Município deve regularizar atendimentos no Cemar
A Prefeitura de Aracaju solicitou um prazo de 30 dias para promover as alterações necessárias na estrutura física do local, além de 90 dias para reduzir a fila de pacientes
Na manhã desta terça-feira, 31, uma audiência no Ministério Público Estadual discutiu a situação da demanda reprimida em Fonoaudiologia e terapia ocupacional do Centro de Especialidades Médicas (Cemar) da Prefeitura de Aracaju. A Prefeitura de Aracaju solicitou um prazo de 30 dias para promover as alterações necessárias na estrutura física do local, além de 90 dias para realinhar o projeto de assistência de forma a reduzir a fila de espera dos pacientes.
A promotora Euza Missano informou que o Ministério Público irá esperar o prazo solicitado pela Prefeitura de Aracaju e que após isso, uma nova audiência deverá ser marcada. Na ocasião, a coordenadora do Cemar, Dra. Maria das Graças Barros Costa afirmou que toda a estrutura física que abriga o Serfismo se encontra adequada para oferecer serviços.
“Para a terapia ocupacional em média 100 pacientes são atendidos por mês, com aproximadamente 10 sessões, existindo uma lista de espera de 30 a 40 pacientes”, conta.
Em relação à psicopedagogia a coordenadora disse que não há lista de esper, mas sim uma lista de espera com um total de 40 crianças já criadas que aguardam o início do tratamento, a média dessa lista é de até 20 pacientes por mês. Em relação a estrutura nova do CEMCA com problemas na instalação elétrica, pois o CEMAR não suporta a carga elétrica, o Município de Aracaju se comprometeu no prazo de 30 dias a regularizar a situação, apresentando ao MPE expediente comprobatório da regularidade.
Por conta desse problema na parte elétrica, o local dentro do Cemar onde são realizados os tratamentos acabou ficando com uma demanda reprimida de 354 crianças, sendo que os novos casos chegam a 70 por mês na área de Fonoaudiologia e mais 50 de psicologia.
“Atualmente existem três profissionais fonoaudiólogos no CEMCA, anteriormente eram quatro, mas um pediu demissão. O ideal seria de cinco fonoaudiólogos, mas o espaço não comporta”, finaliza.
A Prefeitura de Aracaju solicitou um prazo de 30 dias para promover as alterações necessárias na estrutura física do local, além de 90 dias para reduzir a fila de pacientes
Na manhã desta terça-feira, 31, uma audiência no Ministério Público Estadual discutiu a situação da demanda reprimida em Fonoaudiologia e terapia ocupacional do Centro de Especialidades Médicas (Cemar) da Prefeitura de Aracaju. A Prefeitura de Aracaju solicitou um prazo de 30 dias para promover as alterações necessárias na estrutura física do local, além de 90 dias para realinhar o projeto de assistência de forma a reduzir a fila de espera dos pacientes.
A promotora Euza Missano informou que o Ministério Público irá esperar o prazo solicitado pela Prefeitura de Aracaju e que após isso, uma nova audiência deverá ser marcada. Na ocasião, a coordenadora do Cemar, Dra. Maria das Graças Barros Costa afirmou que toda a estrutura física que abriga o Serfismo se encontra adequada para oferecer serviços.
“Para a terapia ocupacional em média 100 pacientes são atendidos por mês, com aproximadamente 10 sessões, existindo uma lista de espera de 30 a 40 pacientes”, conta.
Em relação à psicopedagogia a coordenadora disse que não há lista de esper, mas sim uma lista de espera com um total de 40 crianças já criadas que aguardam o início do tratamento, a média dessa lista é de até 20 pacientes por mês. Em relação a estrutura nova do CEMCA com problemas na instalação elétrica, pois o CEMAR não suporta a carga elétrica, o Município de Aracaju se comprometeu no prazo de 30 dias a regularizar a situação, apresentando ao MPE expediente comprobatório da regularidade.
Por conta desse problema na parte elétrica, o local dentro do Cemar onde são realizados os tratamentos acabou ficando com uma demanda reprimida de 354 crianças, sendo que os novos casos chegam a 70 por mês na área de Fonoaudiologia e mais 50 de psicologia.
“Atualmente existem três profissionais fonoaudiólogos no CEMCA, anteriormente eram quatro, mas um pediu demissão. O ideal seria de cinco fonoaudiólogos, mas o espaço não comporta”, finaliza.