Primeiro dia de trabalho dos novos guardas começa na região central

Esta sexta-feira (28/9) foi o primeiro dia de trabalho para 60 novos guardas municipais contratados pela Prefeitura. O trabalho começou em pontos estratégicos na região central da cidade: o entorno das praças Eufrásio Correia, Carlos Gomes, Osório, 19 de Dezembro, Tiradentes e Santos Andrade, o Jardim Botânico, o Largo da Ordem e a Rua XV de Novembro.
“Estamos recompondo o quadro de profissionais para oferecer mais segurança a quem passa por esses locais de grande aglomeração de pessoas”, explica o secretário municipal da Defesa Social e Trânsito, Guilherme Rangel. “Por determinação do prefeito Rafael Greca, outros 170 guardas estão sendo chamados e, na sequência, mais 170, totalizando 400 guardas a mais para a corporação”, informa ele.
Os novos guardas assumiram as funções na manhã desta sexta cheios de vontade e de expectativa. Conheça três dos profissionais que compõem a 26ª turma de guardas municipais formados na capital. 
Patrícia Caldas
Reservada, atenta e perspicaz. Patrícia Caldas, de 34 anos, teve as melhores notas nos quatro meses e meio do curso de formação. “Não comecei o curso com o foco de me tornar a primeira colocada, mas sim dar o meu melhor e aprender procedimentos para a parte operacional”, conta ela.
Formada em Engenharia Florestal, há 11 anos deixou o Rio de Janeiro e mudou-se para Curitiba. O objetivo agora é desempenhar as funções da melhor forma possível e aprimorar as técnicas recém-adquiridas.
Gislaine Besen
Elas são minoria (apenas três mulheres no novo grupo), mas já se destacaram. Segunda colocada geral no curso de formação, Gislaine Besen, de 33 anos, chamou a atenção pela precisão e desempenho nas aulas práticas. Até então, trabalhava como vendedora e mantinha contato direto com o público, um ponto que agora, como guarda, facilitará no atendimento ao cidadão. 
“Segurança pública sempre foi um sonho e um objetivo para mim”, compartilha ela, que almeja fazer parte de um dos grupos especiais da corporação.
A admiração pela Guarda Municipal é antiga. “Além da proteção, a GM desempenha um trabalho comunitário expressivo e que tem reflexos na formação dos indivíduos. A prevenção é o fator que fará com que a criança escolha outro caminho que não o tráfico de drogas, por exemplo”, opina a guarda, que também quer cursar a faculdade de Direito.
Rodrigo Prestes
O mais jovem da turma, com 22 anos, Rodrigo Prestes trancou o curso de Radiologia após seis meses para se dedicar aos estudos para o concurso da GM. Até ter a contratação efetivada, trabalhou em uma empresa de tecnologia da informação. Já no curso de formação, o foco foi no melhor desempenho possível.
“Levei bem a sério, estudei da melhor forma que podia e foi ao longo do curso que compreendi melhor o papel social da GM”, relembra ele, que tem interesse em integrar a Patrulha Maria da Penha, composta por guardas municipais que atendem casos de vítimas com medidas protetivas concedidas pelo Poder Judiciário.

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