| HC atende 250 pessoas no mutirão de aferição de pressão arterial |
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Duzentas e cinquenta pessoas foram atendidas no mutirão de
aferição de pressão arterial realizado nesta sexta-feira (26),
das 8h às 12h, no hall da Portaria 4 do Hospital das
Clínicas. A ação foi promovida pela Clínica de Hipertensão do
HC/UFPE com o objetivo de conscientizar a população sobre o
diagnóstico preventivo e o tratamento da doença no Dia
Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão
Arterial. Pacientes, acompanhantes e funcionários do HC/UFPE aproveitaram a mobilização coletiva para receber dicas de prevenção e informações sobre a doença. Moradora de Serra Talhada, a dona de casa Helena Moreno, 65 anos, foi um dos que participaram da ação. Ela foi ao Hospital marcar uma consulta médica e aproveitou o mutirão para saber se era hipertensa. “Deu tudo normal, mas faço uso de medicamentos para controlar a pressão. Achei a campanha muito legal. Estão todos de parabéns. É sempre importante saber sobre a pressão da gente”, comentou. O coordenador do mutirão e da Clínica de Hipertensão do HC/UFPE, Hilton Chaves, avaliou positivamente a ação. Ele explicou que este número de participantes (250) demonstra que as pessoas têm tido interesse em descobrir o valor da pressão arterial. “Cada vez mais elas têm procurado saber essa medida. Isso é um sinal de que elas têm interesse em saber sobre sua pressão arterial e também em se cuidar. É um sinal de amor próprio”, disse o cardiologista. Das 250 pessoas que foram atendidas, oito estavam em situação grave e foram encaminhadas de imediato para realizarem um cadastro na Clínica de Hipertensão do HC/UFPE. Elas podem ser voluntárias de um estudo chamado ReHOT (Resistant Hypertension Optimal Treatment) cujo objetivo é identificar qual o quarto medicamento mais adequado, associado a outros três, no tratamento da hipertensão grave. Essa pesquisa, vinculada ao Ministério da Saúde, está sendo desenvolvida em 25 centros do país, e o HC/UFPE é um deles, único local no Recife a realizar a investigação. A atividade desta sexta-feira contou com a colaboração dos estudantes de medicina da UFPE: Helena Rios, Fábio Carvalho, Simone Lima, Daniele Calaça, Weslley Souza e Thatiana Cavalcante; além da fisioterapeuta Glívia Barros e da nutricionista Juliana Trigueiro. |
Tecnologias aplicadas à segurança pública garantiram a estabilidade da redução da criminalidade em 2021 no Pará
Centro Integrado de Comando e Controle, câmeras de reconhecimento facial e veiculares são alguns recursos do que vêm sendo utilizados no estado Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará De forma inédita, o Pará reduziu a criminalidade violenta por dois anos consecutivos, alcançando reduções de 30% e 20%, nos anos de 2019 e 2020, respectivamente, ao compararmos com o ano de 2018, sendo destaque com a maior queda de crimes em todo o Brasil. Em 2021, o desafio se fez ainda maior: permanecer garantindo a paz social aos cidadãos e combatendo a violência. Para isto, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup) somou recursos tecnológicos aos esforços humanos que já vinham sendo empregados e ocasionando excelentes resultados. O maior deles foi a entrega do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) que reúne o que há de mais moderno se tratando em segurança pública no país. O investimento em tecnologia no local inclui três vídeo All de alta definição - o maior com 16 mon...
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