Setores defendem criação da hidrelétrica de Belo Monte O "Fórum Belo Monte, sim!", que defende a construção da hidrelétrica, reuniu-se com o secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, ontem (17), em Belém. O Fórum é um movimento formado por dirigentes de sindicatos, federações, centrais de trabalhadores e líderes empresariais do setor industrial do Pará. A hidrelétrica vai gerar 11.233,1 MW e terá investimentos de R$ 7 bilhões
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Governadora vai à Dinamarca defender proteção florestal A governadora Ana Julia Carepa e outros governadores dos Estados da Amazônia Legal vão a Copenhagen, capital da Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes (COP 15), em dezembro. O Pará vai defender a criação de mecanismos mais simplificados para a proteção florestal, valorizando os estoques de carbono. A decisão foi tomada em reunião em Brasília, ontem (17), com o presidente Lula e vários ministros.
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Um deputado do livro Vale o registro: teve papel preponderante nas negociações que devem resultar na criação do Fundo Pró-Leitura um deputado de primeiro mandato (que, na verdade, era suplente e acabou assumindo, só recentemente, o cargo em definitivo, em função da morte do seu ocupante). Trata-se do paranaense Marcelo Almeida, do PMDB, um leitor voraz que, em dado momento, decidiu consagrar seu mandato à questão da leitura. Em pouco tempo, criou e faz funcionar – praticamente só – a Frente Parlamentar da Leitura. Bem que o mundo do livro – que, em geral, não dá muita bola pra política e só perde com isso – deveria apoiá-lo formalmente em 2010. Meia dúzia como ele no Parlamento daria início a uma revolução pelos livros. Ou, no mínimo, um barulho dos bons.
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Enfim, o bom senso Ainda que reduzido a um terço do que fora ofertado pelos dirigentes da cadeia do livro, em 2004, em troca da desoneração fiscal, o fundo, se aprovado, representará o mais importante passo para, enfim, tornar a questão do livro e da leitura uma política pública de fato no Brasil. Em seguida, caberá ao Estado brasileiro – representado por governos federal, estaduais e prefeituras – passar a destinar orçamentos dignos para os livros e a leitura. Na pressa, nem se dá conta. Mas a verdade é que este é um momento histórico para a causa e para o próprio País.
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Por um País de leitores! Um dos oito pontos da quase perdida Agenda para o Livro, costurada no início da década por milhares de lideranças, acaba de ser resgatado. É aquele que apregoa a necessidade de se buscar formas permanentes para financiar as políticas públicas do livro e leitura no País. Isso se tornará real com a aprovação do Fundo Pró-Leitura, que irrigará com R$ 40 milhões anuais os esforços para se espalhar livros e leitura por toda a Nação. Com o acordo, mercado e governo deram uma prova de maturidade. Com toda a certeza, iluminados pelo tempo dos livros que vive o Brasil em plena Bienal do Livro do Rio.
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Indicação ao Oscar 2010 O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, vai anunciar nesta sexta-feira, 18 de setembro, a partir das 12h, o nome do filme escolhido para representar o Brasil na disputa por uma indicação ao Oscar 2010. O anúncio será feito pelo secretário do Audiovisual, Silvio Da-Rin, durante entrevista coletiva à imprensa, imediatamente após a decisão da Comissão Especial de Seleção, que estará reunida desde às 10h, no Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro. A comissão é composta pelo secretário e por personalidades consagradas no meio cinematográfico: o crítico de cinema Carlos Alberto Mattos, o produtor Beto Rodrigues, a professora e pesquisadora Ivana Bentes, o diretor e cineasta Carlos Gerbase e o exibidor Luiz Gonzaga De Luca. Dez filmes brasileiros estão concorrendo a uma indicação para a categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Entraram na disputa: A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele; Besouro, de João ...
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Novo texto sobre financiamento estudantil é aprovado na Câmara O projeto de lei que muda as regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi aprovado na Câmara dos Deputados na noite desta terça-feira, 15. A principal mudança se refere à diminuição dos juros do financiamento – de 6,5% para 3,5% ao ano. A proposta segue, agora, para aprovação no Senado Federal. Os juros de 3,5% ao ano – abaixo da inflação – valerão para os novos contratos e para o saldo devedor dos contratos já financiados. Além disso, pelo novo texto, o prazo de financiamento subirá para até três vezes o tempo do curso. Antes, era de duas vezes. Isso significa, por exemplo, que o estudante de um curso de quatro anos terá 12 anos para pagar o empréstimo. Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, as novas regras do Fies vão permitir que mais pessoas tenham acesso à educação superior. “A mudança tem o objetivo de trazer maior justiça social. É um subsídio estatal para que o estudante possa se grad...