos de câncer em 2016 e 2017. As informações estão no link www.inca.gov.br/estimativa/2016.
A recomendação inclui os viajantes e também aqueles que vão ficar em casa durante o feriado. Foliões devem ficar atentos a criadouros do mosquito, já que o ciclo de reprodução do ovo à forma adulta pode levar de 5 a 10 dias
Se você for viajar durante o carnaval ou, caso resolva ficar na cidade, proteja sua casa e evite a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Para reforçar a importância de eliminar os focos do vetor, o Ministério da Saúde recomenda aos viajantes que, antes de saírem de suas casas, façam uma vistoria para eliminar os recipientes que possam acumular água parada e servir como criadouro do mosquito. Se for ficar na sua cidade, aproveite o feriado e faça essa busca.
O ciclo de reprodução do mosquito, do ovo à forma adulta, pode levar de 5 a 10 dias. Por isso, mesmo em uma viagem curta, é preciso estar atento. Um balde esquecido no quintal ou um pratinho de planta na varanda do apartamento, após uma chuva, podem facilmente se tornar um foco do mosquito e afetar toda a vizinhança. É importante verificar se a caixa d’água está vedada, a calha totalmente limpa, pneus sem água e em lugares cobertos, garrafas e baldes vazios e com a boca virada para baixo, entre outras pequenas ações que podem evitar o nascimento do mosquito. 
Os ovos do mosquito podem ficar aderidos às laterais internas e externas dos recipientes por até um ano sem água. Se durante este período os ovos entrarem em contato com água, o ciclo evolutivo recomeça e, consequentemente a transmissão. Por isso, é necessário lavar os recipientes com água e sabão, utilizando uma bucha. Não importa se você mora em casa ou apartamento, o mosquito Aedes aegypti pode encontrar um recipiente com água parada para depositar os ovos e se reproduzir. São suficientes 15 minutos por semana para fazer a vistoria em toda casa e eliminar todos os possíveis focos do mosquito. 
É importante ficar atento também com a área externa de casa e condomínios, além das piscinas durante esse período. Deve-se manter piscinas e áreas de hidromassagem cobertas e manutenção periódica. Limpe ralos e canaletas externas. Deixe lonas usadas para cobrir objetos bem esticadas, para evitar formação de poças d’água. Atenção com plantas que podem acumular água, como bromélia e babosa. 
GESTANTES - Durante o período do Carnaval as futuras mamães devem manter os cuidados de proteção contra o mosquito Aedes aegypti, como usar repelentes indicados para a gestação, proteger-se da exposição de mosquitos, manter portas e janelas fechadas ou teladas, e, sempre que possível, usar calça e camisa de manga comprida, meias etc. 
No período da gravidez, essa atenção deve ser redobrada. O Ministério da Saúde está investigando o nascimento de bebês com microcefalia relacionada ao vírus Zika. Por isso, a recomendação é que as gestantes façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. 
O Ministério da Saúde considera que a gravidez é uma decisão pessoal, que deve ser avaliada e ponderada pela própria mulher, juntamente à sua família. No entanto, o Ministério da Saúde aconselha às mulheres em idade fértil, e que desejem engravidar, que conversem com seus médicos e sigam as orientações disponibilizadas pelas autoridades de saúde do Brasil, especialmente às relacionadas ao vírus Zika e microcefalia. Na página do órgão (www.saude.gov.br) pode ser encontradas diversas informações para embasar essa análise. 
Ministro da Saúde apresentou a experiência nacional no controle e prevenção do mosquito, além das ações relacionadas às infeções causadas pelo vírus Zika      
O ministro da Saúde, Marcelo Castro, ofereceu aos países do Mercosul e associados treinamento para a realização laboratorial de testes para detecção do vírus Zika. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (3), em Montevidéu, no Uruguai, durante reunião extraordinária entre os representantes de Saúde dos países do Mercosul. A capacitação será feita pelos institutos nacionais do Brasil por meio do exame PCR (Polymerase Chain Reaction). O objetivo é reforçar a capacidade de vigilância epidemiológica da região, acompanhando o comportamento do vírus e propondo ações necessárias para a proteção da população. No mês de janeiro, técnicos do Paraguai, Peru, Uruguai e Equador receberam treinamento do Instituto Evandro Chagas (IEC).
"Temos o desafio de reforçar o sistema de vigilância na região. Para isso, o Brasil quer compartilhar a sua experiência e receber equipes interessadas neste conhecimento. Estamos construindo uma resposta integrada da região contra o vírus Zika", afirmou Castro. O treinamento será feito em grupos de técnicos da região, que também devem trocar experiências locais. No Brasil, os testes estão sendo distribuídos nesta semana para os 24 laboratórios estaduais treinados para a realização dos exames. Assim, em todas as regiões do país será possível realizar a testagem.
Durante sua apresentação, Castro reforçou a necessidade da coordenação de esforços para avançar sobre os desafios do combate ao mosquito Aedes aegypti e do vírus Zika. O governo brasileiro, por exemplo, receberá, no próximo dia 11, representantes do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), que acompanharão a criação de protocolos para a identificação do vírus Zika e dos casos de microcefalia. Já no dia 20, serão reunidos especialistas brasileiros e americanos para discutir a pesquisa de uma vacina.
"O combate ao Aedes aegypti, ao vírus Zika e às demais doenças transmitidas pelo mosquito, deve contar com a união de esforços. Nossa busca é por uma vacina e novas tecnologias. No entanto, a resposta imediata deve ser a eliminação dos locais onde o mosquito pode se reproduzir", reforçou o ministro brasileiro. Castro lembrou o empenho de mais de 300 mil agentes de combates às endemias e agentes comunitários de saúde em território brasileiro nesse esforço. No dia 13, essa mobilização será reforçada por 220 mil militares. No dia 15, ainda, 50 mil militares acompanharão as visitas as residências em todo o país. 
O ministro também destacou a importância da disseminação dos conhecimentos adquiridos. O Ministério da Saúde do Brasil colocou à disposição dos países membros e associados ao bloco os protocolos de vigilância epidemiológica, o de atendimento às gestantes e bebês com microcefalia e o de estimulação precoce, lançados desde o início da decretação de emergência em saúde pública no país. 
REUNIÃO – Durante o encontro as autoridades discutiram ações integradas para o combate às infecções causadas pelo mosquito Aedes aegypti, especialmente o vírus Zika. Os países do bloco assinaram uma declaração de apoio recíproco para o enfrentamento ao vetor, responsável também pela transmissão da dengue e da febre chikungunya.
O evento foi coordenado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que faz a interlocução entre os países-membros para os desafios de controle e prevenção do Aedes e da microcefalia no continente. A iniciativa foi proposta pela presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, em sua participação na última reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos(CELAC), no Equador, no final de janeiro.
O Ministério da Saúde esclarece que está à disposição dos órgãos internacionais desde o início das investigações da relação do vírus Zika com o aumento dos casos de microcefalia no país.
Desde o início de janeiro, representantes da agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (CDC) estão no Brasil desenvolvendo pesquisas em parceria com técnicos do Ministério da Saúde. Nesta quinta-feira (4), encerra-se uma das parcerias com a agência americana, um trabalho de campo que investiga entre a síndrome de Guillain-Barré e sua relação com o vírus Zika, em Salvador (BA). Do total do material coletado na pesquisa de campo, um terço ficará no Brasil e a outra parte seguirá para os Estados Unidos. Esse estudo  foi submetido à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), que aprovou o projeto na íntegra.
A disposição do governo brasileiro com as autoridades internacionais foi reiterada no último dia 29, quando a presidenta Dilma Rousseff telefonou para o presidente americano, Barack Obama, para discutir maneiras de aprofundar a colaboração no desenvolvimento de uma vacina e no combate ao vírus Zika. Como desdobramento da interlocução feita pela presidenta, no início deste mês, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, e a secretária de Saúde dos Estados Unidos, Sylvia Burbell, conversaram por teleconferência para o enfrentamento contra a doença. 
Já está previsto para o dia 11 de fevereiro um novo encontro com outra equipe do CDC que virá ao Brasil para realização de estudos de investigação de campo para identificação de fatores de risco associados a  ocorrência de microcefalia.  No dia 20 de fevereiro, também está prevista uma reunião de alto nível com a participação do CDC,National Institutes of Health (NIH), Fiocruz, Instituto Evandro Chagas (IEC) e o Instituto Butantan para discussão do desenvolvimento da vacina contra o Zika.
Nesta quarta-feira (3/2), o ministro da Saúde participou do encontro de emergência entre 12 ministros latino-americanos para tratar do combate unificado ao vírus Zika, na sede do Mercosul, em Montevidéu. O ministro brasileiro reafirmou à diretora da Organização Pan-Americana de Saúde, Carissa Etienne, que o Brasil está à disposição a passar informações aos países e que, inclusive já recebeu profissionais do Peru para treinamento e testagem do vírus. O país reiterou a disposição em receber e treinar profissionais dos países interessados. Nesse sentido, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, já havia afirmado, durante conferência em Genebra, que o Brasil tem sido ágil nas respostas aos organismos internacionais sobre as investigações da relação do vírus Zika com a microcefalia. 
Mais de 20,7 milhões de imóveis, incluindo domicílios, prédios públicos, comerciais e industriais, foram visitados. Ministério orienta foliões a realizaram vistorias em suas casas neste Carnaval
Mais de 30% dos imóveis brasileiros já foram visitados pelos agentes de saúde e militares das Forças Armadas para o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e Zika. Ao todo, 20,7 milhões, dos 67 milhões de imóveis estimados, receberam equipes para identificação de focos e orientação aos moradores sobre medidas de prevenção ao vetor, conforme balanço da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia. Para reforçar a importância de eliminar os focos do vetor, o Ministério da Saúde recomenda aos viajantes e também aqueles que vão ficar em casa durante o feriado que façam uma vistoria para não deixar recipientes que possam acumular água parada e servir como criadouro do mosquito. 
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O número divulgado nesta sexta-feira (5) é quase o dobro do divulgado no levantamento da última semana, quando foram vistoriados 10,9 milhões de domicílios. O total de imóveis a serem inspecionados foi ampliado para tornar ainda maior a cobertura de combate aos focos do mosquito, passando da meta inicial de 49 milhões de domicílios para os 67 milhões de edificações. Essa diferença inclui visitas a prédios públicos, comerciais e industriais.
“O crescimento contínuo do número de imóveis vistoriados é resultado direto do comprometimento das equipes de combate ao Aedes, na identificação de focos e conscientização da população para as medidas de prevenção. Nesta ação, estados e municípios têm papel fundamental, especialmente agora, com uma meta maior de visitas a imóveis. Todos esses esforços estão sendo comprovados pelos registros das salas estaduais enviados à Sala Nacional, que sistematiza e controla a mobilização para eliminação do vetor”, argumenta o coordenador da Sala, do Ministério da Saúde, Marcus Quito. 
Ao todo, 3.984 municípios, dos 5.570 definidos para serem vistoriados pelas equipes de combate, computaram as ações até 4 de fevereiro. Esse número é 25% superior ao verificado na semana anterior (3.183 cidades). Todos os estados e o Distrito Federal já registram as visitas realizadas no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR). 
Atualmente, o Piauí é o estado com maior percentual de imóveis vistoriados, com 74,6%, seguido da Paraíba (71,7%) e Minas Gerais (67,6%). Em números absolutos, Minas Gerais é a unidade federativa que mais realizou visitas, somando 4,8 milhões. São Paulo totalizou 3,8 milhões, e o Rio de Janeiro, 2,5 milhões. 
INFESTAÇÃO - Durante as visitas, foram identificados 772,9 mil imóveis com focos do mosquito, o que representa 3,89% do total de visitados. A meta é reduzir esse índice de infestação para menos de 1% de imóveis com foco. A Sala Nacional contabilizou a recusa de acesso a 69.214 imóveis, além de 4,7 milhões de domicílios fechados. 
Vale lembrar que, desde o dia 1º, o Governo Federal autoriza a entrada forçada de agentes públicos de combate ao Aedes em imóveis públicos ou particulares que estejam abandonados, ou em locais com potencial existência de focos, no caso de ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local. Para ficar comprovada a ausência de quem autorize a vistoria, é necessário que o agente realize duas notificações prévias, em dias e horários alternados e marcados, num intervalo de dez dias. 
A melhor forma de combater o Aedes aegypti é não deixar o mosquito nascer. Por isso, o governo federal convocou um esforço nacional para que todas as casas do país sejam visitadas para eliminação dos criadouros. As visitas domiciliares são essenciais para o combate ao vetor. No contato constante com a população, os agentes de saúde desenvolvem ações com os moradores, relativas aos cuidados permanentes para evitar depósitos de água nas residências. 
Desde dezembro, mais de 300 mil agentes de combate às endemias, agentes comunitários de saúde e militares reforçam o combate ao Aedes aegypti nas residências. Além disso, no dia 13 essa mobilização será reforçada por 220 mil militares das forças armadas. No dia 15, ainda, 50 mil militares acompanharão as ações de eliminação dos focos do mosquito. 
SALA DE SITUAÇÃO - O Governo Federal instalou a Sala Nacional de Coordenação e Controle do Aedes aegypti e para o Enfrentamento à Microcefalia para gerenciar e monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito. A sala faz parte do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, em resposta à declaração Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional. 
A estratégia do governo federal é intensificar a mobilização nos diversos setores da sociedade. Coordenada pelo Ministério da Saúde, a Sala Nacional é composta pelos ministérios da Integração, da Defesa, do Desenvolvimento Social, da Educação e da Secretaria de Governo da Presidência da República, além de outros órgãos convidados. Todos os estados e o Distrito Federal instalaram suas salas de situação e estão desenvolvendo ações de mobilização e combate ao mosquito. 
MICROCEFALIA – Até o dia 30 de janeiro, o Ministério e os estados investigam 3.670 casos suspeitos de microcefalia em todo o país, 76,7% dos casos notificados. Ao todo, 404 casos já tiveram confirmação de microcefalia e/ou outras alterações do sistema nervoso central, sendo que 17 com relação ao vírus Zika. Outros 709 casos notificados já foram descartados. 
No total, foram registrados 4.783 casos suspeitos de microcefalia relacionada com algum agente infeccioso causador de malformação congênita. Estão entre os agentes infecciosos causadores da malformação: Sífilis, Toxoplasmose, Outros Agentes Infecciosos, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes Viral e vírus Zika. Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015). 
UF
Municípios com Visitas / Total de Municípios
Total de Imóveis
Imóveis Trabalhados
TOTAL
3.984 / 5.570
67.097.881
20.763.800 (30,95%)
Piauí
208 / 224
841.957
628.563 (74,66%)
Paraíba
220 / 223
1.177.843
844.843 (71,73%)
Minas Gerais
831 / 853
7.189.307
4.863.545 (67,65%)
Rondônia
52 / 52
474.400
311.046 (65,57%)
Mato Grosso do Sul
65 / 79
892.480
585.351 (65,59%)
Sergipe
70 / 75
611.386
344.429 (56,34%)
Ceará
183 / 184
2.495.573
1.086.610 (43,54%)
Rio de Janeiro
86 / 92
6.738.009
2.554.908 (37,92%)
Rio Grande do Norte
166 / 167
1.030.466
356.648 (34,61%)
Alagoas
99 / 102
890.930
297.145 (33,35%)
Maranhão
156 / 217
1.477.966
479.246 (32,43%)
Goiás
244 / 246
2.343.397
755.338 (32,23%)
Tocantins
74 / 139
447.460
141.787 (31,69%)
Distrito Federal
1 / 1
930.622
282.318 (30,34%)
Espírito Santo
59 / 78
1.348.991
369.374 (27,38%)
Acre
9 / 22
213.679
53.498 (25,04%)
Mato Grosso
103 / 141
1.047.747
280.022 (26,73%)
São Paulo
594 / 645
16.328.957
3.827.252 (23,44%)
Bahia
290 / 417
4.440.393
1.025.051 (23,08%)
Amazonas
40 / 62
886.361
180.194 (20,33%)
Pernambuco
80 / 185
2.833.053
489.257 (17,27%)
Roraima
11 / 15
135.171
20.735 (15,34%)
Paraná
233 / 399
3.734.729
524.943 (14,06%)
Amapá
4 / 16
193.300
24.723 (12,79%)
Pará
47 / 144
1.840.433
211.732 (11,50%)
Santa Catarina
28 / 295
2.416.910
181.108 (7,49%)
Rio Grande do Sul
31 / 497
4.136.361
44.134 (1,07%)