domingo, 28 de junho de 2015

Paraná incinera mais 9,6 toneladas drogas apreendidas pela Polícia

A Polícia do Paraná incinerou nesta quinta-feira (25), em Santa Terezinha de Itaipu, mais 9,6 toneladas de drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico. O governador Beto Richa acompanhou o processo de incineração e reafirmou o compromisso do governo estadual de fortalecer e reforçar a segurança na região de fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina. “Temos uma situação peculiar, diferente da maioria dos estados brasileiros, pela grande fronteira internacional, o que é um agravante no combate ao crime. Estamos investindo muito para garantir a segurança dos paranaenses de bem”, disse Richa.

Ele destacou a instalação do Batalhão de Polícia da Fronteira (BPFron) que atua, entre outras questões, no combate ao tráfico de drogas. Disse, ainda, que o Paraná deverá receber os investimentos da segunda fase do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). Desenvolvido pelo Exército, o programa usa radares, sistemas de comunicação e veículos aéreos não tripulados para o monitoramento da fronteira.

Richa disse que o combate à criminalidade já tem resultados satisfatórios. “Fechamos 2014 com uma apreensão recorde de mais de 100 toneladas de entorpecentes. Essas apreensões contribuem com a redução da criminalidade, pois as drogas são a base de toda a violência”, ressaltou o governador.

SEMANA DA PREVENÇÃO - O volume destruído em Santa Terezinha de Itaipu faz parte das 23,4 toneladas incineradas nos últimos dias, como uma das ações da Semana Estadual de Prevenção ao Uso de Drogas, coordenada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária. Maconha, cocaína, crack, êxtasy e LSD foram incineradas, em diversos municípios paranaenses.

As drogas foram apreendidas em ações da Divisão Estadual de Narcóticos da Polícia Civil (Denarc). Somente no primeiro trimestre de 2015, mais de 13,7 toneladas foram retiradas das ruas. Depois de apreendida, toda a droga é recolhida como prova junto aos inquéritos policiais e, depois, os entorpecentes têm que ser destruído. Para que haja a incineração, é necessária a autorização do Poder Judiciário.

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